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Preciso de ajuda, @ZOWIEeSportsBr @ZOWIEbyBenQ @ZOWIEbyBenQ @BenQEurope
Em 2025, comprei o monitor de 600Hz de vocês em Paris, pois era um lançamento e ainda não estava disponível no Brasil. Sou consumidor da BENQ há *mais de 10 anos*, sempre confiei na qualidade dos produtos da marca e nunca imaginei que enfrentaria tanta dificuldade para conseguir suporte em uma situação como essa.
Em menos de um ano e meio, meu monitor já apresenta defeitos. Estamos falando de um equipamento extremamente caro, essencial para o meu trabalho como jogador profissional de CS2, e que, apesar de todas as minhas tentativas de contato, não consegui resolver com a BENQ Brasil.
Todas as vezes que procurei ajuda, a resposta foi que não seria possível realizar a troca por se tratar de um produto comprado fora do país. Porém, na época da compra, o monitor sequer havia sido lançado no Brasil. Como eu poderia comprá-lo aqui se ele ainda não estava disponível no mercado nacional?
Buscando uma solução, entrei em contato diretamente com a equipe da BENQ na Europa e fui informado de que o monitor precisa retornar para lá para que o processo de garantia e troca possa ser avaliado.
Diante disso, fica a minha pergunta: por que a BENQ Brasil não pode me auxiliar nesse processo e fazer essa ponte com a equipe europeia? Estamos falando da mesma marca, da qual sou cliente há mais de uma década e na qual sempre depositei minha confiança.
Não estou pedindo nenhum privilégio, apenas uma solução justa para um problema com um produto de alto valor, adquirido justamente pela confiança que sempre tive na BENQ. É extremamente frustrante investir tanto dinheiro em um equipamento e, quando ele apresenta defeitos, encontrar tantas barreiras para conseguir o suporte necessário.
BENQ Brasil, preciso da ajuda de vocês! Depois de mais de 10 anos consumindo e confiando na marca, espero que essa relação também seja levada em consideração neste momento. Não quero ficar no prejuízo por uma situação que foge completamente do que eu esperava ao investir em um produto desse nível.
Espero sinceramente que possam analisar meu caso com atenção e me ajudar a encontrar uma solução. 🙏
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Fala, galera!
Conseguimos a vaga para jogar a GC Masters. No momento, estamos em um projeto sem organização, e por isso precisamos da ajuda da comunidade para conseguir arcar com os custos da viagem e ter a oportunidade de jogar essa LAN tão importante para nós.
Qualquer valor faz diferença e ajuda muito nessa caminhada. ❤️
PIX: [email protected]
Se você não puder contribuir, um RT também ajuda MUITO a fazer essa mensagem chegar em mais pessoas! 🙏
luka doncic de awp no escuro baixo ta online no seu feriadão!
ft @ponterzin
Passando para atualizar o dia de ontem.
Vencemos como Não Copulas ft. Turma do Pagode (@diozerafps, @fkscsgo, @nardesfps, @Tuurtlecs, @xampCS) a Pichau Masters, evento presencial que foi em Joinville, na final enfrentamos a equipe da RUSH.
Depois desse evento jogamos o qualify da GC Masters da lan-house ClansBr como Turma do Pagode (@naitte7, @matioscs, @pesafps, @Tuurtlecs). Vencemos todos os jogos e hoje teremos as finais valendo a vaga para o presencial.
O @fkscsgo gravou muitos conteúdos na final presencial e também na lan, provavelmente vai ter vídeos sobre esses eventos nas redes sociais dele. Gostaria de agradecer a lan pela disponibilidade e o carinho recebido pela galera que estava presente na Pichau @luizctjr.
Seguimos 🫡
A ex-ODDIK é campeã da Pichau Arena.
Hey fks vai se fod** a não copulas não precisa de você!!!! 😂😂😂
Faltou o Nizo nosso mvp da final e o @xampCS na foto.
@nardesfps
@diozerafps
@Tuurtlecs
@Ceruttera10
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Reflexão do dia...
Quando eu olho para essa lista, bate uma tristeza. E não é por estar nela.
O cenário brasileiro de Counter-Strike já passou por momentos ruins. Mas, depois da pandemia, quando as coisas começaram a normalizar, vimos uma evolução ano após ano.
E talvez seja justamente isso que torne o momento atual tão frustrante.
Hoje, eu tenho certeza de que nunca tivemos tantos jogadores brasileiros em um nível competitivo satisfatório. Jogadores com capacidade de disputar, no mínimo, o Tier 2 europeu, algo que alguns anos atrás era restrito a raríssimas exceções.
A maior prova dessa evolução é termos colocado quatro equipes da nossa região entre as 15 melhores do mundo hoje.
Para colocar isso em perspectiva, basta voltar para 2021.
Naquela época, tínhamos pouquíssimos times realmente competitivos no Brasil. Paquetá, Bravos, 9z, Havan Liberty, Sharks, MIBR e Isurus praticamente monopolizavam os títulos e as principais disputas regionais.
Agora comparem aquela realidade com o que construímos em apenas cinco anos.
Hoje temos FURIA, Legacy, paiN, MIBR, LOUD, Fluxo, Keyd, RED, Imperial, Sharks, Galorys, ODDIK, Bounty Hunters, Grêmio, além de 9z, BESTIA, Isurus e ShindeN em outros países da América Latina. Muitas dessas organizações ainda mantêm academias e times femininos, pagando salários e desenvolvendo novos jogadores.
E ainda existia espaço para novos projetos. G3X, Capim FC, Alpha7, Leviatan, KRU, Case. Organizações de outras modalidades, clubes de futebol, projetos latinos e até organizações internacionais poderiam olhar para cá e enxergar uma oportunidade.
Imaginem esse ecossistema funcionando de maneira realmente organizada, grandes organizações se enfrentando, jogadores se desenvolvendo e ligas fortes com exposição.
Existe uma coisa que muitas vezes quem está de fora não percebe, é extremamente difícil competir constantemente no Tier S. É a mesma lógica do futebol quando comparado a outros esportes, quanto maior a quantidade de jogadores, equipes e investimento, mais difícil é chegar ao topo, e principalmente permanecer nele.
Para o torcedor, às vezes é simples olhar o ranking e concluir que um time que não está no Tier S é ruim. Para quem está lá dentro, a realidade é diferente. Existem jogadores dedicando 10, 12 horas do dia para evoluir e competindo diariamente contra alguns dos melhores jogadores do mundo. Existe uma diferença entre “não estar entre os melhores do mundo” e “não ser competitivo”.
É justamente por isso que um cenário regional forte é tão importante. Com a quantidade de jogadores e organizações que surgiram, tínhamos a possibilidade de construir um ecossistema capaz de desenvolver jogadores, sustentar organizações e preparar equipes para competir internacionalmente.
Mas também precisamos reconhecer a realidade.
O dinheiro do Major diminuiu quando comparado ao que o Major de Paris representou financeiramente. Casas de apostas e empresas do mercado de cripto, que durante um período colocaram muito dinheiro no ecossistema, já não investem da mesma maneira. Eventos locais que antes representavam oportunidades hoje, em alguns casos, exigem que as próprias equipes paguem para competir.
Sim, as organizações perderam capacidade financeira. Sim, existe uma inflação no cenário e um reajuste é necessário. Mas, antes de simplesmente concluir que “o cenário ficou grande demais”, precisamos olhar por outra ótica, até onde esse cenário poderia ter chegado?
Durante muito tempo, muitas organizações utilizaram o Counter-Strike como um dos principais pilares para atrair patrocinadores e gerar receita, o CS era uma das poucas modalidades que permitia BET. Portanto, as organizações conseguiam sustentar operações em outras modalidades. Por isso, acho curioso ver agora o CS sendo colocado, em alguns discursos, quase como o problema da operação. Porque, durante muito tempo, ele foi justamente parte da solução.
Talvez o problema não tenha sido o cenário crescer demais. Talvez o problema tenha sido não conseguirmos transformar esse crescimento em um ecossistema sustentável.
E é aí que entra outra razão da minha tristeza.
Felizmente, eu tive realizações e fui feliz em algumas das organizações pelas quais passei. O Counter-Strike me permitiu comprar minha casa, meu carro e construir uma segurança financeira para o meu futuro.
É justamente por ter tido essa oportunidade que eu olho para quem está vindo agora e fico preocupado.
Quantos jogadores estavam começando a trilhar esse mesmo caminho?
Por isso também me incomoda ver pessoas de dentro do próprio cenário potencializando apenas o discurso de que “está tudo ruim”, que “o cenário está inflacionado”, que “existem organizações demais”, que "Counter-Strike não da lucro", ou que "os jogadores não tem capacidade".
Quando repetimos isso sem discutir todo o contexto, acabamos dando munição para uma narrativa que, na minha visão, não ajuda a resolver o problema.
Talvez o problema não seja termos jogadores demais. E não, nem todos esses jogadores são bagres...
Quais soluções vocês enxergam para minimizar os danos causados pelas mudanças recentes no Major, pela redução dos investimentos e pela saída de patrocinadores?
Alguns nomes F/A e banco do cenário BR: Qual time montaria hoje?
brnz4n (Banco MIBR)
skullz (Banco Imperial)
piriajr (Banco paiN)
vsm (Banco paiN)
Lucaozy (Banco Fluxo)
chay (Banco Red Canids)
nardes (Banco ODDIK)
diozera (Banco ODDIK)
togs (Banco ODDIK)
nython (Banco Galorys)
bacc (Banco Galorys)
fREQ (Banco BH)
revoltz (Banco Yawara)
r3kt (Banco Yawara)
jerr1 (Banco MIBR Ac)
lkz (Banco MIBR Ac)
Principais F/A:
WOOD7
ksloks
naitte
matios
Tuurtle
NEKIZ
Premium
Ceruttera
levi
zmb
leomonster
Alisson
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b4rtin
Com certeza esqueci de vários ai, completem nos comentários quem faltou!











