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Trump prepara nova leva de sanções e punições contra o STF!
Assista até o final e compartilhe.
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Donald Trump acaba de fazer uma declaração explosiva sobre a eleição presidencial brasileira nesta quinta-feira, 29 de outubro, após autorizar a entrada de Flávio Bolsonaro e sua família nos Estados Unidos.
“Foi uma grande vergonha para o povo do Brasil!”, declarou o presidente americano, ao comentar o processo eleitoral que garantiu a permanência de Lula no poder.
Trump revelou ainda um detalhe importante: o próprio Lula teria pedido que ele não tomasse partido durante a disputa presidencial.
“Eu assisti à eleição. Não tomei partido. Deixei rolar. O presidente, o atual presidente, me pediu para não tomar partido. Não tomei partido. Mas, quando vi o que aconteceu no Brasil, foi uma vergonha.”
O presidente americano também apontou para o colapso do mercado financeiro brasileiro após o resultado eleitoral.
“O mercado diz isso. Basta dar uma olhada no mercado. O mercado deles despencou. Achei que foi uma situação muito vergonhosa para o Brasil.”
O que Lula apresenta ao mundo como uma vitória democrática já enfrenta questionamentos públicos do presidente dos Estados Unidos. Em contrapartida, a China, principal parceira comercial do Brasil e aliada estratégica de Lula, saiu em defesa do resultado anunciado pelo TSE. Xi Jinping felicitou o petista e defendeu o aprofundamento da parceria entre os dois países.
Enquanto Lula invoca a “soberania nacional” e afirma que o Brasil não é quintal de ninguém, Pequim reafirma seu apoio diplomático à continuidade de seu governo. De um lado, Trump denuncia uma eleição vergonhosa; do outro, o regime chinês reconhece o resultado e celebra a parceria com Lula.
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A ofensiva contra a oposição brasileira chegou ao Wall Street Journal. Em editorial publicado nesta quinta-feira, 29 de outubro, o influente jornal americano critica duramente as medidas contra Flávio Bolsonaro após a reeleição de Lula.
O título é forte: “Ao vencedor do Brasil, a vingança política” (To Brazil’s Victor Goes Political Revenge). A chamada é ainda mais explícita: “O governo de Lula mira o adversário derrotado, Flávio Bolsonaro”.
O jornal questiona a entrega dos documentos de viagem de Flávio, determinada por Alexandre de Moraes a pedido da Polícia Federal após o segundo turno.
O jornal destaca que Flávio enfrentava medidas restritivas sem acusação criminal formal.
O editorial também considera justificável a concessão de vistos americanos à família Bolsonaro e questiona a possibilidade de o opositor receber um julgamento imparcial no Brasil.
O editorial resgata uma declaração de Lula durante a campanha, quando afirmou que Flávio enfrentaria investigações ao perder a imunidade parlamentar. Para o WSJ, Lula escolheu primeiro o adversário e prometeu encontrar depois o crime.
A publicação também critica Moraes por supostamente ampliar sua jurisdição por interesses políticos, ressaltando que cabe à Procuradoria-Geral da República decidir sobre acusações criminais contra políticos federais.
O jornal aborda ainda o julgamento de Jair Bolsonaro, destaca o voto de Luiz Fux pela absolvição e associa a saída de Flávio ao exílio de jornalistas e críticos brasileiros que temem a prisão.
O WSJ compara esse cenário à trajetória de países que caminham da liberdade para a autocracia, com líderes eleitos que passam a controlar o Judiciário e perseguir adversários. E questiona se o Estado de Direito sobreviverá no Brasil.
Enquanto o Wall Street Journal questiona as medidas contra Flávio, o “grande consórcio da mídia brasileira” volta a rotular a família de “golpista”.
Diante dessa mudança abrupta de comportamento após as eleições, a pergunta é direta e “talvez” retórica: o consórcio está com medo de confrontar o regime ou é, de fato, conivente com ele?
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Viva a "democracia", eles disseram.
Não deu nem 24 horas depois da eleição, o PT já ameaça os 3 milhões de votos que o Paraná confiou a mim.
Enquanto isso, parlamentares da esquerda pedem a apreensão do passaporte de Flávio Bolsonaro e prometem ir atrás de outras lideranças da direita.
Esse é o “governo do amor”: ódio, vingança e perseguição contra quem ousa enfrentar o sistema.
Aos mais de 59 milhões de brasileiros que não escolheram o PT, vocês não estão sozinhos. Não vamos abaixar a cabeça nem abandonar o Brasil.
Se você também vai continuar lutando, deixe a sua mensagem nos comentários!
True
Lula packed Brazil’s Supreme Court with his own lawyer and justice minister and had them lock his rival up for 27 years.
Back in 2023, after taking power, he named Cristiano Zanin and Flávio Dino to the court. In 2025 both voted to convict Jair Bolsonaro of a coup plot and hand him the sentence.
That court had previously wiped Lula’s own corruption convictions in 2021 so he could run again.
On election day, Zanin ordered the polls kept open another 2 hours, 3 minutes before they were supposed to close. Both sides had asked, but the call came from Lula’s former defense lawyer.
Even after Bolsonaro was barred and jailed, Lula still trailed Flávio 45–47 in the first round and only scraped past him by under 4 points in the runoff.
Flávio still refuses to concede. Lula called the win a defeat for denialism and lies.
Two of the judges who put his rival away were the men he put on the court. Voters barely picked him. The court cleared the path.
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Flávio não perdeu para as urnas: perdeu para o sistema!
Assista até o final para entender.
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Nem 24 horas! O segundo turno das eleições presidenciais mal havia terminado e Alexandre de Moraes já havia determinado que Flávio Bolsonaro entregasse seus passaportes, inclusive o diplomático, e ficasse proibido de deixar o Brasil.
Nesta segunda-feira, 26 de outubro, o candidato “derrotado” por Lula foi abordado pela Polícia Federal quando deixava a residência de seu pai, Jair Bolsonaro, em Brasília.
Segundo Flávio, a ordem foi expedida ainda na noite de domingo, imediatamente após o anúncio do resultado eleitoral, e utilizou como fundamento uma antiga declaração de Eduardo Bolsonaro sugerindo que o irmão deixasse o país caso perdesse a eleição.
Flávio afirma que jamais manifestou essa intenção.
A medida integra uma investigação - muito questionável e sigilosa sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo o senador e o advogado Willer Tomaz - Moraes também proibiu o contato entre ambos.
E aqui está o absurdo; uma restrição dessa magnitude é imposta a um senador da República, horas depois de uma disputa presidencial, enquanto a fundamentação integral da decisão permanece sob sigilo, sem acesso público.
O país conhece a punição prática sobre a liberdade de circulação, mas não conhece integralmente os elementos que justificariam sua necessidade.
Flávio denuncia intimidação política e faz uma pergunta que define o estado de exceção instaurado no país: se tivesse vencido a eleição, a Polícia Federal estaria igualmente à sua espera?
Flávio afirma que cumprirá a ordem, recorrerá judicialmente e não será silenciado. Mas recorrerá a quem? Aos mesmos que querem vê-lo preso?
Para esse regime, oposição boa é oposição atrás das grades. Na lógica da perseguição política, não basta derrotar o adversário nas urnas; é preciso eliminá-lo da vida pública. Não sobrará ninguém para fazer oposição.
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COMEÇOU A VINGANÇA!
7 minutos foi o tempo entre o TSE confirmar a derrota de Flávio Bolsonaro e a Polícia Federal pedir a apreensão de seus passaportes.
Segundo O Globo, Alexandre de Moraes aceitou o pedido ainda na noite de domingo, sem ouvir previamente a PGR.
Entre os argumentos usados está uma declaração de Eduardo Bolsonaro dizendo que Flávio deveria deixar o país, algo que o próprio Flávio nunca afirmou que faria.
A eleição mal havia terminado e a perseguição prometida por Lula já estava pronta. Fica a pergunta: se Flávio tivesse vencido, essa decisão teria acontecido com a mesma velocidade?
Escreva nos comentários o que você acha 👇
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E AGORA? Será que foi assim que brotaram 11 milhões de votos?
É assim que as fraudes acontecem, segundo Gilmar Mendes e o Flávio Dino.
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A reeleição de Lula da Silva provocou uma reação imediata entre empresários brasileiros. Nas redes sociais, multiplicam-se manifestações de empregadores que defendem a demissão de funcionários petistas e não pretendem financiar trabalhadores que apoiam um projeto político responsável pela deterioração da economia brasileira.
Nesta segunda-feira, 26 de outubro, começaram a circular relatos de trabalhadores supostamente dispensados por suas posições políticas. Entre os episódios divulgados estão a alegada demissão de 14 funcionários de uma mesma empresa e outros casos individuais. Os desligamentos, entretanto, ainda não foram comprovados.
Segundo reportagem do Metrópoles, o Ministério Público do Trabalho recebeu 140 denúncias de assédio eleitoral em apenas um dia. O número não representa 140 demissões confirmadas, mas demonstra a dimensão do conflito político que chegou às relações de trabalho.
Em Minas Gerais, listas de comerciantes e estabelecimentos identificados como apoiadores do PT começaram a circular, ampliando a mobilização contra aqueles que declararam apoio à reeleição de Lula.
O resultado das urnas encerrou a disputa eleitoral, mas deixou sem respostas os questionamentos sobre a prorrogação excepcional da votação determinada por Cristiano Zanin. A revolta está longe de terminar. Não se pode ignorar a indignação dos empresários diante de impostos sufocantes, insegurança jurídica e políticas hostis a quem empreende, quando trabalhadores apoiaram nas urnas justamente o projeto político que responsabilizam pelo próprio sufocamento econômico. Afinal, são os empreendedores que assumem os riscos, investem capital e geram empregos, não se pode exigir que sustentem um sistema que os leva à falência.
Quem defende esse modelo econômico precisa também responder pelas suas consequências. A liberdade de pensamento é um direito de todos, inclusive de quem emprega. E o governo que se apresenta como defensor dos trabalhadores deveria explicar por que tantos empresários se sentem cada vez mais desprotegidos, penalizados e abandonados. Sem empresas economicamente viáveis, não existem empregos a proteger.
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O momento mais emocionante de cada evento. Uma quinta-feira abençoada pra você e sua família!
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Uma denúncia gravíssima envolvendo crianças de apenas 11 anos provocou o afastamento de uma professora da rede municipal de Potirendaba, no interior de São Paulo.
A prefeita Gislaine Montanari Franzotti, conhecida como Gi Franzotti (PL), divulgou nesta quarta-feira, 21 de outubro, imagens de câmeras de segurança de uma sala de aula, após receber a denúncia de uma mãe cuja filha voltou da escola chorando e assustada.
Segundo as gravações divulgadas, a professora associou uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro ao fascismo e afirmou que alguns alunos morreriam, apontando crianças individualmente e fazendo distinções pela cor da pele.
“Você ia morrer, pois você é parda”. Ao ser questionada por outra criança, respondeu: “Claro que iria, você está lá com um pezinho na senzala”.
A Prefeitura confirmou o afastamento da professora e anunciou uma sindicância administrativa, além de encaminhamentos ao Ministério Público do Trabalho, à Justiça da Infância e Juventude e ao Conselho Tutelar.
É revoltante, inadmissível e gravíssimo! Escola é lugar de ensinar, não de doutrinar, aterrorizar ou impor ideologias políticas. Usar a sala de aula para provocar medo, constranger crianças e fazer distinções pela cor da pele é uma conduta absolutamente inaceitável.
As investigações seguem em andamento. Escola não é lugar de doutrinação político-ideológica. Isso precisa acabar!
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Deltan foi ao TSE para receber os documentos de Lula, mas ele mais uma vez descumpriu sua promessa.
Boulos se desespera e manda seus assessores tumultuarem nosso vídeo. Nunca foi tão fácil escolher. No dia 25, vote Flávio Bolsonaro 22, por boa fé e boa educação.
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Nikolas Ferreira acaba de publicar o vídeo mais importante desta reta final das eleições, expondo diante do Brasil uma realidade escondida pelos discursos políticos de Lula da Silva: a vida de nordestinos que envelheceram ouvindo promessas de prosperidade, mas continuam enfrentando a pobreza e a falta de serviços básicos.
Nascido em Pernambuco, Lula construiu parte de sua identidade pública em torno da origem nordestina, do combate à fome e da promessa de melhorar a vida dos brasileiros mais pobres.
Mas o discurso político e as narrativas de Lula encontram a dura realidade. Mulheres e homens relatam suas dificuldades e trazem nos olhos a verdade de uma vida que passou, enquanto tudo continua do mesmo jeito, no chão de terra. Histórias de sofrimento, doenças e dificuldades que atravessam gerações.
As promessas de Lula em 2002 continuam as mesmas em 2026. Vinte e quatro anos separam esses dois momentos, mas só restaram palavras ao vento e a sensação de um futuro roubado.
O Nordeste não pode ser lembrado e usado apenas nas eleições; a dignidade de seu povo precisa ser restaurada. O Nordeste é Brasil! E nenhuma nação pode falar em progresso enquanto milhões de seus cidadãos ainda esperam por direitos básicos.
O futuro do Nordeste não pode ser apenas mais uma promessa. Precisa se tornar realidade! E somente o próprio povo nordestino poderá ser protagonista dessa mudança!












