“Não faça promessas que não pode cumprir”. Estou bem confortável aqui, mas, me diga, se é para eu sair, aonde devo ir? E consegue me prometer que a minha casa estará inteira quando eu voltar?
Ah, ele é . . . Um colega de trabalho. Espírito? Tipo. . . Não tenho notado nada estranho por aqui. Só a Chica — apontou para a gatinha deitada no chão, ao lado da cadeira. — que tem se assustado com algumas coisas. Tem certeza que isso é necessário?
Não, não, não. Não faça essa cara. Achei que a ideia tivesse sido boa. Se foi, por que você sorriu e 𝘥𝘦𝘴𝘴𝘰𝘳𝘳𝘪𝘶 depois?
Olha. . . Desculpa se foi estranho te parar assim na rua, do nada, mas eu só queria dizer que adorei o chapéu.
Risadas? Não estou rindo do ataque, loirinho, estava rindo de um processo idiota que estou lendo aqui no computador. Mas, olha, não acho que vou poder sair daqui agora. . .









