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MAIS DADOS CURIOSOS 📈
Juntando TODOS os 10 candidatos a presidência do 1º turno, temos:
Augusto Cury 3.448.569
Renan Santos 2.675.887
Ronaldo Caiado 2.605.148
Romeu Zema 326.488
Samara Martins 122.911
Hertz Dias 43.103
Clariana Barão 40.043
Edmilson Costa 22.693
Wilson Grassi 16.881
Rui Costa Pimenta 15.024
Total 9.316.747
E mais cerca de 5 milhões de quem não votou no 1º turno, ou anulou e votou em branco e foi agora no 2º turno.
Ou seja, total a mais de cerca de 14 MILHÕES! 🤔
Lula teve, IMPRESSIONANTES, 11 milhões dessa galera aí. 😮
Eu sou MATEMÁTICO e não consigo explicar.
Se alguém tiver alguma explicação, por favor, me ajude… ✍️
🤖 Made with AI
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Neste quarto mandato eles vão dizer que este país acabou? Lula ativou o sincericídio.
BETs não destroem vidas.
Quem destrói a própria vida é a pessoa que não tem controle em apostas.
Nenhuma BET coloca arma na cabeça da pessoa pra pegar o celular e apostar.
Isso também serve pra bebidas alcoólicas, cigarros, máquinas caças níqueis e jogo do bicho.
Forte abraço!
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Flávio Bolsonaro diz que é CONTRA os cassinos online, mas sinalizou que, caso eleito, deseja manter as apostas esportivas (bets) com quota fixa!
"Sou contra jogos, de qualquer forma, mas aposta em jogos reais, no jogo de futebol, no jogo de vôlei, no jogo de tênis, você tem alguma forma de controle. Temos a Mega Sena, tem um monte de jogos que são legalizados. O problema é o cassino online"
🗞️ @UOL
📸 Reprodução
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
























