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Professor do Dept. de Economia da Universidade de Brasília.

Brazil
Joined April 2010
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Not a bad definition from Tom Sargent of cronyism. Lets consistently and persistently study these social relationships!
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Há quem acredite que está salvando as nossas belas e sólidas instituições democráticas por não permitir nem mesmo que esse cidadão seja investigado.
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Who made this 😂😂😂
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A ampliação dos limites para MEI está entre as medidas mais desastrosas do pacote de medidas irresponsáveis e populistas que Lula lançou para conseguir ser reeleito. Além de cara, cria um monte de distorções.
Governo apoiou o aumento dos limites para a MEI por questões eleitoreiras, preferindo o blábláblá do que se fiar nos estudos que mostram que a MEI não alcançou seus objetivos. No fim, virou forma de evitar a tributação. Déficit previdenciário crescerá por conta dessa medida. Mesmo assim, governo continua dizendo que tem responsabilidade fiscal
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Se você tiver três minutos para assistir um vídeo hoje, assista esse do @ThomasVConti. Se não tiver, mas tem algum interesse no debate que está acontecendo sobre juros, arrume os três minutos.
Cobaias de Lara Resende? A falta de evidências em uma proposta arriscada de experimento macroeconômico.
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Sobre o debate a respeito de política monetária no Brasil, algumas coisas precisam ficar claras. Economistas acusam a Selic alta quando a comparam com a taxa de política monetária de outros países no mundo e notam que o Brasil está ali entre as maiores delas. Parece uma maneira justa de se analisar o retrato, mas dá para fazer melhor? Sim. Podemos colocar a série histórica da Selic em perspectiva com a demanda doméstica brasileira. Apesar da elevação da taxa Selic aos 13.75% ali por meados de 2022, que mais tarde foi seguida por um ciclo tímido de corte aos 10.50% em 2024, a economia brasileira seguiu com uma fortíssima performance do mercado de trabalho. A taxa de desemprego atingiu mínimas históricas, próximas de 5%, e a renda do trabalho chegou a crescer 6% ao ano acima da inflação. A demanda doméstica estava tão forte que a inflação de serviços se estabilizou acima de 5% ao ano, 2pp acima da meta do Banco Central. Por nenhuma outra razão além do desconforto com a inflação persistentemente alta, o Banco Central precisou voltar a subir os juros e levou a taxa Selic dos 10.50% para 15% em 2025. O que isso nos diz? Que o Banco Central já ensaiou cortes de juros a partir desses níveis mais altos, mas se viu forçado a subi-los ainda mais para entregar o seu objetivo institucional, definido por lei. Enquanto a inflação estiver alta, quem vai garantir que ela caia numa proposta em que o Banco Central estará cortando juros de maneira acelerada? O instrumento alternativo para domesticar a demanda é o da política fiscal. O governo vai cortar gastos e tolerar o aumento da taxa de desemprego para conseguir reduzir a inflação, mesmo isso não sendo o seu papel institucional? O Ministério da Fazenda não deve satisfação legal alguma se a inflação acontecer de ficar bem acima da meta estabelecida para o Banco Central. É razoável confiar nele para esse objetivo? Quem garante que as empresas não passarão a subir seus preços em 5, 6, 7% ao ano, uma vez que a meta de inflação prometida deixa de ter essa credibilidade? Em macroeconomia, nos regimes tradicionais de política econômica, aos quais o Brasil se subscreve, quando o Banco Central decide subir juros para controlar a inflação, o Ministério da Fazenda reduz o gasto/sobe tributo para não emitir dívida cara e/ou não atrapalhar o trabalho do Banco Central de estabilizar a economia. No Brasil, o Ministério da Fazenda passou esses últimos dois ciclos de aperto monetário do Banco Central indo de encontro a essa regra, gastando mais, independentemente de onde a inflação estava. Isso permitiu que a economia crescesse por mais tempo, mas atrapalhou a convergência da inflação para a meta e jogou a dívida pública lá para cima. Jogou contra a estabilização da economia para ganhar uns anos a mais de crescimento. Agora que a dívida e os juros subiram demais, em vez de desesticar a corda, muitos articulistas do governo querem que o Banco Central reduza os juros e ignore o regramento institucional ao qual haviam se submetido, na famosa tentativa de "fingir demência" e continuar ignorando restrições orçamentárias básicas. Nesse processo de "fingir demência", também abusam da autoridade e reputação de acadêmicos, pinçando ideias que deem algum ar de substância para seus desejos. A grande verdade é que essa resistência em permitir que a economia brasileira desacelere e estabilize sua relação dívida/PIB e a inflação tem um custo, e esse custo é exponencialmente mais danoso para quem herda o país de seus atuais dirigentes. São os jovens que estão para entrar no mercado de trabalho daqui a alguns anos, muitos dos quais nem votam ainda e sequer entendem o que poderá acontecer com eles. Sob esse ponto de vista, há certo cinismo em dizer que o dilema atual é entre austeridade e política social. Estabilidade macroeconômica é uma das poucas políticas sociais que o Brasil recusou aos seus jovens. Quem entrou no mercado de trabalho entre 2013 e 2019 no Brasil viveu isso na pele.
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Não dá nem para chamar de incompetência ou algo do tipo, só um enorme ódio ao Botafogo explica isso.
NOVO REFORÇO NO FOGÃO? 😳👀 Botafogo criou o cargo de assessor de arbitragem e escolheu Marcelo de Lima Henrique para a função. O ex-árbitro já iniciou as atividades no clube. Marcelo vai trabalhar diariamente com jogadores e comissão técnica, orientando sobre regras e comportamento em campo. 🗞️ | TF
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Nur mal kurz zusammengefasst...
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"Devem participar da reunião o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, e o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Aloizio Mercadante. Além deles, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), também estará presente." Prenúncio de um "Nova Indústria Brasil 2.0 - Agora vai!"?
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A expectativa de inflação para este ano está em 5,22%, para 2027 está em 4,76%. O BC tem que buscar uma inflação de 3%, que é o centro da meta. O intervalo de tolerância vai de 1,5% a 4,5%. Quem está pedindo redução de juros deveria tomar coragem e pedir logo o fim do regime de metas. Se há alguma crítica à decisão do Copom é por não ter subido os juros.
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Bad policy, bad character make bad politics: erratic tariffs, impulsive Iran war, blanket pardons, apparent corruption, weaponized justice, ICE brutality, mountainous deficits, hiding Epstein, abandoning allies and coddling enemies. Hoping for a course correction, for the country and for my party.
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JD Vance realizing updating his pronouns might give him a shot at the presidency in 2028
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How the Vanceguard is coping right now:
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Em 1995, a então vice-primeira-ministra sueca Mona Sahlin teve que renunciar ao cargo em meio a um escândalo conhecido como “O Caso Toblerone”: ela havia comprado dois chocolates e um vestido com cartão corporativo do governo, num total de 35 euros. No Brasil de hoje, os juízes constitucionais Toffoli, Moraes e Nunes Marques são flagrados com contratos milionários de familiares, gastos de luxo e prostituição pagos por um banqueiro corrupto investigado em seu tribunal e, passado mais de um ano, permanecem intocáveis.
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BREAKING NEWS: VLADIMIR PUTIN LOSES U.S. HOUSE AND SENATE
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É o tal Polymarket, não é? Que coisa.
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O agora querido André Lara Resende já foi um desafeto do PT, como mostra esta postagem no site oficial do partido em 2014. O título dizia que ele planejara o confisco. Já o corpo fala que contribuiu. Estranho. Sem fonte, nada. Decidi investigar. Vem comigo no 🧶
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Esse negócio de política monetária é complicado, os caras tem basicamente um instrumento (eu sei, eu sei… mas na hora do pau é só um mesmo) que é meio mais ou menos. O BC nem mesmo define exatamente a Selic, mas uma meta para Selic. Entre a meta para Selic e a inflação ao consumidor existem mais coisas do cabem nos modelos macro. Mas, mesmo assim, o negócio funciona, pode não ser uma maravilha, mas funciona. Daí colocam outro objetivo. Além da inflação, o BC tem que cuidar do emprego. Os caminhos que levam da Selic para a taxa de desemprego são ainda mais tortuosos dos que os que levam para o IPCA. Problema não, se vira aí. Como tudo sempre pode piorar, há quem diga que o BC deve olhar para o crescimento do PIB, que está relacionado com emprego, é fato, mas por caminhos cheios de curvas. Não para aí, em uma busca na literatura o amigo vai encontrar sugestões para o BC considerar na política monetária temas que vão da desigualdade à questões ambientais. Ainda tem a dívida pública, sim ao ajustar a meta para Selic o BC teria que considerar a dinâmica da dívida pública. Já que o governo não faz o ajuste, caberia à política monetária cuidar do serviço. Como a meta para Selic vai cuidar da inflação, emprego, da dívida pública (e privada?) além de outras questões que vez por outra aparecem é coisa que não sei dizer. Imagino que seja bem difícil, ainda bem que trabalho na UnB e não no BC. Creio, porém, que alguns colegas discordam de mim e agora querem limitar o uso da Selic. Enquanto isso a expectativa para inflação deste ano segue acima do limite superior da meta… E o Botafogo, hein? Será que cai?
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