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Co-Founder & COO da @OxusFinance | Pagamentos globais para empresas | Falo de cripto, tecnologia e o futuro do dinheiro

Tokenverso
Joined March 2022
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EVA LOCKER: UM NOVO DESTINO PARA O BITCOIN MINERADO DA EVERVALUE 🔶 Salve, turminha! Hoje, às 17h, vai ao ar o tão aguardado lançamento do EVA Locker da @EverValueCoin, uma nova forma de ganhar Bitcoin segurando EVA onde uma fatia da mineração passa a ir para quem trava o token por um prazo fixo, sem precisar queimar ou vender. Segue o fio para entender como funciona 👇
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⚠️ Antes de travar A fatia do Locker começa em 10% do Bitcoin minerado e sobe por degraus até 45%, conforme a comunidade trava mais EVA. Cada nova trava divide o mesmo pagamento, então o APR da tela é estimativa: muda com a receita, com a divisão entre os cofres, com o total travado e com o preço do EVA, e pode chegar a zero. O EVA travado segue exposto ao preço. Sair antes do prazo custa caro: a parte não liberada é queimada no Burn Vault Core e convertida em wBTC pelo piso do cofre, hoje bem abaixo do mercado, e a perda pode passar de 90% dessa parte. A posição pode ser vendida como NFT, mas ninguém garante comprador.
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O Locker abre hoje às 17h. Para ser avisado assim que ele entrar no ar e acompanhar como evolui, com o total travado, os degraus da escada e os primeiros pagamentos, segue a @EverValueCoin e fica de olho nas próximas lives do EVA Recap. Bons Ventos 🍃
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Na bolsa suíça, quem compra Bitcoin hoje leva para casa um título de dívida de quem emitiu o papel. O ETF que a FINMA, regulador suíço, aprovou oferece outra posição: cotista de um fundo. Em 20 de outubro, a FINMA aprovou o primeiro fundo do país negociado em bolsa, aberto ao público geral, que investe direto em Bitcoin. E o que isso muda na prática? Em setembro, a bolsa suíça SIX listava 41 ETPs só de Bitcoin, títulos de dívida que vêm com garantia. No ETF, ele tem cota de um patrimônio separado da gestora. Esse patrimônio fica, em regra, com um banco custodiante suíço, e a guarda só pode ser delegada a quem tenha supervisão e proteção em caso de falência equivalentes. Para aprovar o ETF, o regulador abriu uma exceção à regra de diversificação de risco dos fundos suíços, porque um fundo de um ativo só não caberia nela. O motivo declarado é o histórico longo de negociação do Bitcoin e o volume alto em relação a outras criptos. E a FINMA diz que a exceção vale "neste caso". O ETF ainda não chegou à bolsa. A BIT Asset Management, de Zurique, diz ser a gestora e prevê a estreia na SIX em novembro, sem dia nem taxa divulgados. O regulador também avisa que Bitcoin segue de alto risco mesmo via ETF aprovado, e que o capital investido pode perder parte relevante do valor. E aqui está o ponto: a FINMA publicou essa orientação de guarda em janeiro, nove meses antes de aprovar o ETF. Antes de abrir o Bitcoin ao investidor comum, o regulador suíço definiu quem guarda e quem responde por ele. Bons ventos. 🍃
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Amanhã, 30 de outubro, é uma data que vai separar o mercado cripto brasileiro em dois: quem continua e quem para. É o prazo final para as PSAVs, as empresas que prestam serviço com ativos virtuais, protocolarem no Banco Central o pedido para seguir operando de forma autorizada. Corretora, empresa de pagamento internacional, serviço de dolarização, cartão cripto: todas entram nessa régua. A regra não nasceu agora. Ela veio sendo montada em etapas, tem fases que seguem para o ano que vem, mas a data de amanhã é o corte que define quem manifesta a intenção de ficar. Quem protocola segue para avaliação; quem não protocola fica de fora. E as consequências de ficar de fora são concretas. Operar com ativos virtuais sem a autorização passa a expor a empresa a sanção e até a risco na esfera legal, porque a atividade sem licença se aproxima de operar instituição financeira sem autorização. Não é mais uma zona cinzenta. O efeito já aparece. Empresas que estão no mercado desde 2017, 2018, decidiram não protocolar e estão fechando as portas, algumas fazendo acordo para repassar a carteira de clientes a quem fica. Outras, mais novas, estão brigando para entrar pela porta da regulação. Eu falo de dentro, como empresário do setor. O consenso entre os colegas é direto: 30 de outubro está chegando, a gente protocola e se vê do outro lado. Vamos ver quem chega lá. O que eu espero é imparcialidade do Banco Central na avaliação. São regras duras, mas estamos falando de um mercado que movimenta bilhões, em stablecoin, em pagamento, em corretora. Quando o mercado é desse tamanho, regra rigorosa não é exagero, é o que mantém a economia funcionando como deveria. Amanhã não é o fim da linha para o setor. É a linha que define quem vai poder continuar correndo. Bons ventos 🍃
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Na Coreia do Sul, a stablecoin pode entrar na mesma lista do cheque e da carta de crédito. Aí, pagar com ela alguém lá fora passaria pelas regras de câmbio. Em 22 de outubro, o Banco da Coreia, o banco central do país, disse ao Parlamento que vai preparar com o governo, ainda este ano, o projeto que muda a lei de câmbio para regular a stablecoin como meio de pagamento. Mas esse é o segundo degrau, e o projeto anunciado ainda não tem texto nem prazo de aprovação. O primeiro já é lei. Pela lei de junho, a partir de 3 de dezembro, a corretora que move cripto entre a Coreia e o exterior precisa de registro e de conexão à rede de dados de câmbio do banco central. A proposta de regulamentação dessa lei, com consulta pública de 7 a 26 de outubro, prevê o reporte de cada transferência ao banco central e cobre também as transferências entre corretora e carteira própria. A direção declarada é regular. Nada sobre permissão de uso está decidido. A ordem dos degraus mostra o desenho. Primeiro a lei conecta as corretoras à rede de dados de câmbio do banco central, e o passo seguinte, ainda em projeto, é mudar a forma como a lei enxerga o ativo que passa por elas. Bons ventos. 🍃
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A maioria das pessoas só pensa em segurança depois que perde alguma coisa. E quando chega nesse ponto normalmente já é tarde. O OKX Shield é o programa da OKX que pode reembolsar até US$ 100 mil para usuários regulares quando alguém invade a sua conta e saca sem a sua autorização. Para VIPs, o limite é ainda maior. Mas tem um detalhe importante: ele não vem ativado. Antes, a sua conta precisa estar verificada e cumprir os requisitos: passkey, verificação facial para saques grandes, saque pela web bloqueado, verificação de transações ativa, conta elegível e aparelho sem problemas de segurança. Com tudo pronto, você aceita os termos e toca em “Ativar OKX Shield”. A ativação é gratuita. Outro ponto: se algum desses requisitos for desligado depois, o Shield fica inativo. E ele não cobre tudo. Se você mesmo confirmou a transferência, mesmo enganado por um golpista, o reembolso não entra. O pedido precisa ser feito em até 72 horas da última transação não autorizada, e cada caso passa pela análise da OKX. É um programa com regras próprias, não um seguro. Vale conhecer todas antes de precisar delas. Porque segurança, no fim, é isso: preparar a conta no dia em que nada aconteceu. E se você investe em criptomoedas, preze sempre pela segurança e por quem cuida de você. Bons ventos. 🍃
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A CVM acabou de abrir um laboratório para testar o mercado de capitais brasileiro em blockchain. No dia 14 de outubro, entrou em vigor a Resolução 249, que cria um programa para testar o ciclo completo de ações, debêntures, cotas de fundos e certificados de recebíveis, da emissão à liquidação. Os testes ainda não começaram. Quando começarem, vão rodar com ativos e recursos fictícios, e quem participar não ganha autorização para operar com o público. O que esse teste pode mudar é a forma como a bolsa funciona. Hoje, quando uma ação é comprada, o dinheiro e o papel levam dois dias para trocar de mãos, passando por uma cadeia de intermediários, e a B3 já planeja reduzir esse prazo para um dia em 2028. Em blockchain, se o dinheiro também estiver na rede, as duas pontas podem ser trocadas ao mesmo tempo, com menos etapas no meio. Especialistas apontam ainda um custo menor, algo que só a prática vai confirmar. O programa também testa outro formato de fiscalização. A CVM exige que cada rede participante dê a ela acesso às operações em tempo real, transação por transação. Antes de decidir se e como a blockchain entra no mercado de capitais, a CVM quer ver esse modelo funcionando. O que ela observar vai embasar as regras que vierem. Bons ventos 🍃
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Testei a IA mais avançada da Anthropic por alguns dias e saí assustado. Ela tem nome, Mythos 5, mas quase ninguém teve acesso. O que foi liberado ao público é a Fable 5, o mesmo modelo por baixo, com uma camada extra de salvaguardas, e foi essa que usei. Uso IA pesado há bastante tempo e estou acostumado a prever mais ou menos onde a resposta vai chegar. Com a Fable foi diferente: ela não é só inteligente, é assustadoramente inteligente. Ela ia muito além do que eu tinha perguntado, conectando uma porção de coisas ao mesmo tempo, todas relacionadas, numa visão tão completa que em alguns momentos eu já quase não acompanhava o raciocínio. Deu para perceber uma coisa: o que eu estava vendo era uma fração da capacidade real. Se forçasse a barra, aquilo ia muito mais longe do que eu conseguiria acompanhar. E aí um episódio deste ano faz sentido. Meses atrás, o governo dos Estados Unidos emitiu uma diretiva de controle de exportação e suspendeu o acesso à Fable e à Mythos para qualquer estrangeiro, dentro ou fora do país. O acesso foi restabelecido semanas depois, mas o precedente ficou. Na superfície, a conversa é sobre segurança, se o modelo é confiável o bastante para ficar aberto. Essa é a camada que aparece nas manchetes. Mas depois de usar, a leitura que me fica é outra. Um Estado não trava assim uma tecnologia comum, e sim quando enxerga nela valor estratégico, do tipo que não se quer nas mãos de outras nações. O que ficou daquilo não foi a dúvida sobre a segurança do modelo, foi a constatação de que a decisão sobre quem acessa uma IA de fronteira pode sair da mão da empresa e entrar na do governo, do dia para a noite. Bons ventos 🍃
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6 MILHÕES DE BTC EM RISCO, FRANÇA TAXA AS STABLECOINS E AGENTE DA OPENAI ROUBA CARTEIRA | RESENHA teapawt.net/i/broadcasts/1OGwbnrBY…
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No ciclo passado, a conta era quase direta. O governo americano imprimia dinheiro, e boa parte dessa liquidez acabava no Bitcoin. Ele era a grande assimetria do mercado, o ativo com o maior potencial de valorização à vista de quem procurava retorno. Neste ciclo, tivemos expansão monetária de novo, mas o efeito sobre o Bitcoin foi bem menos dramático. E acho que a explicação é simples: ele deixou de ser a única assimetria na mesa. Hoje o dinheiro novo tem outros destinos disputando sua atenção. As ações de IA, bolha ou não, puxaram uma enxurrada de capital, e a bolsa americana vem operando aquecida. Esses destinos drenaram parte da liquidez que, num ciclo anterior, teria ido para o Bitcoin quase por falta de opção. Por isso a leitura “imprimiu, logo o Bitcoin sobe” não se sustenta mais sozinha. Para o Bitcoin ganhar espaço, não basta ter mais dinheiro disponível. É preciso que esse dinheiro volte a olhar para ele. E é aí que entra o movimento que pode estar começando. Algumas ações de IA já negociam a múltiplos muito esticados, e esse tipo de valuation satura em algum ponto. Quando satura, parte do capital e da atenção procura o próximo lugar com assimetria, e o Bitcoin volta ao radar. Tem ainda um gatilho concreto. Depois de um período no vermelho, a Strategy voltou a operar acima do próprio custo em Bitcoin, no fim do terceiro trimestre de 2026. E o mercado tem um efeito manada conhecido: quanto mais se fala no sucesso da Strategy, mais gente procura as outras empresas que fazem o mesmo, as tesourarias em Bitcoin, brasileiras e estrangeiras. Esse interesse traz capital para essas empresas, que respondem do jeito que o modelo delas pede: comprando mais Bitcoin para a reserva. A macro não deixou de importar, só ficou mais disputada. E o Bitcoin, neste ciclo, compete menos com o dinheiro parado e mais pela atenção de quem decide para onde o dinheiro vai. Bons ventos 🍃
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Uma stablecoin promete valer um dólar. A pergunta séria é: e quando o mercado aperta, ela aguenta? Foi essa pergunta que o Federal Reserve, o banco central dos EUA, colocou na mesa em 24 de setembro, ao abrir para consulta pública as regras que os emissores de stablecoin de pagamento vão ter de seguir. Ainda é proposta, aberta a comentários por 60 dias. E as exigências são concretas: reserva de 100% em ativos líquidos, capital próprio que cresce com o volume emitido, resgate garantido em até dois dias e relatório de reservas auditado todo mês. Tudo para que a moeda possa ser trocada de volta por dólar a qualquer momento, inclusive no pior deles. Não é cenário hipotético. Em 2023, o USDC chegou a valer 87 centavos quando parte da sua reserva ficou presa no Silicon Valley Bank, que quebrou. Voltou ao par em dias, mas mostrou onde o risco mora: em onde a reserva está e com que rapidez ela vira dinheiro. É esse ponto que a regra ataca. Uma stablecoin não vira infraestrutura de pagamento séria por rodar em blockchain, e sim quando resgatar ao par deixa de ser promessa para virar regra. É esse amadurecimento que está em curso agora, em números, à vista de todos. Bons ventos 🍃
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Toda operação internacional encontra pontos de atenção no percurso. Mudanças de mercado, exigências de compliance, horários de liquidação e particularidades locais fazem parte da jornada de cada remessa. A diferença está em atravessar essas etapas com visibilidade, acompanhamento e uma rota definida para o contexto da operação. A Oxus organiza as informações necessárias para que você identifique o que exige atenção e mantenha o controle sobre o caminho do capital até a liquidação.
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