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ㅤ ㅤ Tarrafa will ever be my babybgirl ⊹ ° ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤ ˙✧˖°🪐 ⋆。˚ Furry | Artista | as vezes 🔞 | (ela/ele)(she/he) | 22yo | 🇧🇷 main fandom: sk8, ngkw, aop

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Joined July 2018
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˗ˏˋ MINHAS COMISSÕES !! >ᴗ< se tiver interesse pode me contatar via DM ou DISCORD (doublequeenx) 𖹭.ᐟ Mais informações e termos no Carrd: doublequeencomm.carrd.co/# 𖹭.ᐟ Lista de espera no Trello: trello.com/b/F2XcYdfi/projet…
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Literally every single non theropod ever drawn by Matt Rhodes for DEADgods. It's a very futile annoyance, but goddamn what the hell are the dragon tier patrons doing that not a single one of them has helped the man with this
This but with ppl giving sauropods and other dinosaurs elephant feet instead (i'm guilty of that)
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OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica. Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país. Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial. O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro. Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” . Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza. Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada. Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil. Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana. Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil? Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina. Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
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ART-SE-2601 #ORDO
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O que eu geralmente, tento fazer como fã da obra é tenho algo bom pra falar > falo não tenho nada de bom pra falar > não falo "nem crítica?" nem crítica, mas mais por preguiça de discutir mesmo, já tenho mais o que fazer cansei de dar palco pra doido, quero ver fanarts legais
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full art ehrr😋
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O Conto da Aia foi escrita pela descendente de uma mulher condenada à morte por uma comunidade cristã fundamelista como uma homenagem à essa mulher. Entre as inspirações pra série estão essa comunidade, a ditadura do Irã, cultos cristãos fundamentalistas, Alemanha de 45 +
O Conto da Aia (The Handmaid's Tale) é tipo *mira no cristianismo, acerta o islã*
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meus poneis que eu fiz no pony town de #AVigilia vvv
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Eileen(e Boc), Zuri, Mael e Gwayne +
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+ Bran e Fergus
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acho que descobri um fetiche novo meu que eh ver uma pessoa tentado parecer imponente e fodao dai ela falha miseravelmente e fica meio patético acho q to sentindo algo
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fui usar o tarrafa de base pra fazer outro ponei e fui tirando a loucura dos olhos dele meu deus ele e um nenem
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tambem querendo comer o joelho do frango. um animal tao pequeno com pernas tao finas .
Eu pensando como q o vendedor lucra vendendo joelho de frango a 4,99, aí resolvi abrir ele..
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W ceras
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#AVigilia Eu tenho uma pergunta muito simples, é normal o medalhão da Zuri ficar mudando assim??? N vi ninguém comentado
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O Core falando que quando entrou na Vígilia falaram que o fandom de ordem paranormal era o pior fandom, e que depois dele entrar sentiu que nem era esse monstro todo. Senti exatamente o mesmo.
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confirmado! aproveitando pra esclarecer, meu vídeo será sobre a criação de textos e mecânicas da fichas dos NPCs de #AVigilia usando a do Cormac que o Cellbit já vazou 10k e eu libero o vídeo!
O resultado é official : O careca é o Glin, o cabeludo é o Glon. @StefanoGafa vc pode confirmar que o voto da comunidade ta certo por favor ? 🙏 (e sigam ele, aos 10k ele vai revelar fichas de NPCs da #AVigilia , incluindo esses dois)
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Isso parece não ironicamente uma boa forma de introduzir crianças a literatura e muito fofo
pq o youtube achou que eu gostaria disso....
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Agora um conceito o Aed ser beta enquanto os outros dois soldados são alfas
Agora os assuntos muito sérios
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