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Por que é tão difícil dar razão ao Flamengo na briga com a libra
uol.com.br/esporte/futebol/c…
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La movilización es la fórmula.
Si en Brasil se pudo, si en Estados Unidos se pudo, en España el 29 de noviembre se podrá.
Hagamos historia votando socialista.
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🇷🇺🚩 UNIÃO DAS REPÚBLICAS SOCIALISTAS SOVIÉTICAS
✨ A Rússia passou de um império predominantemente rural, para ser uma superpotência industrial e espacial, em tempo recorde, após a revolução e a fundação da URSS sob o comando dos bolcheviques. ✨
Em 1917, cerca de 75% da população era analfabeta e apenas 18% vivia em áreas urbanas. Com programas massivos de educação e industrialização, a taxa de alfabetização saltou para 99,7% na década de 1970, enquanto a população urbana alcançou 65%.
No mesmo período, a produção de aço disparou de 4,2 milhões para 148 milhões de toneladas ao ano — superando até a produção dos Estados Unidos —, e a geração de energia elétrica cresceu mais de 500 vezes, impulsionada por grandes obras de infraestrutura como o Plano GOELRO.
🧠 CAPITAL HUMANO & CIÊNCIA
Essa base educacional e científica permitiu formar cerca de 400 mil engenheiros por ano na década de 1970 e manter mais de 1,2 milhão de cientistas e pesquisadores ativos, destinando até 5% do PIB para pesquisa e desenvolvimento.
🛰️ MARCAS HISTÓRICAS NO ESPAÇO
Esse investimento culminou no pioneirismo da era espacial:
🛰️ 1957: Sputnik 1 — O primeiro satélite artificial a orbitar a Terra.
🐕 1957: Sputnik 2 — O primeiro ser vivo em órbita (a cadela Laika).
👨🚀 1961: Vostok 1 — Yuri Gagarin torna-se o primeiro humano no espaço.
👩🚀 1963: Vostok 6 — Valentina Tereshkova torna-se a primeira mulher no espaço.
👨🚀 1965: Voskhod 2 — Alexei Leonov realiza a primeira caminhada espacial da história.
🪐 1970: Venera 7 — Primeiro pouso bem-sucedido e transmissão de dados da superfície de outro planeta (Vênus).
🛸 1971: Salyut 1 — A primeira estação espacial habitada.
🛰️ 1986: Estação Mir — A primeira estação espacial modular de longa duração.
🏠 IMPACTO SOCIAL
Paralelamente, no âmbito social, o país promoveu a erradicação de grandes doenças como a varíola e garantiu moradia gratuita para mais de 130 milhões de pessoas entre 1956 e 1965.
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Independente do momento administrativo ou esportivo, o Corinthians deve sempre contar sua história.
Toda história tem suas raízes. E as nossas também são negras.
Da fundação do Corinthians às arquibancadas, a presença negra ajudou a construir a identidade, os símbolos e a paixão que atravessam gerações.
Na série Raízes Quilombolas, vamos contar cinco histórias que fazem parte da memória do Timão e merecem ser conhecidas, reconhecidas e preservadas.
Porque a história do Corinthians sempre foi forjada da resistência e da luta.
#RaízesQuilombolas #VaiCorinthians
#HistóriaPreta
Nunca pensei que o Lula fosse pensar em substitui_la. Li, que seria criado um super ministério do meio ambiente.
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olha ai o moderado Tarcisio
Tarcísio deve nomear Ricardo Salles como secretário de Justiça e Cidadania em São Paulo | Ex-ministro do Meio Ambiente desistiu da candidatura ao Senado na reta final da eleição a pedido do governador ebx.sh/knEzXn
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Estou vendo muita gente criticando o elenco, com razões totalmente plausíveis, e até Corinthianos discutindo e atacando uns aos outros por terem opiniões diferentes. Mas cada um de nós, temos a obrigação de lembrar dos verdadeiros culpados.
Osmar Stabile, Ademir Benedito, Alexandre Husni, Guilherme Stranger, Duílio Monteiro Alves, Andrez Sanches, Okabe, Vini calção branco, Romeu Tuma Jr, Rubão, André Negão, Augusto Melo
Se esqueci algum, favor lembrar.
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Um é muito "inteligente" pra situação que estamos e o outro é muito burro para situação que estamos.
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Há 57 anos, a ditadura militar ass*ssinava Carlos Marighella, símbolo da resistência e líder da luta contra o regime autoritário no Brasil na ditadura.
Baiano, poeta, ex-deputado constituinte e fundador da Ação Libertadora Nacional (ALN), Marighella foi uma das principais lideranças da resistência ao regime militar.
57 anos depois, sua história permanece como símbolo da resistência à ditadura e da luta por liberdade, justiça social e democracia.
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No dia 4 de novembro de 1969, há exatos 57 anos, era assassinado o inimigo número um da ditadura empresarial-militar brasileira: Carlos Marighella.
Militante comunista, escritor e revolucionário baiano, ele iniciou sua militância pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB).
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“A ditadura instaurada no Brasil pelo golpe militar de 1º de abril criou para o nosso povo uma situação de pesados sacrifícios, que vão desde a entrega e a submissão do país aos Estados Unidos até a supressão brutal das liberdades com a subsequente implantação do terror político e ideológico e o desencadeamento de perseguição em massa” - Carlos Marighella
4 de novembro de 1969. Carlos Marighella foi emboscado e assassinado pela ditadura civil-militar.
Ele sabia, desde os primeiros instantes, o que o golpe de 1964 significava. Marighella não precisou ver os tanques de guerra invadindo a cidade do Rio de Janeiro para saber que o Golpe era iminente.
Denunciou e se insurgiu contra os mandonistas, que lucram com a desigualdade e chamam de ordem o silêncio imposto à força.
56 anos depois, o Estado brasileiro reconheceu e retificou a causa da morte em sua certidão de óbito e na de centenas de outras pessoas assassinadas e desaparecidas pela ditadura civil-militar:
“Não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro no contexto da perseguição sistemática à população identificada como dissidente política do regime ditatorial instaurado em 1964.”
Reconhecimento que deve ser acompanhado do julgamento e responsabilização de ditadores e autoritários que insistem em reaparecer através de quem tenta rasgar a Constituição e apela a potências estrangeiras para chantagear o Brasil e proteger golpistas, que ameaçam, intimidam e matam lideranças, em uma onda de violência política que atenta contra a nossa democracia.
A denúncia de Marighella segue atual: soberania não se negocia e democracia não se terceiriza.
Por Memória, Verdade, Justiça e Reparação, uma democracia plena só se estabelece com o julgamento dos responsáveis por graves violações de direitos humanos da nossa história.
No passado e hoje.
Marighella vive.
〰️ Foto na redação do Jornal do Brasil (1964) e trecho do livro ‘Por que Resisti à Prisão’ de Carlos Marighella.
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Relato sobre a passagem da centenária e icônica militante revolucionária mostra que ela deixa como legado uma memória de lutas, afetos e resistência que prova que um futuro é possível - e nós merecemos ele. jacobin.com.br/2025/11/o-sor…
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O revolucionário comunista Carlos Marighella foi covardemente assassinado neste dia, em 1969, pela ditadura. Para relembrar sua trajetória política e estratégia revolucionária, resgatamos o clássico artigo de Florestan Fernandes. jacobin.com.br/2020/11/carlo…
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Seu legado foi imortalizado em filmes, documentários. E serve de exemplo a todos lutadores e lutadoras do povo.
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Neste dia, a 4 de Novembro de 1969, Carlos Marighella foi assassinado em uma emboscada realizada por agentes do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), órgão de repressão da ditadura empresarial-militar (inaugurada em 1964). Marighella foi considerado o "inimigo número um" da polícia na época.
Marighella foi militante comunista e um dos principais organizadores da luta armada brasileira. Foi militante histórico do PCB, tendo exercido inclusive o cargo de deputado constituinte, mas rompe com o partido logo após a deflagração do golpe de 1964, criticando o que considerava uma postura imobilista dos comunistas brasileiros. Funda, com outros camaradas, a Ação Libertadora Nacional (ALN), organização armada que tinha como meta o fim da ditadura e a deflagração de um processo revolucionário no Brasil. A ALN organizou roubos a bancos, sequestros de embaixadores para trocar por presos políticos, justiçamento de agentes do regime, etc. Ao longo da vida, Marighella escreveu poesia, e livros como o "Minimanual do Guerrilheiro Urbano". Vivia desde 1965 na clandestinidade.
A ação que resultou na sua morte, alvejado, foi coordenada por Sérgio Paranhos Fleury, delegado do DOPS e chefe de diversas ações de tortura e homícidios cometidos por agentes de Estado durante o período ditatorial. Em 2012, durante o governo de Dilma Rousseff - também guerrilheira durante o período ditatorial - o Estado brasileiro oficializou uma amnistia post mortem a Marighella.



































