
valorant player for ? - peak imt 2 controlador • 17y contato: [email protected]
Rio de Janeiro, Brasil
Joined December 2024
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Aproveitar pra desejar muita sorte a todos os times, treinadores, jogadores e organizações no qualify de hoje
Não teremos transmissão oficial, mas os jogadores estão liberados a transmitir suas telas. Quem for fazer live e quiser deixar o link aqui, fiquem a vontade!
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ao que tudo indica esse é o time da LOUD até agora pra 2027:
Iniciador+IGL: DaviH 🇵🇹
Controlador: DaviH 🇵🇹
Sentinela: DaviH 🇵🇹
Duelista: DaviH 🇵🇹
Flex: DaviH 🇵🇹
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2027 tamo ai tbm viu 👍
Estou F/A para 2026
Faço Sentinela/Controlador mas posso fazer outras funções.
Contato DM ou [email protected]
RT pra ajudar 🥹
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Final md5 Samurai cup x @arashigg_ Twitch.tv/japaofc_esports
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Final samurai cup MD5 vs @ElevateGG_BR academy
twitch.tv/japaofc_esports
todos ficamos GAG DE LA GAG com essa notícia do sacyzão voltando a competir e agora numa função nova e principalmente na T1 com Crashies e TenZ
o único a ser campeão de Masters e Champions
o primeiro brasileiro na T1
e tem chance de ser campeão (se tudo der certo) como COACH!
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🚨 Sacy decide migrar de função e tem acordo para ser coach da T1 thespike.gg/br/valorant/news…
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Replying to @nandoshowww
"Tenz smoka meio, crashies spota varanda, izu faz aquela bang pra abrir a mira, buzz passa deslizando e stax pega suas coisas e vaza do meu time!" vazou a primeira tatica do sacy!
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URGENTE 🚨💣
🇧🇷 SACY ESTÁ DE VOLTA AO CENÁRIO COMPETITIVO COMO COACH DA 🇰🇷 T1
Sacy, campeão mundial pela 🇧🇷 LOUD em 2022 e do Masters Madrid pela 🇺🇸 Sentinels em 2024, iniciará sua carreira como TREINADOR a partir de 2027. Ele assume esse novo desafio com um GRANDE elenco na T1
Sacy voltará a atuar ao lado de 🇨🇦 TenZ, com quem atuou por duas temporadas na Sentinels e foi campeão do Masters Madrid 2024.
O RETORNO DO CARECA AO COMPETITIVO!
via @Sheep_VALORANT
LFT 2027 - PT-BR, ES, EN
após alguns meses com a 7ven estou livre de contrato e busco um time BR/LATAM pra representar!
minha preferência é sentinela-2nd caller mas tenho xp como igl, iniciadora e controladora e me disponibilizo pra trabalhar em qualquer função
apesar de ter sido um ano muito difícil foquei muito no meu individual in e off game e acredito que evolui muito como player❤️
contato: DM ou [email protected]
rt - so win na ranked⭐️
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O cenário inclusivo de VALORANT nunca incluiu de verdade. O Game Changers foi criado com a proposta de dar mais oportunidades e visibilidade para mulheres e outros gêneros marginalizados dentro do esports, mas, na prática, muitas vezes ele ainda parece um espaço que precisa ser constantemente defendido pelas próprias pessoas que deveria proteger. A Riot diz que o programa existe para tornar o cenário mais inclusivo e representativo, mas representação sem segurança, fiscalização e acolhimento não passa de discurso.
O ódio aberto contra pessoas não-binárias, trans e outras pessoas LGBTQIA+ continua sendo expressado em camps, transmissões, chats e comunidades do VALORANT. E isso não é uma sensação isolada. Segundo a GLAAD, 52% dos jogadores LGBTQIA+ relataram já ter sofrido assédio enquanto jogavam online, 42% disseram que já evitaram jogar por medo de serem assediados e 27% chegaram a abandonar um jogo por causa disso. Mesmo assim, ainda tem gente que age como se reclamar de transfobia e homofobia fosse exagero ou tentativa de transformar o Game Changers em um espaço “menos competitivo”.
Vocês nunca vão entender o que é tentar competir enquanto fazem parte de um gênero marginalizado, principalmente quando a sua identidade é tratada como suspeita, fraude ou vantagem competitiva. No Game Changers, mulheres e pessoas de gêneros marginalizados precisam provar o tempo todo que pertencem àquele espaço. Pessoas não binárias e de gênero fluido muitas vezes nem sabem se serão aceitas, como devem se inscrever ou se sua identidade será respeitada pelos organizadores. Isso não é inclusão. É colocar a responsabilidade nas pessoas marginalizadas e obrigá-las a explicar a própria existência para poder jogar.
A própria regra oficial do Game Changers determina que todas as pessoas da equipe devem ser mulheres ou pertencer a gêneros marginalizados. O problema é que uma frase ampla não resolve a realidade de quem está dentro do cenário. Ela não responde de forma clara a todas as experiências de pessoas trans, não binárias e de gênero fluido, nem impede que cada campeonato, cada região e cada organização interprete a inclusão de um jeito diferente. Quando a regra existe, mas a comunidade não sabe como ela será aplicada, a insegurança continua.
A fiscalização também é falha. Em 2023, a Riot puniu jogadores por violação das regras de elegibilidade de gênero e por terem enganado os oficiais do torneio. O caso mostrou que existe preocupação em proteger a proposta do Game Changers, mas também revelou como a identidade de pessoas marginalizadas pode ser transformada em instrumento de investigação e desconfiança. A existência de pessoas mal-intencionadas não pode ser usada como justificativa para tratar toda pessoa trans ou não binária como suspeita.
Além disso, o cenário competitivo de VALORANT continua reproduzindo a ideia de que o Game Changers é uma competição de nível inferior. Pessoas entram sem levar o projeto a sério, organizações não oferecem estrutura suficiente e parte da comunidade trata as jogadoras e as pessoas de gêneros marginalizados como se estivessem ali apenas porque não conseguiram competir no VCT principal. Só que o Game Changers não deveria ser visto como uma versão menor do cenário. Ele deveria ser um espaço seguro e competitivo para pessoas que foram historicamente afastadas do esports.
A verdade é que o Game Changers reflete bastante o quanto a nossa sociedade ainda não está pronta para acolher pessoas diferentes do que considera “normal”. Tudo que foge do padrão é questionado, ridicularizado ou hostilizado. E no VALORANT isso aparece em cada transmissão com comentário transfóbico, em cada jogador que usa identidade de gênero como insulto, em cada pessoa que precisa esconder quem é para conseguir jogar e em cada organização que fala sobre inclusão, mas não sabe o que fazer quando uma pessoa trans ou não binária precisa de apoio de verdade.
Pessoas LGBTQIA+ não são uma minoria irrelevante dentro dos games. A GLAAD aponta que 17% dos jogadores ativos se identificam como LGBTQIA+, e esse número sobe para entre 23% e 28% entre jogadores com menos de 35 anos. Essas pessoas fazem parte da comunidade, acompanham campeonatos, jogam VALORANT, competem e sustentam o cenário. Mesmo assim, continuam sendo tratadas como exceção quando deveriam estar no centro das discussões sobre segurança e inclusão.
Me entristece ver, ano após ano, pessoas sofrendo discriminação por algo que ainda não é compreendido nem respeitado por quem organiza, transmite e acompanha o Game Changers. A identidade de alguém não deveria ser tratada como provocação, fraude ou problema administrativo. Inclusão não é apenas abrir inscrição para mulheres e gêneros marginalizados. Inclusão é criar regras claras, treinar a equipe, fiscalizar o comportamento, proteger quem denuncia e garantir que essas pessoas possam competir sem precisar provar o tempo todo que merecem estar ali.
Porque, do jeito que está, o Game Changers não é verdadeiramente inclusivo. Ele dá espaço, sim. Mas dar espaço sem garantir segurança, respeito e permanência não é incluir. É apenas permitir que pessoas marginalizadas entrem em um ambiente que ainda está tentando decidir se elas realmente pertencem a ele.
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O último romântico 🌹
O @davidvlr1 veio do Chile pra ver a namorada @1ponix vencer a Grande Final do #VCTGameChangers Championship!
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On termine Vice-Champions du monde sur Valorant
Pour notre première saison en GC, nos joueuses auront disputé toutes les finales, merci pour tout 🩷





























