Um fã hardcore de quadrinhos, mangás e cultura pop, sempre hypando animes como Steins;Gate e defendendo o poder da empatia do Superman!!!

Brasil
Joined September 2013
Hoje, 26 de outubro, é a data em que Einstein, o cachorro do Doutor Brown, se tornou o primeiro viajante do tempo da história. Em De Volta para o Futuro, na madrugada de sábado, 26 de outubro de 1985, no estacionamento do shopping Twin Pines, o Doutor Emmett Brown faz o primeiro teste do DeLorean com o seu cão como passageiro. Sem que ninguém controlasse o carro, que foi acelerado por controle remoto até as 88 milhas por hora, Einstein foi enviado um minuto para o futuro, saindo à 1h20 e chegando à 1h21, e voltou sem sentir nada. Foi ali que o Doutor Brown comprovou que sua invenção funcionava, e o animal ganhou, de bônus, o título de pioneiro. Passados 41 anos, a cena continua sendo um dos momentos mais lembrados da trilogia: um teste científico disfarçado de piada, que estabelece as regras da máquina do tempo e coloca no centro da história o cão que nunca soube que fez história.
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Spoilers do episódio final de Bleach. Bleach: o que significa a cena pós-créditos do episódio final e o que esperar do futuro!! O episódio 50 de Bleach: Guerra Sangrenta dos Mil Anos, “Morte e Morango”, encerrou a adaptação nesta segunda-feira (26). Ele adapta os dois últimos capítulos do mangá, o 685, “O Fim da Perfeição”, e o 686, que dá nome ao episódio, e pula dez anos depois da derrota de Yhwach. Rukia assume como capitã da 13ª Divisão, e a nova geração aparece com Ichika Abarai, filha de Renji e Rukia, e Kazui Kurosaki, filho de Ichigo, segundo a Screen Rant. O próprio Tite Kubo confirmou que criou dois personagens novos para o final, e disse em 25 de outubro que ainda não tinha visto o episódio. Depois dos créditos, o anime adapta a última página do mangá, que termina com o poema de Ichigo e Rukia e as palavras “As Histórias dos Corajosos", e que fecha um ciclo aberto no primeiro capítulo. A leitura mais coerente é simbólica, e não literal: a paisagem árida e a palavra desespero gravada no chão não indicam um “quarto mundo”, mas a ideia do primeiro poema, a de que tememos o que não podemos ver. Yhwach queria apagar o próprio conceito de morte, e com isso os humanos, no fundo, viveriam em terror permanente dela. A resposta da obra é a coragem de continuar enfrentando o medo, e o último poema completa a ideia com a imagem de passos que não param, aconteça o que acontecer; a narração da página contrasta justamente seguir em frente apenas vivendo com seguir em frente vencendo os próprios medos. O discurso de Aizen no Muken, sobre o medo dar coragem para continuar andando, reforça essa leitura. Quanto ao futuro, não há anúncio oficial de continuação. A base para uma sequência existe: o one-shot "Novos Suspiros do Inferno" (tradução livre, este one-shot nunca chegou por aqui), de 73 páginas, publicado por Kubo em agosto de 2021, que prepara o “Arco do Inferno”. Um evento de celebração do final de Bleach vai acontecer no Makuhari Messe, em 27 e 28 de fevereiro de 2027, que não garante novidades. Rumores sobre uma nova história no mangá ou a adaptação do one-shot não foram confirmados, apenas o game Bleach: Mirrors High, com designs originais de Kubo.
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Vi um perfil que trocou o encerramento desse último episódio pela primeira abertura de Bleach e ficou perfeito. Se encaixou tão bem que parece original.
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Oficial: a humilhação do Vegeta não é mais cânone!
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Eles removeram a cena do soco que Yamcha deu em Bills para o bem da trama. #DragonBallSuper
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Walter Koenig, o Chekov de Jornada nas Estrelas, morre aos 90 anos O ator e roteirista Walter Koenig, que interpretou o navegador russo Pavel Chekov na série original de Jornada nas Estrelas, morreu no domingo, 25 de outubro de 2026, aos 90 anos, de causas naturais, em sua casa em North Hollywood, em Los Angeles. A informação foi confirmada pelo agente do ator, que disse que ele estava acompanhado da filha e de uma sobrinha. Koenig entrou na série da NBC no início da segunda temporada, em 1967, e permaneceu até o fim da exibição, em 1969, aparecendo em 36 episódios. Voltou ao papel nos seis filmes da equipe original, de Jornada nas Estrelas: O Filme (1979) a Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (1991), e deu voz ao presidente Anton Chekov em um episódio de Star Trek: Picard, em 2023. Fora da franquia, o ator ficou conhecido pelo papel de Alfred Bester, o temido agente da polícia psíquica de Babylon 5, e ele assinou o primeiro episódio de Jornada nas Estrelas escrito por um integrante do elenco. Em 2012, recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Em comunicado, o representante do ator destacou o seu “otimismo, humor e espírito aventureiro” e lembrou que ele compreendia o que Jornada nas Estrelas significava para o público. George Takei, o Sulu da série original, também se despediu do colega nas redes sociais. Koenig deu rosto e sotaque a um personagem que a produção criou para atrair o público jovem, e acabou fazendo dele parte inseparável da tripulação da Enterprise. É o tipo de despedida que lembra que a nave segue em frente, mas a sua tripulação original está cada vez menor.
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Faltam 52 dias para a estreia de Vingadores: Doutor Destino nos cinemas do Brasil (marcada para 17 de dezembro de 2026), com sessões de pré-estreia começando no dia 16 de dezembro.
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A primeira descrição oficial do Doutor Destino em Vingadores: Doutor Destino já foi divulgada, e ela reforça o mistério em torno da máscara. Victor Von Doom é o governante da Latveria e mestre da magia e da tecnologia, e "ninguém sabe o que ele realmente esconde atrás da máscara". A descrição aparece em um livro de colorir oficial do filme, e o detalhe chama atenção porque o rosto de Robert Downey Jr. como Destino não apareceu em nenhum dos trailers divulgados até agora. O filme estreia nos cinemas brasileiros em 17 de dezembro.
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Uma jornada inesquecível e uma despedida triste... Obrigado Bleach, obrigado Kubo!
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Um clipe que reúne toda a evolução do Ichigo desde o início até o final de Bleach
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O confronto entre Julius Juukulius e Reid Astrea da 4ª temporada de Re:ZERO – a comparação entre a versão exibida na TV e a do Blu-ray japonês mostra como o White Fox aproveita o lançamento em mídia física para lapidar a animação.
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Algumas correções foram feitas na luta entre Julius e Reid Astrea no episódio 17 de Re:Zero, e a versão antiga foi removida das plataformas de streaming, como a remoção da palavra "Demo" da capa de Julius, a alteração na forma como ele corre no início da luta e o ajuste no momento da aparição de Anastasia. A versão aprimorada:
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Action e Comics retweeted
22 ANOS... E AGORA É HORA DE DIZER ADEUS. Crescemos assistindo a Bleach. Rimos, choramos e acompanhamos a jornada de Ichigo Kurosaki por incontáveis batalhas inesquecíveis. Para muita gente, Bleach nunca foi só um anime: foi parte da infância, das memórias e da vida. Agora, depois de 22 anos, chegou a hora de encarar que toda jornada precisa ter um fim, e o episódio final da série vai ao ar amanhã, dia 26 de outubro, no Japão. Por mais que os anos passem, Bleach sempre terá um lugar especial em nossos corações.
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Hoje é dia de votar. Neste domingo, 25 de outubro, os brasileiros voltam às urnas no segundo turno das eleições para escolher o próximo presidente da República. A votação vai das 8h às 17h, no horário de Brasília, e quem ainda não foi ainda tem tempo de ir. Mesmo quem não votou no primeiro turno pode votar normalmente, desde que o título esteja em situação regular. O voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 69 anos, e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas a partir dos 70 anos e pessoas não alfabetizadas. Quem estiver fora da cidade onde vota pode justificar a ausência até as 17h, pelo aplicativo e-Título ou em qualquer seção eleitoral do município em que estiver. Votar é uma das formas mais diretas de participar das decisões que afetam a vida de todos nós. Vá e vote. #Eleições2026 #SegundoTurno #Vote
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22 ANOS... E AGORA É HORA DE DIZER ADEUS. Crescemos assistindo a Bleach. Rimos, choramos e acompanhamos a jornada de Ichigo Kurosaki por incontáveis batalhas inesquecíveis. Para muita gente, Bleach nunca foi só um anime: foi parte da infância, das memórias e da vida. Agora, depois de 22 anos, chegou a hora de encarar que toda jornada precisa ter um fim, e o episódio final da série vai ao ar amanhã, dia 26 de outubro, no Japão. Por mais que os anos passem, Bleach sempre terá um lugar especial em nossos corações.
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Absolute Batman #25 ultrapassa 775 mil pedidos‼️ 🦇 A edição de marco da série de Scott Snyder e Nick Dragotta teria superado 775 mil encomendas das lojas especializadas dos Estados Unidos antes mesmo de chegar às bancas, um recorde para a série. A edição #25 traz o primeiro grande confronto direto entre o Batman e o Coringa (Jack Grimm) do Universo Absolute, e o próprio Snyder a descreveu como a maior edição da série até agora. O lançamento está marcado para 28 de outubro nos EUA. O número reforça a posição de Absolute Batman como um dos pilares comerciais da DC e levanta a discussão sobre se o Universo Absolute consegue sustentar esse ritmo além do efeito de estreia.
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Maximum Zorro! já arrecadou mais de cinco vezes a meta de financiamento no Kickstarter A antologia Maximum Zorro!, da Alien Books, passou de US$ 28 mil no Kickstarter com uma meta de apenas US$ 5 mil, ou seja, cerca de 5,7 vezes o valor pedido, segundo o resumo de crowdfunding publicado em 24 de outubro pelo Comic Watch, que registra US$ 28.627 e 27 dias restantes. A campanha, que começou em 22 de outubro, promete contar o herói mascarado em "aventuras do passado, do presente e do futuro", com histórias novas de criadores que a divulgação chama de lendários, mas sem listar nomes no material que encontrei. O projeto é uma parceria entre a Alien Books, que hoje trabalha com a Valiant Comics e tem distribuição da IDW Publishing, e a Zorro Productions, Inc., detentora dos direitos do personagem. A Alien Books já provou que há público para o herói: a campanha de Zorro Remastered, em 2025, que reeditou em capa dura as histórias da série clássica de Alex Toth, arrecadou US$ 169.836 de 1.781 apoiadores contra uma meta de US$ 3 mil. Em outubro de 2025, a editora também anunciou, na NYCC, duas minisséries de Zorro para 2026: Zorro, de Howard Chaykin e Jorge Fornés, e Zorro's Legacy, de Dan Abnett e Aaron Lopresti. O desempenho chama atenção por se tratar de um personagem clássico fora da Marvel e da DC, e por ele ainda render em quadrinhos mais de um século depois de nascer. O peso do personagem vai além disso. Zorro foi criado em 1919 por Johnston McCulley, e o filme A Marca do Zorro (The Mark of Zorro, 1920), com Douglas Fairbanks, popularizou o herói e a ideia do nobre que age como vigilante de máscara. Bob Kane, cocriador do Batman, citou o personagem como inspiração, e nos quadrinhos o tema voltou em Batman: O Cavaleiro das Trevas (1986), de Frank Miller, em que Bruce Wayne e os pais saem de um cinema depois de ver o filme na noite em que os pais são mortos. A campanha de Maximum Zorro! segue aberta até 21 de novembro.
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X-Men e política: por que a franquia incomoda todos os lados? Desde que Stan Lee e Jack Kirby criaram a equipe, em 1963, as histórias dos X-Men usam o preconceito contra os mutantes para falar de política, e esse é um dos pontos mais discutidos pelos fãs. Mas o material concreto está longe de apontar para um único lado. A Era de Krakoa, publicada de 2019 a 2024 a partir de Dinastia X e Potências de X, de Jonathan Hickman, é o exemplo mais claro: os mutantes fundam uma nação-refúgio, governada pelo Conselho Silencioso, criado em Dinastia X nº 6, cujas leis mandam quem as quebra para uma prisão chamada Poço do Exílio (o Pit), onde os condenados ficam em estase. O refúgio vira também um Estado com fronteiras, regras e punições, e a história não o trata como utopia pura. A própria Marvel já deixou as críticas nas histórias. Em Deadpool nº 6 (2020), de Kelly Thompson, Wade Wilson, irritado por não ter sido convidado a viver em Krakoa, chama o sistema de fascista e fala em uma “comunidade fechada”, com portais que só deixam mutantes passar, que a fala também vem do próprio ressentimento do personagem dada sua situação exclusão. Em X-Force, o Fera assume medidas extremas para proteger a nação quando uma nova tecnologia a ameaça, o que muitos leitores leem como abuso de poder. O padrão se repete em outras fases: a franquia costuma criticar quem usa o Estado, a tecnologia ou uma ideologia para controlar, vigiar ou subjugar o outro, seja humano ou mutante, e personagens como Magneto aparecem tanto como resistência quanto como líderes autoritários. O debate sobre o que isso significa continua aceso, e entre os autores as posições são diferentes. Chris Claremont, o autor mais associado à série, falou do tema em um painel da CCXP 2024. Para ele, o desafio de se ver como minoria na escola é papel do Professor Xavier e de Magneto, e o que enxerga ali é uma dúzia de jovens vivendo juntos e se vendo como pessoas comuns. Comparou os poderes dos mutantes aos talentos de Leonard Bernstein e disse que a chave é pensá-los como pessoas, e não como heróis, nem como “minoria”: outros podem vê-los assim, e eles podem reagir a isso, mas continuam sendo pessoas. Deu o exemplo de Noturno, que se aceita como “a pessoa que Deus fez”, escondia a aparência porque ela chama atenção, até que Wolverine o desafiou a tirar a máscara, e que vive como ator e dublê, e concluiu que os personagens devem ser vistos como “pessoas comuns, normais e muito legais”, e não como conceitos. A fala, em outras palavras, não nega a leitura de minoria; ela muda o ponto de vista, do conceito para o indivíduo e respeito por suas ideias e modo de viver. O roteirista Chuck Dixon, conhecido por seus trabalhos com Batman, Justiceiro e Conan, tem uma leitura mais crítica da ideia de que os quadrinhos sempre foram políticos. Em sua série de perguntas e respostas “Ask Chuck Dixon”, ele disse que os parâmetros do que é “politicamente correto” mudam o tempo todo e que via os X-Men originais como “reclamões”, hoje transformados em “vítimas profissionais”. Concordou que o tema do outsider é bom, mas lembrou que ele está em toda história de super-herói, que tem identidade secreta e alter ego, e que isso não torna os quadrinhos políticos por si só. Para ele, os X-Men discutiam religião, com Kitty Pryde judia, Colossus ateu e Noturno católico, sem dizer ao leitor o que pensar, e isso os deixava mais humanos. Também rebateu a ideia de que o Superman original era político por enfrentar senhorios abusivos, perguntando quem gosta deles, e defendeu que há política nas histórias, mas que o problema é o autor usar o personagem para impor sua agenda ou “envergonhar” o leitor, o que seria divisivo. Citou o Demolidor como o liberal de coração mole, o Justiceiro como o oposto, e concluiu que, no fim, o que importa é a “ficção escapista”. Do outro lado, há quem entenda que, independentemente da intenção, os X-Men ficaram ligados à ideia de opressão de minorias, já que a trama, de mutantes odiados por uma característica que não escolheram, lembra o que grupos reais já viveram. O próprio Stan Lee disse em 2000, ao jornal The Guardian, que o ódio aos mutantes era uma boa metáfora para o movimento pelos direitos civis, mas em 2007, em um programa de rádio, disse que muitos leitores viram a questão do preconceito e que ele a fez “subconscientemente”. Tom Brevoort, editor da Marvel, também já respondeu a críticas dizendo que a mensagem é a premissa dos X-Men. Entre essas posições, a leitura mais difícil de sustentar é a de que só um lado político entende os X-Men: o que as histórias mostram é desconfiança em relação ao poder concentrado, seja de ESQUERDA ou de DIREITA.
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Por que Tolkien citou essa data e especificou até as horas para Frodo? O dia 24 de outubro marca a transição dramática da história: encerra-se a fuga desesperada contra os Nazgûl no Vade do Bruinen e inicia-se o período de descanso e deliberação que culminará no Conselho de Elrond em 25 de outubro. A menção às 10 da manhã de 24 de outubro dá o tom de um novo amanhecer, calmo e seguro, em contraste com o nevoeiro e a escuridão dos dias anteriores.
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Cara-de-Barro abre com US$ 3,5 milhões nas prévias e agrada mais ao público do que à crítica Cara-de-Barro estreou nos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá nesta sexta-feira (23), depois de arrecadar US$ 3,5 milhões nas prévias de quinta à noite, número que a Deadline classificou como um “início sólido”. A projeção para o fim de semana varia conforme a fonte: a Deadline fala em US$ 23 milhões a US$ 25 milhões, a Boxoffice Pro em US$ 25 milhões a US$ 30 milhões. O principal concorrente pela liderança, o documentário You Can See Everything, deve fazer cerca de US$ 19 milhões a US$ 20 milhões. O filme custou cerca de US$ 44 milhões, e é o primeiro lançamento do DC Studios desde Supergirl, que teve desempenho abaixo do esperado nas bilheterias neste ano. O contraste entre público e crítica é o ponto mais comentado. No Rotten Tomatoes, a nota do público (verificado) está em 94%, empatada com Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas como a mais alta de um filme da DC no agregador, e a melhor de todo o DCU até agora, segundo a Forbes, e a nota nas pesquisas de saída da PostTrak é de 4,5 estrelas. A crítica está em 76% (Certified Fresh), com 116 resenhas, acima de Supergirl (52%) e The Flash (63%), mas abaixo do público. Dirigido por James Watkins, com roteiro de Mike Flanagan e Hossein Amini, o filme é um terror corporal com Tom Rhys Harries como Matt Hagen, o ator desfigurado que ganha poder de transformar o corpo em argila, e Naomi Ackie no elenco. Cara-de-Barro estreou no Brasil em 22 de outubro.
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