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Canto, Desenho e falo abobrinha. *ela/dela*

East Blue
Joined January 2010
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Qualquer coisa que eu SEI fazer e fico insegura eu penso que algum homem tá fazendo sem nenhum preparo e sem se sentir insuficiente com isso. Aí a insegurança passa e eu FAÇO.
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🚨 PARA VOCÊS TEREM NOÇÃO DA DIMENSÃO DO PROBLEMA: em Itacaré, há placas em hebraico por todo canto, homenagens a soldados israelenses criminosos de guerra e até um bairro chamado “Morada de Israel”. Mas a PRÓPRIA POPULAÇÃO não pode se manifestar artisticamente porque os sionistas e os empresários acham ruim. 🇧🇷🇵🇸 #ItacaréDosBrasileiros
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Brasileiros têm que entender que eles não são turistas, são colonos. São militares, muitos deles de férias do genocídio contra os palestinos, enquanto outros já foram liberados das obrigações militares. Eles não estão aqui para visitar, estão invadindo. É missão, não é passeio.
🚨 PARA VOCÊS TEREM NOÇÃO DA DIMENSÃO DO PROBLEMA: em Itacaré, há placas em hebraico por todo canto, homenagens a soldados israelenses criminosos de guerra e até um bairro chamado “Morada de Israel”. Mas a PRÓPRIA POPULAÇÃO não pode se manifestar artisticamente porque os sionistas e os empresários acham ruim. 🇧🇷🇵🇸 #ItacaréDosBrasileiros
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Estou acionando as autoridades e cobrando medidas urgentes sobre o caso de assédio sexual cometido por um turista israelense contra uma brasileira em Salvador. Conforme a denúncia da vítima, um turista israelense a assediou, ofendeu, perseguiu e ameaçou após ela rejeitar seus avanços quando ela estava saindo de um atendimento hospitalar na região da Barra. Há indícios, também, de que o turista está hospedado na mesma região em que a vítima mora. Tudo isso cria uma situação de gravíssimo risco para a integridade e a vida desta mulher e de outras mulheres na Bahia. É público que grande parte dos turistas israelenses que estão tirando férias no Brasil, principalmente na Bahia, são militares ou ex-militares, e eles estão chegando aqui após o exército israelense perpetrar verdadeiros crimes contra a humanidade, nos quais a completa desumanização das vítimas não apenas é comum, como é um comportamento estimulado e defendido pelo estado de Israel. E, conforme amplamente noticiado, soldados de Israel já utilizaram o estup*o como forma de entretenimento e tortura contra vítimas palestinas e, posteriormente, foram inocentados pelas autoridades israelenses. Não podemos permitir que soldados de outro país cheguem ao nosso país e, com proteção de uma nação estrangeira e suas autoridades, façam o que bem entenderem em nosso território, aterrorizem mulheres brasileiras e as coloquem em risco. Por isso, como presidenta da Comissão das Mulheres da Câmara dos Deputados estou em contato com a vítima e oficiando a Secretaria de Segurança Pública da Bahia pedindo providências urgentes para a sua proteção e a responsabilização do agressor, e também a criação de um canal específico de denúncias sobre casos de assédio cometidos por turistas estrangeiros. Também estou solicitando ao Itamaraty que avalie as medidas cabíveis frente ao acúmulo de casos de horrores cometidos por soldados israelenses na Bahia. Inclusive, a proibição de entrada de soldados de toda e qualquer nação estrangeira que seja acusada por órgãos internacionais de crimes de guerra, incluindo Israel.
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Estamos acompanhando com atenção os relatos de hostilidades em Itacaré e Morro de São Paulo, o apagamento do painel da Frente Palestina do Sul da Bahia e o caso da jovem soteropolitana vítima de importunação sexual por estrangeiros. Todos sob apuração da Polícia Civil. 🧵👇
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OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica. Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país. Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial. O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro. Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” . Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza. Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada. Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil. Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana. Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil? Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina. Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
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Replying to @fandomscomlula
É coisa de doido isso q tá acontecendo na Bahia A BAHIA É DOS BRASILEIROS #ItacareDosBrasileiros #MorroDeSãoPauloDosBrasileiros
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quem diria que o mínimo de dignidade pros funcionários fariam eles se dedicarem mais
🚨 BREAKING NEWS l CEO da C&A confirma queda nas faltas dos funcionários após adotar escala 5x2 em 60 lojas
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esse aqui é o próximo passo deles na bahia. é isso que eles estão planejando, divulgando e se organizando para fazer.
Israelenses invadem e roubam casas de famílias palestinas na Cisjordânia ocupada. Colonos judeus tomaram ao menos 8 casas de famílias palestinas em Jericó, Cisjordânia ocupada. Após o roubo das casas, o exército israelense impede que as famílias palestinas se aproximem do local
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Conseguimos 200 comentários com as tags nesse tweet ou esse exército tá morto? A BAHIA É DOS BRASILEIROS, #ItacareDosBrasileiros e #MorroDeSãoPauloDosBrasileiros
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Amores mios, vamos deixar algo claro: Vocês não precisam participar de um fandom para fazer parte da nossa união. Nosso linguajar, nossa postura e nossas postagens vão carregar o jeito dos fandoms. São anos de fanbase, de afeto e de mobilização que fazem parte de quem somos e a gente nem combina com essa caixinha de seriedade! Mas, para fazer parte, ninguém precisa ser de fandom: aqui tem espaço para todo mundo que queira somar. ❤️ O momento pede união, troca de conhecimento e organização. Queremos transformar essa vontade de fazer a diferença em força coletiva, porque o Brasil que a gente sonha precisa de muitas mãos. Então, não se acanhem: brota, convoca e vem com a gente! O Fandoms Com Lula não tem classificação indicativa. Tem espaço para todas as vozes, histórias e a famosa "vontade de fogo" para construir um Brasil melhor. ✨
Replying to @fandomscomlula
Sou muito fã de vocês, gente, pena que não participo de nenhum fandom senão trabalharia com vocês também
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Depois desse caso, parei pra ver a série 'Malabi Express', que popularizou a Bahia como destino pra quem termina o serviço militar em Israel. É basicamente um soft porn que retrata a Bahia como destino sexual. As mulheres se oferecem de fio dental e as imagens fazem o Pânico na TV parecer Malhação. Não é por acaso que eles enxergam a Bahia como destino sexual onde tudo é permitido. Venderam essa imagem na TV israelense. Uma parte da série é em hebraico e não tá traduzida. Aparentemente, pouquíssimos brasileiros deram atenção. Tá no YouTube pra quem quiser ver, traduzir, clipar etc. Acho importante aumentar a visibilidade dessa história e dessa série. A situação só vai melhorar quando as redes sociais criarem um incidente diplomático que faça a sociedade israelense enxergar que o Brasil tá revoltado com a imagem projetada pela série. Nosso país tem a reputação de um Golden Retriever e pouco histórico de antissemitismo. Israel nunca teve uma reputação tão ruim, por bons motivos. Não vejo outra solução que não passe pelo Brasil criando uma polêmica de escala internacional para proteger a Bahia.
A situação dos israelenses na Bahia tá ficando surreal. Esse relato é de Carolina Carvalho, uma amiga que estudou comigo no colégio e foi assediada hoje na Barra. Pra quem não sabe, uma série de sucesso em Israel popularizou a Bahia como destino pra quem termina o serviço militar. Desde a guerra, esse pessoal chega aqui completamente surtado e incapaz de respeitar muitos direitos brasileiros. Especialmente na região de Itacaré e Morro de São Paulo, muitos protegem os turistas com a desculpa de que eles trazem dinheiro. O caso da minha amiga é mais um dentre muitos relatados nos últimos anos.
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Nós estamos correndo um risco gigantesco, galera! A Bahia é só o começo, a gente já sabe como eles agem. Certamente o “povo escolhido” vai começar a afirmar que essas terras foram prometidas a eles e a história a gente já sabe como segue. Precisamos tornar esse assunto visível em TODAS as redes sociais!! Quem tiver contato com portais de notícia, mobiliza!!
Replying to @rogeriomatuck
Olha a página deles. Logo colonizam.
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Aquele documento da PF que o Nikolas falsificou não vai dar em nada?
Aquele documento da PF que o Nikolas falsificou não vai dar em nada?
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🚨 APRESENTEI UM PROJETO DE LEI PARA QUE A HORA DO ALMOÇO CONTE COMO HORA TRABALHADA! Hoje, quem trabalha 8 horas por dia geralmente precisa dedicar 9 horas da sua vida ao emprego. Isso porque a hora do almoço não é contabilizada na jornada de trabalho. Mas essa hora não é um tempo plenamente livre. O trabalhador não escolhe quando vai almoçar e, muitas vezes, não consegue voltar para casa, buscar os filhos na escola ou resolver questões pessoais. Precisa organizar sua vida de acordo com os horários definidos pela empresa. Meu projeto muda essa realidade: quem cumpre uma jornada de 8 horas poderá trabalhar 7 horas e ter 1 hora de almoço, sem redução salarial e mantendo o direito ao descanso. Afinal, a pausa para alimentação também beneficia as empresas, que precisam de trabalhadores descansados e atentos.
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NÃO DEIXAREMOS CAIR NO ESQUECIMENTO‼️ #ItacaréDosBrasileiros
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gente nao faz sentido transfobia hoje ser crime e nossos POLÍTICOS passarem impunes por isso. samia eu te amo.
A petição pela cassação do mandato de Nikolas Ferreira, liderada por Sâmia Bonfim, já acumula mais de 890 mil assinaturas, faltando menos de 10 mil para chegar aos 900 mil e ser entregue ao Conselho de Ética.
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O turismo só é positivo para uma população quando acontece com responsabilidade e respeito. Em Itacaré, a sequência de conflitos envolvendo moradores e turistas israelenses tem ampliado as tensões sociais. Enquanto isso, a população ainda espera um posicionamento mais claro e medidas concretas do poder público para mediar os conflitos e evitar que novos episódios se repitam.
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Por que Nikolas Ferreira não está preso pelo uso de documento falso, tipificado nos Artigos (297 e 304) do Código Penal brasileiro ? A lei é para todos ? "Explode", @AndreJanonesMG !
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É desesperador e urgente falar sobre o que está acontecendo aqui no norte do Brasil. Estamos sendo sufocados diariamente com muita fumaça de muitas queimadas, a maioria de forma proposital, grilagem de terra, e não cessa. É questão de saúde pública, urgente!! Essas são imagens de hoje, 6 de novembro, em Santarém, aqui no Pará.
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É isso. Precisamos lutar pela reindustrialização do nosso país custe o que custar Se pra isso tivermos que passar por cima da rede Globo, do mercado financeiro, da igreja evangélica, seja lá do que for, precisamos fazer A gente ganhou só a primeira batalha na luta por soberania
Lula DEFENDE a soberania brasileira e NEGA que o Brasil vá apenas exportar terras raras, afirmando que o país vai investir na própria indústria.
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