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Espero que Flávio não tenha sua prisão decretada, pois todo esse teatro é para construir uma narrativa! Ao contrário de quando perderam em 2022, agora eles não estão conseguindo se manter unidos e nem mobilizados após a derrota. Minhas análise das redes deles nas primeiras 48 horas depois do resultado das eleições comprovam isso.
A direita ressurgirá com força nos próximos 4 anos, ocupando o lugar da extrema direita e, com isso, eles serão definitivamente varridos do Brasil!
A única coisa que pode mudar isso é um fato que consiga uni-los novamente, algo pintado como uma injustiça e que mantenha viva a figura do inimigo em comum. A única coisa no momento que tem esse potencial é um mandado de prisão contra Flávio. Se isso não acontecer, a narrativa se perde: “fugiu” ? “Do que”?
Claro que eles ainda manteriam a narrativa mesmo sem o mandado, porém ficará só no campo da teoria da conspiração, uma vez que nenhuma ordem de prisão terá sido emitida. O “inimigo a ser combatido” deixa de existir, a gente não dá mais palco pra ele, elegemos novos adversários, eles caem no ostracismo, pra sempre !
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Se o filho fugiu com ajuda dos EUA, nada impede que haja um plano de fuga para o Jair fugir da domiciliar também.
Isso não pode acontecer. Bora subir BOLSONARO NA PAPUDA JÁ
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No había un hombre. Había diez millones de hombres y mujeres. Un ejército. Diez millones de corazones y ni un solo fusil.
El ejército del mayor líder popular de la historia de Brasil: Luiz Inácio Lula da Silva.
Un ejército que no llevaba armas, sino esperanza. Que no disparaba balas, sino palabras. Que no conquistaba territorios, sino corazones.
Porque hay batallas que no se ganan con la fuerza de las armas, sino con la fuerza de las convicciones.
Y cuando millones de corazones laten por una misma causa, no hay ejército en el mundo más poderoso que un pueblo decidido a escribir su propia historia.
Yo solo fui uno de esos diez millones.
El verdadero general siempre fue el pueblo. Y Lula, la esperanza que nos mantuvo unidos.
¡Viva Lula! ¡Viva el pueblo brasileño! ❤️🇧🇷
La noche en que Lula ganó su cuarto mandato, había un hombre que no se despegaba del presidente. Era André Janones, un diputado convertido en general de un ejército digital sin el que no se entiende la remontada histórica del domingo social.elpais.com/huag1
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Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.
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Se fosse honesto, tinha aberto o sigilo. Se fosse honesto, não fugia. Eu falei e repito: Flávio queria ser eleito para não ser preso, não para governar o Brasil.
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Dilma sofreu um golpe e permaneceu no Brasil.
Lula foi perseguido e permaneceu no Brasil.
Haddad perdeu as eleições e no dia seguinte foi dar aula na Universidade.
Jair perdeu e tentou dar golpe de estado.
Flávio perdeu e fugiu.
Não somos iguais.
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O espírito do playboy carioca Barra da Tijuca, zero esforço, tudo na mão já pronto, do jeito que ele acha que tem que ser, o jeito playba. Estava claro nas entrevistas, nos dois debates, domingo à noite e fugindo hoje. Playboy, malandro, Barra da Tijuaaaca.
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Eu quero a autocrítica das elites financeiras do Brasil que apostaram num playboy bandidinho antipático ladrão-de-carteira de quinta categoria para liderar a direita.
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A direita mente de um jeito que só a direita acredita.
O dono da empresa de ônibus de Salvador disse que os ônibus não rodaram porque militantes lulistas colaram adesivos.
Aí, o G1 mostrou a foto dos ônibus:
Todos com o mesmo adesivo no mesmo lugar.
Obviamente plantado.
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Não existe nenhum personagem histórico com o arco do Lula. Você pode odiá-lo, mas não pode negar que a vida do cara é digna de um épico. Reviravolta digna de anime. Aura absurda.
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O caso de ontem mostra que empresário de ônibus não tem respeito aos brasileiros.
Lula deve criar uma empresa pública de transporte de ônibus que liberte os brasileiros desses golpistas e amantes de ditaduras.
E passar a tarifa zero de 1 dia a cada 2 anos para 2 dias por semana
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Ansioso para chegar no Congresso Nacional e pautar todo dia a prisão de Flávio Bolsonaro e todos os envolvidos no escândalo do Banco Master.
Flávio, acabou a imunidade parlamentar!
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porra quem diria que a direita passou anos chamando o lula de 9 dedos e quando ele teve uma oportunidade de responder foi dessa forma na tv aberta e podemos considerar o corte mais importante de todos debates desta corrida presidencial
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O pai: primeiro presidente a não conseguir ser reeleito.
O filho: primeiro candidato que saiu na frente no primeiro turno e levou uma virada.
É a família mais fracassada do Brasil
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Os caras escolheram o megazord dos crimes como candidato. O cara gabaritou o código penal com tanta denúncia.
Colocam Pablo Marçal como marketeiro, Nikolas Ferreira com vídeo fake, Pavanato e Eduarda como estrelas da comunicação e
tão se perguntando como perderam?
Tnc burros
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Janones, Alckmin, Kátia Abreu, PT do nordeste em peso, sociedade civil, eleitor furioso que se mobilizou aos 45 do segundo tempo: heróis nacionais.
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Nada me tira da cabeça que foi exatamente aqui que o Lula conseguiu a sua reeleição
Essa fala dele mexeu comigo, e tenho certeza que tocou os corações de milhares de brasileiros e brasileiras
Lula é gente como a gente, ele é o retrato do povo simples que luta pra levar o sustento para os seus lares
A democracia prevaleceu, e o Bolsonarismo chegará à ruína que sempre mereceu
SOMOS LULA ⭐️❤️















