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A satisfação e a suficiência do Cristão vem de Cristo e independem da abundância ou da escassez de bens materiais.

Seropédica, Brasil
Joined October 2016
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A Globo não consegue nem disfarçar o desejo de que Donald Trump perca a maioria na Câmara e Senado.
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A Procuradoria-Geral da República (PGR), sob o comando de Paulo Gonet, deve enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer favorável ao encerramento do inquérito das fake news. O documento aponta que a investigação atingiu seus objetivos e que os procedimentos derivados serão avaliados de forma individual. será que foi só isso mesmo?
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O Senado tem em suas mãos a ferramenta necessária para colocar ordem no Brasil, fazendo com que os poderes respeitem seus limites e talvez também, concertar muitas injustiças que o Supremo fez.
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Direita terá dificuldade de conter STF se não impedir reeleição de Alcolumbre. "O STF precisa de controles institucionais e escrutínio público sobre casos de corrupção A importância da disputa pelo comando do Senado decorre justamente de seu potencial para influenciar a relação entre os Poderes. Na avaliação de Ricardo de João Braga, doutor em Ciência Política, a Corte enfrenta hoje dois problemas diferentes. O primeiro diz respeito ao seu desenho institucional. Na avaliação dele, o STF passou a atuar de forma cada vez mais proativa em disputas políticas e sociais, muitas vezes por meio de decisões individuais de ministros em temas que deveriam ser submetidos ao conjunto do tribunal. O segundo problema se trata da falta de legitimidade, decorrente de suspeitas e denúncias envolvendo ministros. "A corrupção exige escrutínio legal, com o devido processo e punição se constatados erros. Há desafios enormes. Haverá pressão enorme por CPIs contra ministros, mas isso terá que ser muito bem conduzido pelo Senado, sob risco de explodir em mais problemas", analisa Braga. Na avaliação de Bruno Coletto, doutor em Direito e cientista político, a disputa pelo comando do Senado ganhou relevância porque a Casa pode ser o principal instrumento de reequilíbrio entre os Poderes nos próximos anos. "O Senado, dado o atual cenário, parece ser o último órgão institucional com poder suficiente para trazer um equilíbrio à separação de Poderes", afirma. Segundo Coletto, embora a autocontenção do próprio STF seja uma possibilidade, o cenário recente aponta para um caminho diferente. "Com os acontecimentos pós-eleições, só tenho visto um acirramento da relação do Supremo com a oposição. Então, fica difícil acreditar que uma autocontenção virá espontaneamente", avalia". share.google/jrGZPuBjCvnEQIk…
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Há uma promessa linda na Bíblia, e ela diz: "Não te deixarei e nem te abandonarei." Quando Deus é por você, não importa quem é contra você. Amém?! 🙏🏼 Bom dia família patriota. 🇧🇷
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Não pode ser normal, por isso não deve ser reeleito.
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"Fundo do poço mesmo... eles perderam até a noção do ridículo O povo que fez o L não tem vergonha de ter esse tipo de "herói"?? Que vexame"
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Para você que apoia e votou nesse governo, o que você me diria sobre isso? Que se censure as crianças de saber sobre as histórias bíblicas, que se destrua a família, em troca de algum benesses que o governo dá. É isso?
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Uma plano para acabar de afundar o Brasil economicamente. MUDANÇAS NA POLÍTICA ECONÔMICA André Lara Resende, um dos economistas do Plano Real, apresentou uma série de propostas para mudanças na condução da política econômica e monetária do Brasil. Durante o Hora H desta segunda-feira (2), a âncora Thais Herédia (@thais.heredia) e a editora de economia Lucinda Pinto (@lucindapintojornalista) analisaram os principais pontos da proposta do economista. #CNNBrasil #Economia #LaraResende ...
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No Senado, em 2027, serão 54 pró-impeachment de ministros do STF. "O Supremo Tribunal Federal (STF) terá de lidar com um Senado bem menos resistente à discussão sobre impeachment de seus ministros a partir de 2027. Dos 81 parlamentares, 54 defendem publicamente o uso desse instrumento, segundo levantamento do Ranking dos Políticos. O número é exatamente o necessário para condenar um ministro por crime de responsabilidade. A renovação das cadeiras ajudou a mudar essa conta. Dos 54 senadores eleitos em outubro, 37 são favoráveis ao impeachment. O apoio vai além da direita e alcança até petistas, como Humberto Costa (PE), Rogério Carvalho (SE) e Samanda de Lula (RN), além de nomes do MDB, PP e Republicanos. O cenário dá outro peso à tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado. Criticado pela oposição por não dar andamento aos pedidos contra o ministro do supremo, Alexandre de Moraes, Davi Alcolumbre terá como adversário Rogério Marinho (PL-RN), apoiado pela direita, que colocou o impeachment entre suas prioridades políticas. A conta dos 54, porém, não representa votos garantidos contra Moraes. O levantamento identifica quem defende a possibilidade de impeachment, e não quem votaria pela condenação em um processo específico. Há ainda uma questão que interessa diretamente aos senadores: em dezembro de 2025, Gilmar Mendes elevou, por liminar, o quórum para a abertura desses processos a dois terços da Casa, mas, exigência que ainda depende de decisão definitiva do plenário do STF". diariodopoder.com.br/justica…
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De acordo com o comentador Roberto Motta, a reformulação da PEC da Segurança pelo relator Mendonça Filho representa um avanço histórico ao afastar a tentativa de controlo federal sobre as polícias estaduais e colocar, finalmente, os direitos das vítimas no centro da legislação penal. Segundo o analista, a proposta junta-se ao fim das saídas temporárias e ao projeto antifacção como um marco legislativo fundamental para o país. ► Assista ao #OsPingosNosls na íntegra no Siga o nosso perfil @jovempannews
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Novo rechaça apoio a Motta e deve lançar candidatura própria à presidência da Câmara. A intenção é escolher um parlamentar que tenha identificação com as pautas defendidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). revistaoeste.com/no-ponto/no…
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Se o povo não permitiu a ida ao Senado, tenta o supremo. Há coisas que só acontecem no Brasil Varonil, uma delas é a extraordinária capacidade que determinadas figuras públicas possuem de transformar derrotas eleitorais em oportunidades para ascender na hierarquia do poder, desde quando ao perder uma eleição, ganha uma indicação, não interessando se consegue convencer o eleitor, mas o PRESIDENTE da República. A INDICAÇÃO de SIMONE TEBET para a SUPREMA CORTE BRASILEIRA abre espaço no tabuleiro eleitoral para FERNANDO HADDAD, que também enfrenta suas próprias dificuldades eleitorais, GLEISI HOFFMANN, outra figura de destaque do universo petista que também já foi lembrada para o cargo do STF e MARINA SILVA, que igualmente desembarcou na disputa paulista. A propósito, será que Marina Silva também merece o cargo? Depois de tantos anos de protagonismo na defesa do MEIO AMBIENTE, com passagens pelo Ministério do mesmo nome e uma trajetória política construída em torno da preservação ambiental, será que talvez não esteja na hora de experimentar outros horizontes no MEIO JURÍDICO? Quem sabe, depois de tantas preocupações com a Amazônia, venha a se dedicar à preservação de outro ecossistema ameaçado, o da JUSTIÇA BRASILEIRA! O importante é não deixar o currículo esfriar e aqui chegamos ao ponto mais delicado da discussão. O Supremo Tribunal Federal não é uma repartição destinada a acomodar políticos que perderam eleições, tampouco uma espécie de agência de recolocação profissional para integrantes de governos que precisam encontrar um novo destino. A Constituição estabelece requisitos objetivos para a investidura no cargo: idade entre 35 e 70 anos, notável saber jurídico e reputação ilibada, a indicação é presidencial, depende de aprovação do Senado, portanto, Simone Tebet pode, em tese, preencher os requisitos constitucionais, sua formação jurídica e sua experiência na Comissão de Constituição e Justiça são elementos legítimos para discussão. Há, porém, uma diferença monumental entre preencher os requisitos legais e possuir o perfil institucional desejável para integrar a mais alta Corte do País tendo em vista que o STF não precisa de representantes de partidos, de aliados agradecidos, de companheiros de governo ou de personagens que necessitem de uma nova estação depois de uma viagem eleitoral malsucedida. Precisa de magistrados com independência, equilíbrio, conhecimento jurídico profundo, coragem para contrariar até mesmo aqueles que os indicaram e essa última qualidade, convenhamos, deveria ser examinada com uma lupa bastante potente. jornaldacidadeonline.com.br/…
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"O conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), sacou R$ 15,6 milhões em dinheiro na boca do caixa em um período de dez meses, entre 1º de janeiro e 22 de outubro de 2025. Ele fez 150 saques em espécie – 64 no guichê do banco somando R$ 15,47 milhões, e outros 86 em terminal de autoatendimento. Parte dessas movimentações foi realizada em uma agência do Sicoob instalada dentro da própria sede do TCE-MT, em Cuiabá (MT) Durante a operação denominada Tomada de Contas, a Polícia Federal apreendeu mais de R$ 5 milhões em espécie (somando reais, dólares e euros), além de dezenas de relógios de luxo, carros, armas e garrafas de vinho. Enquanto os extratos mostravam mais de R$ 15,4 milhões creditados em seu nome no período, o Portal da Transparência do tribunal registrava remunerações de cerca de R$ 288 mil para o conselheiro". @JornalDaCidadeO
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Integrantes da base governista pressionam Lula (PT) a rejeitar o ajuste fiscal cobrado por economistas e investidores para conter o avanço da dívida pública e recuperar a confiança na economia do país. Em vez de discutir cortes de despesas, aliados do presidente defendem a manutenção dos gastos sociais e chegam a propor a revogação do arcabouço fiscal, principal regra de controle das contas públicas. Nesta terça-feira (27), o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), afirmou que um pacote de ajuste nas contas públicas não está em discussão no governo. "Esse assunto não foi discutido, e nem está sendo discutido, muito menos aqui na bancada", declarou. A declaração contrariou a sinalização do ministro da Fazenda, Dario Durigan, que defendia medidas para dar uma resposta ao mercado. Horas depois, Guimarães tentou amenizar a repercussão e afirmou nas redes sociais: "Responsabilidade fiscal e compromisso social caminham como prioridade no governo". LEIA a reportagem completa na #GazetadoPovo : mrf.lu/2ppsz
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O mundo está atônitos.
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Onde está o processo formal, Ministro? @fdavilaoficial
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Por que Flávio Bolsonaro prevê queda antecipada de Lula. "O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que uma crise econômica no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá provocar uma antecipação da disputa presidencial e abrir caminho para uma nova eleição antes de 2030. A declaração foi feita na sexta-feira (30), durante sua primeira transmissão ao vivo dos Estados Unidos, após deixar o Brasil com a mulher e as duas filhas. Na avaliação do parlamentar, o agravamento das dificuldades econômicas será o principal fator de desgaste do governo e poderá abreviar a permanência de Lula no Palácio do Planalto. Flávio comparou o cenário que projeta para a atual gestão à crise enfrentada pelo governo Dilma Rousseff (PT) em 2014 e 2015, mas afirmou que a situação poderá ser ainda pior. “Eu acho que a minha expectativa é que a economia vai ser o principal fator de desgaste do atual governo. O cenário é muito pior do que o da Dilma lá em 2014, 2015”, declarou. O senador argumentou que Lula enfrentará dificuldades para conciliar as promessas feitas durante a campanha com a situação das contas públicas. Segundo ele, caso o presidente adote as medidas necessárias para cumprir os compromissos anunciados, poderá agravar ainda mais a situação econômica. “Se ele fizer aquilo que prometeu, o Brasil vai quebrar ainda mais rápido”, afirmou. Flávio disse acreditar que a deterioração econômica poderá derrubar o presidente “muito antes do que muita gente imagina”. @gazetadopovo share.google/6Ba3xmKRtAsmqfL…
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