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Heil God Emperor Ataturk!
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GTA 6 is 17 days away and there's suddenly a bunch of threats of potential nuclear wars now all of a sudden
Só foi a gente chegar no mês do GTA 6 que começou a surgir ataque cibernético e guerra nuclear
Under pressure from Israeli prime minister Benjamin Netanyahu, the Trump administration may be within days of launching a nuclear strike on Iran. The target would be Pickax Mountain in central Iran, where Israeli intelligence claims the Iranian government has restarted its nuclear enrichment program. No conventional weapon in the American arsenal can penetrate 300 feet of solid granite to destroy the tunnels where enrichment is supposedly taking place. The only military option is a nuclear strike. Netanyahu has been pushing hard for one. “Bibi calls Trump about it every day,” says an informed observer.
Netanyahu is cornered and desperate. After last week’s election results, he can’t form a government unless Trump intervenes directly in Israeli politics and brokers a deal with other parties that gives Netanyahu 61 seats in the Knesset. Otherwise, he is out as prime minister and on his way to ignominy, investigations and possibly jail. Netanyahu must stay close to Trump. He needs this war.
To that end, he’s applied maximum pressure to his closest allies in the administration, including Secretary of Defense Pete Hegseth and CENTCOM commander Brad Cooper. Both oppose a negotiated settlement to the war they’ve so grievously mismanaged; both are pushing to restart major combat operations. Secretary of State Marco Rubio and CIA director John Ratcliffe are also following Netanyahu’s lead, as are leaders of the Democratic Party. In a recent meeting on the subject, former president Barack Obama said he opposes the current Iran peace deal being drafted in Doha.
The rest of America’s longtime allies in the Middle East are terrified by the prospect of more war. On September 27th, Netanyahu flew secretly to Abu Dhabi to enlist the UAE in his lobbying effort for a final attack on Iran. The Emiratis refused. After eight months of conflict, Gulf economies are teetering. So are global energy and fertilizer markets. They won’t recover soon. Globally, there are a total of about 850 supertankers used to transport oil from producers to the rest of the world. In October alone, 11 of them were badly damaged in Hormuz. At this pace, a global depression is imminent. A nuclear strike would radically accelerate the destruction. Fallout from a ground explosion at Pickax Mountain would contaminate the Persian Gulf, poisoning the water supply for 100 million people.
And those are just some of the immediate consequences for the region. The rest of the world is every bit as exposed. No country other than the United States has ever used a nuclear weapon in war. Some would like to. An American nuclear attack on Iran would set a new precedent. The Russians have already told at least two other governments that an American nuclear strike on Iran would free them to use nuclear weapons against Ukraine. Pakistan and India would be tempted to do the same against each other, as would North Korea against Seoul. After the first nuclear strike, World War Three is inevitable. That war would be short and final.
We’ve been sleepwalking toward this moment for months. Since February, the administration has quietly rewritten America’s nuclear doctrine to make first use of so-called “battlefield nukes” easier and therefore more likely. No one in Washington in either party seems bothered by this. Now we’re on the brink of it.
Close observers say Trump is likely to decide by next weekend whether or not to use nuclear weapons. That would be November 7, six days from now. To his credit, he’s hesitating. At the moment, Trump is listening to his vice president, JD Vance, and to his envoy and friend Steve Witkoff, both of whom argue a deal with Iran can be made.
They’re right, though it won’t be simple. The Iranians are famously frustrating to negotiate with under any circumstances, and elements of that government have become more radical since Ayatollah Ali Khamenei and his family were killed in February. After decades of isolation, even relatively moderate Iranian leaders seem confused by how decisions are made in the West. (There is a widespread belief in Tehran, for example, that the United States government controls Israel.) But overall, people who have spoken to decision-makers in Iran say there is consensus there that more war is bad for everyone and a deal is worth making.
One group that hasn’t been consulted so far is the global population — the hundreds of millions of people who will be killed along with their children if Trump is pushed by Netanyahu into launching a nuclear strike next week. Now would be the time for them to speak up.
Uma semana atrás, Flávio Bolsonaro era candidato mais provável à presidência do Brasil. TODAS as pesquisas indicavam uma vitória do Flávio ou um empate. Absolutamente NENHUMA pesquisa dava vitória pro Lula, pelo menos não com a margem absurda que ele teve.
De domingo pra terça o Flávio passou de candidato mais provável a presidência do Brasil pra refugiado político.
Eles querem que a gente acredite que isso é normal, que está tudo dentro da normalidade, que não tem nada a ser questionado aí.
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Tem algo muito estranho acontecendo no mundo.
Hackearam a Binance, hackearam freezer de mercado (!).
Que doidera, só a urna eletrônica brasileira é confiável mesmo
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NADA tira da minha cabeça que o Jair Bolsonaro expós a Parasitepill e o sistema o derrubou em 22 e agr em 26.
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COVID-19 = Placebo.
Cloroquina e Ivermectina = Santo Graal da Medicina.
Discorda = burro.
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Infelizmente as pessoas que postam esse tipo de coisa, não fazem ideia do que o próprio Código de Mineração brasileiro diz, desde sua criação em 1967…
O brasileiro médio carece de conhecimento da sua própria legislação e economia, e quando infectado por ideologias, postam e falam o que lhe são convenientes de acordo com tal ideologia na qual defende.
Como especialista na área de mineração há 15 anos, e doutorado na área afirmo: o Brasil nunca foi e nunca será soberano em bens minerais! Repita isso 10x até você se acostumar com a ideia.
As maiores mineradoras do Brasil hoje são custodiadas principalmente por: EUA, China, Austrália, Canadá, Alemanha, França, Inglaterra, Suécia, etc.
O motivo: Ninguém quer investir num ramo com um custo tão alto e ainda contar com uma das maiores instabilidades jurídica, burocrática e econômica do planeta.
Para curiosidade de todos, irei dar alguns custos e prazos INICIAIS para se conseguir viabilizar um título de lavra e início de operação no Brasil:
Água mineral: R$5 milhões, 8 anos
Ouro: R$20 milhões, 12 anos
Cobre e Níquel: R$50 milhões, 12 anos
Nióbio: R$1,5 bilhões, tempo mínimo inestimado (inviável para pequeno porte)
Terras raras: R$1,5 bilhões, tempo mínimo inestimado (inviável para pequeno porte)
Ferro: R$20 milhões, 10 anos
Fosfato: R$15 milhões, 10 anos
Manganês: R$10 milhões. 8 anos
Areia ou argila (construção civil) R$1 milhão, 4 anos
Brita (gnaisse ou basalto): R$3 milhões, 5 anos
Lembrando que esse é o tempo e investimento MÍNIMO estimado, e considerando minerações de pequeno porte. Se formos considerar grande porte, o investimento mínimo será de pelo menos R$500 milhões.
Agora, imagine você tendo que investir essa grana toda e passar por instabilidade política e econômica de 3 ou 4 governos subsequentes para conseguir iniciar operação. Pensou a quantidade de leis, diretrizes ambientais que mudam a todo momento? Some isso ao valor do minério com variação do dólar, custos gerais, pesquisa mineral, influências políticas, etc, etc.
Entendeu agora o porque nós dependemos tanto de investimento de fora? Somente alguém com uma moeda forte e valorizada frente ao real teria coragem de assumir tantos riscos.
Então, quando você ouvir essa falácia de algum ideologista otário, explique isso pra ele! O Brasil não irá “dar” seus bens minerais, ele já faz isso legalmente desde 1967, e ilegalmente desde o descobrimento.
Obs.: E sim, nós dependemos “Deles” e queremos que eles comprem nossas jazidas. Parabéns, você (brasileiro) acaba de descobrir que ainda é colonizado.
🚨 A Venezuela era só o aperitivo. O prato principal era o Brasil!
Donald Trump acaba de escancarar sua lógica imperialista: segundo ele, o dinheiro obtido com o petróleo venezuelano já teria pagado, várias vezes, os custos da guerra no Irã.
E adivinhem o que estava na mira desse laranjão maluco? As riquezas do Brasil!
Terras raras, petróleo e minerais estratégicos. A Reuters revelou que o acesso às nossas reservas era um objetivo da Casa Branca e poderia ser facilitado com Flávio Bolsonaro no poder.
Agora imaginem o tamanho do estrago com a família Bolsonaro entregando nossa soberania de bandeja para Trump, enquanto buscava proteção política nos Estados Unidos.
O projeto era transformar nossas riquezas em instrumento dos interesses americanos. A Venezuela mostra até onde essa ambição pode chegar.
O Brasil não é colônia dos Estados Unidos. E nossas riquezas não existem para financiar as loucuras de Trump nem os interesses do clã Bolsonaro! 🇧🇷
NOTA AO BRASIL
Fui procurado por vários veículos nesta semana, inclusive pela Rede Globo, que me convidou para uma entrevista exclusiva. Aceitei com uma condição simples: que fosse exibida na íntegra, sem cortes e sem temas proibidos. A emissora preferiu não seguir adiante. Pelo que tudo indica, o Fantástico deste domingo vai exibir uma longa reportagem a meu respeito, sem me dar o direito de resposta. Se o maior grupo de comunicação do Brasil está com MEDO, não tem a menor condição moral de me julgar ou tentar destruir minha reputação.
Não sai do Brasil, sai pelo Brasil! Sonhei com a mudança do nosso país para melhor e, no domingo, apenas sete minutos após o anúncio do resultado das eleições já havia uma decisão judicial com medidas cautelares contra mim, com base em mentiras.
Doze horas depois e no meio da rua, fui intimado do início da perseguição, ao deixar a casa do Presidente Bolsonaro. Tudo diante do olhar lacrimejado de um pai, com comorbidades, que está condenado a mais de 27 anos de prisão - sem ter cometido crime algum - e que já sofre pela distância de outro filho que não vê há mais de um ano e meio, em função da perseguição ilegal e arbitrária que também sofre.
Isso não é democracia e está muito longe de ser um processo judicial justo e imparcial.
Ao menos estou num país onde posso manifestar livremente minha opinião, não serei alvo de um juíz que acordou com vontade de fazer o mal e enviou a sua polícia à minha casa para revirar as calcinhas das minhas filhas na gaveta.
Fui candidato à Presidência enfrentando todo um sistema que quer as coisas continuem como estão no Brasil: ótimas para eles, mas muito piores para você. Não me arrependo de absolutamente nada do que fiz e deixo uma reflexão: “Não há remédio eficaz no Brasil para cessar violações a Diretos Humanos.” (Cristiano Zanin, em 7/Ago/2016).
Nos próximos dias, vou conversar com grandes veículos nacionais e internacionais. Sem cortes, sem filtro. Quem quiser ouvir, ouvirá o que ninguém mais pode dizer estando no Brasil.
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Esquerdista é tipo:
"A culpa dos problemas do Brasil são 1747572827375726570784 agentes, menos o cara que comanda o país a 20 anos. Ele não tem culpa nenhuma"




























