2024/25: “Lamine Yamal has just 9 league goals, he’s always doing useless dribbles”
2025/26: “Lamine Yamal does not score against big teams”
2026/27: “Lamine Yamal is now focused on scoring goals, he doesn’t dribble anymore”
No matter what he does, they’ll always find something to complain about. Y’all opinions don’t matter anyway 😭😭
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scored against psg, England so they can't use "big game" arguments against us
Lamine Yamal this season:
⚽️⚽️🅰️ vs Deportivo Alaves
❌ vs Real Madrid
⚽️ vs PSG
⚽️🅰️ vs Real Betis
🅰️🅰️ vs Galatasaray
🅰️ vs Getafe
❌ vs Croatia
⚽️ vs Czechia
⚽️⚽️🅰️ vs Croatia
⚽️ vs England
🅰️🅰️ vs Sevilla
⚽️🅰️🅰️ vs Racing Santander
⚽️⚽️ vs Levante
⚽️🅰️🅰️ vs Feyenoord
⚽️⚽️ vs Valencia
⚽️⚽️ vs Rayo Vallecano
❌ vs Athletic Club
❌ vs Elche
He has 28 G/A in 18 games.
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apesar de comemorar e torcer, eu ainda to olhando assim para os jogadores do Flamengo pelo jogo ridículo da libertadores
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O comportamento de Washington depois da reeleição de Lula merece mais atenção do que vem recebendo, porque ele revela até onde vai o poder americano sobre a política brasileira.
O resultado foi proclamado às 21h08 do domingo, 25 de outubro, e a Casa Branca só se manifestou quase vinte horas depois. Isso rompeu uma tradição longa: Bush ligou para Lula em 2002, Obama cumprimentou Dilma em 2014, o próprio Trump telefonou ao vencedor de 2018 na mesma noite e Biden reconheceu a eleição de 2022 antes que o derrotado admitisse a derrota. Desta vez, segundo a imprensa, o Departamento de Estado tinha uma nota pronta e decidiu guardá-la enquanto o candidato derrotado pedia a anulação do pleito.
Quando Trump finalmente falou, disse que a eleição “pareceu ter fraude” e estranhou a prorrogação do horário de votação, tudo isso sem apresentar uma única evidência. Na mesma resposta, porém, descartou qualquer reação americana, lembrou que governa os Estados Unidos e afirmou gostar de Lula. Essa combinação de insinuação e recuo é o retrato de uma potência que gostaria de interferir, sabe que não tem instrumentos para isso e procura sair da situação sem admitir a derrota da aposta que fez.
E a aposta era grande. A Casa Branca esperava ver o Brasil dentro do Escudo das Américas, a coalizão de segurança lançada em março que também serve para conter a presença chinesa na região, além de abrir negociação sobre minerais críticos. Colômbia, Chile e Peru entraram nessa linha. O Brasil, por decisão do próprio eleitor, ficou fora, e isso pesa muito mais do que qualquer adesão menor, porque estamos falando da maior economia e da maior democracia da América Latina.
Há ainda um detalhe que mostra o isolamento momentâneo de Washington: governos de direita da própria região cumprimentaram Lula antes da Casa Branca. A solidariedade latino-americana e os interesses comerciais concretos continuam falando mais alto que a afinidade ideológica com Trump.
O calendário também amarra as mãos do governo americano. Em 3 de novembro os Estados Unidos renovam o Congresso nas eleições de meio de mandato, e abrir uma crise diplomática com o Brasil às vésperas dessa votação seria um custo difícil de justificar para os republicanos.
Para o Brasil, o episódio abre uma janela. A reeleição fortalece uma diplomacia de equilíbrio entre Estados Unidos, China e Europa, recoloca o acordo entre Mercosul e União Europeia no horizonte e dá ao país mais margem para negociar em temas sensíveis sem aceitar o papel de quintal.
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0 emoción, 0 ilusión. Pueden ganar 10-0 el sábado y no voy a sentir nada, por un buen tiempo va a ser así. La decepción fue gigante.





































