Benfiquista do Norte, politicamente moderado. E PLURIBUS UNUM.

Vila Verde, Portugal
Joined February 2013
Leiam camaradas. Leiam e interpretem. Poderá ser difícil para alguns, mas deviam tentar mesmo assim.
My post about Hitler and the far right got millions of views. Clearly, it hit a nerve. So today I'm going to show you, step by step, why the notion of "far right" as it's used in France makes almost no sense. And why the people who wield it are usually the last ones who should be lecturing anyone. Let's start with the only question that matters: what makes a political system work or fail? To a very large extent, it's the economy. A country that produces wealth, that lets its citizens create, trade and build, stays standing. A country that destroys that collapses, no matter how beautiful its slogans are. And in economics, there are really only two worldviews. The first is collectivism. The idea that the State knows better than you. That it must plan production, set prices, run companies, decide what you earn, what you buy, and eventually what you think. The individual is just a cog serving a grand collective project: the class, the nation, the race, the people. The second is freedom. Capitalism, property, individual liberty, individual responsibility. The idea that millions of people creating value for one another produce infinitely more prosperity than an office of planners, however brilliant they may be. Now look at the list of the great totalitarian regimes of the 20th century. Stalin: total planning, forced collectivization, millions dead. Mao: the Great Leap Forward and the deadliest famine in human history. Pol Pot: money abolished, cities emptied, nearly a quarter of Cambodia's population exterminated. Mussolini, the man who coined the word fascism: "Everything within the State, nothing outside the State, nothing against the State." And Hitler, leader of the National Socialist German Workers' Party, whose program proclaimed "the common good before individual good." He subjected the entire German economy to State plans: the Four-Year Plan, frozen prices and wages, unions dissolved into a single state labor front, industrialists producing whatever the regime decided. Their flags were different. Their designated enemies were different. But the machinery was the same: the individual doesn't exist, only the collective matters, and the State decides everything. Why does it always end in totalitarianism? Because collectivism doesn't work. And when a system doesn't work, it has only two options: admit failure or force people. They always choose force. Ludwig von Mises proved it as early as 1920: without free prices, without a market, a planner simply cannot know what to produce, how much, or at what cost. He is flying blind. A planned economy isn't a less efficient version of the market. It's an impossibility. Friedrich Hayek drew the political conclusion in 1944 in The Road to Serfdom, a book he dedicated "to the socialists of all parties." One chapter is titled "The Socialist Roots of Naziism." Another, "Why the Worst Get on Top." For Hayek, controlling the economy isn't controlling one sector among others. It is "the control of the means for all our ends." Whoever controls your bread controls your life. Then your speech. Then your thoughts. Milton Friedman put it his own way: a society that puts equality before freedom ends up with neither. So we know exactly what works. It's not an opinion. It's a century of real-world experiments. Listen to the Austrian school, Mises and Hayek, with Friedman from Chicago alongside them: economic freedom, limited government, individual responsibility. And this is where we get to the great accusatory inversion. Part of the left-wing press spends its time screaming fascism. Why? Because the fascism fantasy is the best way to never talk about the track record of their own ideas. Deep down, they know: if their collectivist program were applied all the way, it wouldn't work, because a collective economy cannot work. And an economy that doesn't work always ends up having to coerce, surveil and ban. In other words, it becomes exactly what they claim to be fighting. The real heirs of totalitarian logic are not the ones being pointed at. So who gets called "far right" in 2026? People who want safe cities. People who want to keep their culture. People who just want to live a peaceful life, raise their kids, and not have to board up their shop every weekend. People who want the law to apply to everyone. If that's the far right, then the word no longer means anything. And maybe that was the point.
1
93
Quando a clarividência se sobrepõe à vitimização, temos naturalmente um grande texto. Bravo. Apenas aponto outro problema evidente causado pela geringonça e PS e que tem efeitos práticos neste tema: imigração descontrolada.
A acampada dos idiotas úteis Os jovens têm razões de sobra para protestar. Acamparam na praça errada. A acampada chegou a Lisboa vinda de Espanha. Nasceu em Madrid, na Puerta del Sol, a 26 de setembro, depois do despejo de uma senhora de 87 anos, e espalhou-se por umas vinte cidades de Espanha. Barcelona tem hoje mais de seiscentas tendas na Praça da Catalunha. O Porto montou as suas na Praça D. João I a 10 de outubro. Lisboa seguiu-lhe o exemplo no Rossio a 17, logo a seguir à marcha da CGTP, com o lema "Não dá mais? Então monta a tua tenda!". Uma das porta-vozes explicou que o protesto ecoa o que se passa lá fora, "principalmente em Espanha". As assembleias fazem videochamadas com Madrid e já se associaram à greve geral espanhola de 11 de novembro. Os números são modestos. No Porto, a 19 de outubro, 35 pessoas votaram continuar a dormir na praça. No Rossio havia cerca de cem tendas quando a polícia as levantou, na madrugada de 20, com 55 detidos. A intervenção policial deu ao movimento o que as tendas não davam: nessa noite, milhares encheram o Rossio e Ana Moura cantou a "Pedra Filosofal". Dizem que ninguém os organizou. Têm porta-vozes, equipa de comunicação, equipa de resposta, cantinas solidárias e, por trás, a plataforma Não Dá Mais, que junta cerca de quarenta coletivos e convoca manifestações por todo o país. A espontaneidade dá muito trabalho. Têm todo o direito de estar ali. A Constituição garante-lhes a reunião e a manifestação, e a Inspeção-Geral da Administração Interna faz bem em investigar a carga do Porto. Não discuto a tenda. Discuto o caderno de reivindicações. A raiva tem fundamento. Os preços das casas mais do que duplicaram desde 2017, diz o Banco de Portugal. No primeiro trimestre deste ano subiram 17,8% em termos homólogos, a maior subida da União Europeia nas contas do Eurostat. Entre 2021 e 2025, a população residente cresceu 825 mil pessoas. Em 2025 concluíram-se cerca de 27 mil casas novas. Numa década, estima o banco central, ficaram por construir cerca de 300 mil fogos. Os jovens não inventaram o problema. Enganaram-se no culpado. O cartaz do Rossio pede seis coisas: revogar a nova lei do arrendamento, acabar com despejos e demolições sem alternativa, travar a compra de casas por fundos, mais habitação pública, recuperar os devolutos e tetos às rendas "verdadeiramente acessíveis". Pelo caminho juntaram-se o controlo dos preços dos bens essenciais e dos combustíveis, um imposto sobre os lucros dos bancos e o congelamento das propinas. Nenhuma destas medidas constrói uma casa. Várias destroem as que existem. Comecemos pelos tetos. Portugal fez essa experiência durante mais de meio século. As rendas de Lisboa e do Porto ficaram presas em 1948, o 25 de Abril estendeu o congelamento ao país inteiro em 1974, e muitos contratos anteriores a 1990 continuam congelados até hoje. O resultado vê-se num passeio a pé na Baixa: prédios que o senhorio deixou cair porque a renda não pagava o telhado. Muitos dos devolutos que a acampada quer recuperar nasceram dos tetos que a acampada pede. A Catalunha repetiu a experiência em março de 2024, com tetos nas zonas que a lei chama "tensionadas". Dois anos depois, assinavam-se menos 20% de contratos de arrendamento e as casas alugadas eram mais pequenas. Barcelona tem teto às rendas e seiscentas tendas na praça. Em São Francisco, Rebecca Diamond, Tim McQuade e Franklin Qian mediram o efeito de alargar o controlo das rendas: os senhorios abrangidos reduziram em 15% a oferta para arrendar, e as rendas da cidade subiram 5,1%. O teto protege quem já tem casa. Fecha a porta a quem chega, e quem chega é quase sempre jovem. A lei que querem revogar vai no sentido contrário. Acaba com o travão de 2% nas rendas dos contratos novos, encurta de três para dois meses o prazo do despejo por falta de pagamento, deixa de limitar a caução a duas rendas, permite três meses de renda adiantada e começa a tirar do congelamento os contratos anteriores a 1990, conforme a idade e o rendimento do inquilino. Os detalhes discutem-se na especialidade. O sentido está certo. Cada proteção que a acampada defende tem um beneficiário e uma vítima, e raramente são a mesma pessoa. Quem ganha com um despejo difícil é quem já tem contrato. Quem perde é quem procura casa. Um senhorio que sabe que pode levar meses ou anos a recuperar a casa de um inquilino que não paga arrenda menos e mais caro, e escolhe com mais cuidado. Pablo Casas-Arce e Albert Saiz compararam 102 cidades de 47 países: onde fazer cumprir um contrato de arrendamento nos tribunais custa mais, o mercado de arrendamento é mais pequeno. O limite à caução e às rendas adiantadas fecha a mesma porta por outro lado. A caução é a garantia de quem não tem outra. O jovem de 25 anos, com contrato a prazo e sem pais que possam ser fiadores, podia oferecer seis meses de caução para ganhar a casa a um candidato com fiador e emprego estável. A lei atual proíbe-o. Sem poder cobrar o risco, o senhorio escolhe pelo currículo, e o currículo do jovem é o mais curto da fila. Estas regras protegem os inquilinos que já o são contra os que querem sê-lo. A senhora de Madrid cujo despejo pôs Espanha a acampar merece proteção. Quem a deve pagar é o Estado, com os impostos de todos. Atirar a conta ao senhorio é despejar a próxima. Até dentro da acampada há quem o perceba. Uma das pessoas que montou a tenda no Rossio contou ao Lisboa Para Pessoas que discorda de muitas destas soluções e não quer o mercado de arrendamento congelado. Travar a compra por fundos é afugentar o dinheiro que constrói. Em boa parte da Europa, os prédios feitos de raiz para arrendar são pagos por fundos de pensões e seguradoras. Proibi-los não cria uma casa; afasta quem a podia construir. O especulador de que a acampada fala existe, mas é outro. É quem guarda um terreno vazio ou um prédio em ruínas à espera de que a escassez lhe faça o trabalho. Há duas reivindicações com razão. A habitação pública é cerca de 2% do parque, das percentagens mais baixas da OCDE, segundo o Banco de Portugal. E os devolutos são uma vergonha. Mas um dos maiores proprietários do país, com muitos imóveis por usar, é precisamente quem a acampada quer pôr a construir: o Estado, cujo inventário o Tribunal de Contas considerou em 2021 incompleto e desatualizado. Quem não sabe o que tem dificilmente constrói depressa o que não tem. O resto do caderno é folclore com custos. Tabelar o preço do pão e do gasóleo é a receita mais velha e mais falhada da economia, de Diocleciano a Caracas, e dá sempre filas e prateleiras vazias. Um imposto extra sobre os lucros dos bancos acaba pago, em parte, em crédito mais caro, também no da primeira casa. E as propinas. O Governo propõe atualizar pela inflação uma propina máxima de 697 euros por ano, congelada desde 2020. A acampada quer que o pedreiro que não foi à universidade continue a pagar, com os seus impostos, o curso de quem vai ganhar, em média, mais do que ele. Os jovens têm razões de sobra para protestar, e tenho-o escrito muitas vezes. Há em Portugal tantos menores de 25 anos como maiores de 65, e o Estado gasta várias vezes mais com os segundos; os velhos, que votam mais, expropriam os novos. Cada residente, bebés incluídos, deve 25 mil euros de dívida pública e vai pagar 720 euros de juros em 2027. O PISA de 2025 deu a Portugal a pior nota de sempre em Leitura. Cada aumento acima do salário mínimo é tributado como se fosse um luxo. E 30% dos nascidos em Portugal com 15 a 39 anos vivem lá fora, cerca de 850 mil. Nenhuma destas razões está no cartaz do Rossio. Daí o título. A expressão "idiotas úteis" atribui-se a Lenine sem prova de que a tenha escrito, mas descreve bem o que se passa no Rossio. Os jovens montam as tendas; outros recolhem os dividendos. A CGTP marchou a 17 pela habitação e pelos salários e acabou no Rossio, onde as tendas apareceram nessa tarde. Francisco Louçã e José Manuel Pureza, coordenador do Bloco, foram à praça. Rui Tavares também, e o Livre pediu um debate de urgência no Parlamento. O PS exige ao primeiro-ministro que deixe cair a lei das rendas, a que José Luís Carneiro chamou "desumana e injusta". Do outro lado, André Ventura usa-os ao contrário: partilhou o vídeo de uma marcha de apoio a Lula, no Brasil, para os pintar como gangues estrangeiros. Cada um tira da praça o que lhe serve. Nenhum lhes dá uma casa. O PS é o caso mais desembaraçado. Governou de novembro de 2015 a abril de 2024, primeiro com a geringonça, depois sozinho. A construção tinha morrido antes, com a crise e a troika: em 2015 concluíram-se 7.148 casas novas. Os governos de António Costa tiveram oito anos para a ressuscitar. Nos quatro anos da geringonça, de 2016 a 2019, concluíram-se menos de dez mil casas por ano. Em oito anos completos de governo socialista foram 120 mil, menos do que só em 2002. Em 2018, a secretária de Estado da Habitação anunciou 170 mil casas com apoio público, para subir de 2% para 5% do parque em oito a dez anos. O 1.º Direito, lançado nesse ano, entregou quase 17 mil casas até janeiro de 2026, quase todas compradas ou reabilitadas; construídas de raiz, 1.568. O Banco de Portugal ainda conta 2% de habitação social. Pelo caminho, os mesmos governos limitaram a caução, travaram as rendas novas e inventaram o arrendamento forçado de casas devolutas. Oito anos deram isto. Agora o PS tem pressa. Quem ganha, no fim, com o caderno da acampada? O dono de casa antiga, que vê o património valorizar com cada prédio que não se constrói. O inquilino de 1985, protegido por uma renda congelada que o senhorio paga por ele. O autarca que não licencia e culpa os fundos. Os governos que preferem um teto, que não custa nada ao Orçamento, a uma reforma do licenciamento, que custa votos. Os jovens do Rossio acampam pelos instalados, contra os jovens que vêm depois deles. Enganaram-se na praça. A menos de um quilómetro do Rossio fica a Praça do Município, onde se decide quantas casas Lisboa deixa construir. Um pouco mais longe fica São Bento, onde se votam as pensões, os impostos e a dívida que lhes vão cair em cima. Montem lá as tendas. E levem uma reivindicação só, que cabe num cartaz: deixem construir.
1
208
Tão bom. Basicamente é isto. Criaram o problema com a imigração descontrolada. Quem avisava dos problemas futuros, foi apelidado de fascista, xenófobo, etc.. Agora, propõe soluções sem sentido que só vão piorar o que já está mal. Como não amar as cabeças ocas da esquerda. ❤️
Clásico Zurdo: Inventan el problema, proponen la solución que lo empeora y después culpan al capitalismo de la escasez que ellos mismos fabricaron. Ahí va el zurdo de siempre, con el discurso de “el Estado te va a dar lo que el mercado no te da”, pidiendo límites blandos, rentas controladas y “expropiese” disfrazado de solidaridad. Hasta que llega el día en que el dueño deja de construir, el inversionista se va, la oferta se seca y de repente el cuarto de 10 m² que antes costaba una renta razonable ahora se pelea como en Venezuela. Ahí la misma gente que aplaudía el control de precios empieza a llorar porque ya no hay. Hasta que te toca pagar la cuenta y te quedas sin casa, sin trabajo y sin dignidad el tiro les sale por la culata y todavía quieren más de lo mismo. 🔥 #TiroPorLaCulataZurdo #SocialismoHastaQueDuele #VenezuelaTeEstáEsperando #LímitesQueNoQuierenVer #ProgresismoConEscasez
103
$1,000 to someone completely random who likes & replies to this tweet. You must be following us. Winner in 24hrs. GO.
3,204
1,271
16
4,623
238,156
Isto é um discurso. Este é um político. A nossa sociedade, a ocidental, é a mais justa, mais próspera e a melhor sociedade que já existiu. E não temos que ter vergonha de o dizer. Antes pelo contrário. Temos que ter orgulho e lutar por ela e pelos seus valores.
We believe that the West can awaken from its long slumber – and rekindle the fire that was first lit in ancient Greece millennia ago.
2
174
Tão bom. Como eu teria gostado que fosse este o nosso capitão, que fosse este o nosso cartão de visita de Portugal no mundo. GOAT 🐐, não só no futebol, como na pessoa.
“GRACIAS LEO, GRACIAS POR HACERNOS MEJORES A TODOS”. UFFF, EL VIDEO DE AFA PARA MESSI. 💔🇦🇷
1
122
Vivemos tempos tenebrosos, em que o senso comum, a decência, a moralidade e dignidade humana são secundários. Este caso é chocante. Mas mais chocante é quem alega a inocência da mãe, quando os verdadeiros inocentes já não estão vivos, mortos às mãos de quem os devia proteger.
Does this really need explaining?
191
A vantagem de um país irreformável é que o conteúdo é intemporal.
⏱️ 2 minutos sobre o que te vai acontecer à reforma, e não vai ser bonito.
15
16
4
154
4,805
João F. retweeted
Estamos presenciando una invasión sin que el país infractor tenga que ejercer ningún tipo de fuerza. Esto es algo inédito en la historia de la humanidad. En el futuro se estudiará cómo la corrupción disfrazada de buenismo destruyó Europa.
193
4,376
35
18,469
166,031
Dear Spaniards, dear Europeans, We are being invaded. We are being governed by traitors who orchestrated this. The situation is critical. We cannot despair. Channel your energy into demanding that every single person storming Ceuta be sent back. Join @SaveEuropeAct now.
1,233
12,836
276
44,339
1,499,877
Mais uma vez, uma palavra para todos os que acharam por bem reeleger o banana do Rui Costa. Aposto que estão orgulhosos desta equipa. Antevejo anos negros para o Benfica. Espero estar enganado.
1
8
844
Publicações de Leo Messi 🇦🇷 quando: Perde / Ganha
28
202
6
5,400
260,741
Como é evidente para quem sabe o que é uma bola e não é Ronaldete. Desde 2016 que há melhor opção que Ronaldo na selecção. Desde 2022 que Ronaldo não devia ser sequer convocado, pois há segundas, terceiras e quartas melhores opções. Parabéns ao Carlos Daniel pela clarividência.
«𝗖𝗿𝗶𝘀𝘁𝗶𝗮𝗻𝗼 𝗥𝗼𝗻𝗮𝗹𝗱𝗼 𝗳𝗼𝗶 𝗼 𝗺𝗮𝗶𝗼𝗿 𝗽𝗿𝗼𝗯𝗹𝗲𝗺𝗮 𝘁𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗮 𝘀𝗲𝗹𝗲𝗰̧𝗮̃𝗼» A utilização do astroportuguês foi prejudicial para a seleção? Diz-nos a tua opinião nos comentários!
1
1
233
No puede ser, soy mar de lágrimas.
8
494
13
2,969
38,479
Cinco ingleses, y no lo pueden parar. 39 años. Simplemente Lionel Messi 🪄
55
1,003
29
7,458
88,434
Todos os toques na bola do Messi após o golo da Inglaterra. Absolutamente magnífico. É um prazer e uma honra poder assistir do início ao fim, à carreira do maior e melhor jogador de futebol de sempre 👑 xitter.cf/xaviburner/status/2077…
2
34
989
39 anos.
186
5,722
536
40,176
741,550
João F. retweeted
🥹🩵
54
733
51
6,140
201,947
João F. retweeted
Mais uma assistência do melhor de todos os tempos. Ganhem ou não o Mundial, Messi só não volta a ganhar todos os prémios de melhor do mundo este ano se quem avalia é cego.
1
10
64
2,253
Só quem não gosta de futebol é que pode não apreciar este Deus do jogo. Messi é o sonho de qualquer menino que sonhava ser jogador. Tem tudo. Talento, trabalho, humildade e génio. Só tenho pena não ter nascido português... 🐐
Qué mas? 🐐
1
1
8
649