nao gente mas eu quero que os idols sejam escravizados e continuem nessas empresas 🥺
Detalhes dos contratos do NewJeans foram revelados pelo The New York Times, que obteve os acordos assinados pelas integrantes com a ADOR.
Após analisar os documentos com cinco especialistas, o jornal identificou diversas cláusulas consideradas restritivas e a ausência de proteções previstas no modelo de contrato estabelecido pelo governo sul-coreano.
Uma das principais questões envolve a retirada de garantias relacionadas à saúde física e mental, educação, descanso e direitos básicos das artistas menores de idade. O modelo governamental determina que a agência garanta esses direitos, proíba exposição física excessiva ou expressões excessivamente sugestivas de conteúdo sexual e não submeta artistas menores de idade a períodos excessivos de trabalho.
O contrato do NewJeans, entretanto, não incluía essas proteções. Segundo especialistas, essa ausência dificultaria que as integrantes contestassem condições excessivas de treinamento e trabalho.
Entre as cláusulas previstas no modelo governamental e retiradas dos contratos, estava:
“A ‘Agência’ deverá garantir os direitos humanos básicos dos artistas menores de idade da cultura popular e das artes, incluindo sua saúde física e mental, direito à educação, direitos de personalidade e direitos ao sono, descanso e livre escolha.”
Os documentos também estabeleciam restrições comportamentais consideradas abrangentes, incluindo proibições relacionadas a uma “atitude insincera”, “relacionamentos românticos inadequados”, negligência com a própria gestão e declarações ou comportamentos capazes de prejudicar a imagem da artista ou provocar controvérsias públicas.
Uma das cláusulas determinava:
“A Artista não deverá se envolver em atos que prejudiquem sua imagem, incluindo, entre outros, atitude insincera, declarações ou comportamentos falsos e negligência com a própria gestão, seja por meio das redes sociais, da imprensa ou de qualquer outro meio.”
Os contratos também proibiam atos que prejudicassem a reputação ou credibilidade da empresa, incluindo declarações públicas de fatos verdadeiros ou falsos que pudessem causar danos à HYBE ou à ADOR.
Outro detalhe revelado envolve as penalidades por rescisão contratual. Os acordos estabeleciam que, independentemente da duração das atividades de entretenimento, a artista deveria pagar uma penalidade calculada com base na média mensal de vendas durante os meses em que houve vendas efetivas nos últimos dois anos do contrato, multiplicada pelo número de meses restantes até o término do acordo. A empresa também poderia reivindicar indenizações separadamente.
A cláusula dizia:
“A Artista deverá pagar, como penalidade por violação, um valor equivalente à média das vendas mensais, calculada com base nos meses em que ocorreram vendas efetivas durante os últimos dois anos do período contratual anteriores à data de rescisão, multiplicada pelo número de meses restantes do contrato.”
Especialistas apontaram que esse método poderia elevar significativamente as penalidades, já que considerava apenas os meses com vendas efetivas, em vez de uma média mensal convencional. A HYBE, por sua vez, afirmou que, como as integrantes geravam receitas todos os meses, o valor calculado não apresentaria diferenças.
Os contratos também exigiam que as integrantes reembolsassem uma parcela significativa das despesas com cirurgias plásticas e outros tratamentos estéticos realizados durante o período de treinamento. Entre os custos que poderiam ser parcialmente cobrados das artistas estavam:
“Despesas com beleza (cuidados com a pele, cirurgia plástica, correção do formato corporal etc.).”
Segundo duas pessoas próximas ao grupo, antes da estreia do NewJeans, fotógrafos registraram as integrantes de vários ângulos para analisar a incidência de luz sobre elas no palco, e procedimentos estéticos foram sugeridos a algumas delas. A HYBE afirmou que não exige cirurgias plásticas nem recomenda procedimentos contra a vontade das artistas.
Apesar das cláusulas financeiras, especialistas consideraram que a divisão de lucros do NewJeans era relativamente padrão na indústria do K-Pop. Após a dedução das despesas, o grupo recebia aproximadamente metade dos lucros de shows, anúncios e participações promocionais, além de uma pequena parcela das vendas de discos e do streaming. Diferentemente de muitos artistas que começam suas carreiras endividados com as gravadoras, a HYBE absorveu os custos iniciais do grupo, permitindo que as integrantes começassem a receber pagamentos imediatamente.
Outro dos pontos mais controversos envolve os direitos sobre os nomes, imagens e vozes das integrantes após o término dos contratos. Enquanto o modelo governamental determina que esses direitos expirem imediatamente com o fim do acordo, os contratos do NewJeans permitiam que a gravadora continuasse utilizando e licenciando suas identidades mesmo após o término previsto para 2029.
O modelo governamental estabelece:
“Durante a vigência do contrato, a ‘Agência’ terá o direito de utilizar o nome, fotografias, imagem, caligrafia, voz e quaisquer outros elementos que identifiquem a ‘Cantora’, em conexão com os serviços de cultura popular e artes da ‘Cantora’ ou com os negócios da ‘Agência’; tais direitos expirarão imediatamente quando os termos do contrato terminarem.”
Essa proteção, entretanto, não foi incluída nos contratos do NewJeans. As integrantes continuariam recebendo pagamentos pelo uso de suas identidades, mas não teriam controle sobre a utilização de seus rostos e vozes, incluindo clones de voz e chatbots produzidos por inteligência artificial.
O The New York Times também revelou que os termos dos contratos eram essencialmente inegociáveis. Em janeiro de 2022, quando a mãe de uma das integrantes solicitou alterações antes da assinatura, um vice-presidente da Ador respondeu:
“Se vocês não concordarem com a versão atual do contrato, incluindo os pontos acima, talvez seja melhor reconsiderar o próprio contrato.”
Os pais das cinco integrantes acabaram assinando os acordos.
Um advogado de entretenimento baseado em Seul, Jong-eon Roh, um dos cinco especialistas que analisaram os documentos para o jornal, classificou o contrato como “excepcionalmente agressivo”, afirmando que ele restringia a liberdade das artistas em um grau raramente visto, mesmo em contratos recentes com grandes gravadoras.
A HYBE afirmou que os contratos de suas gravadoras eram legais, negociados de boa-fé e elaborados para proteger tanto as artistas quanto os investimentos financeiros da empresa. Também declarou que o modelo governamental é uma diretriz não vinculativa, que os ajustes foram aceitos pelos pais das integrantes e que a companhia cumpre integralmente as leis de proteção infantil, não pressionando artistas a abandonarem os estudos ou penalizando aquelas que descansam.
e esses dias que vi duas nctzens falando da youngji kkkkk ela é sonsa e mau caráter por pedir desculpas mas o bonitão que ficou quieto não?
Replying to @yungleangel
engraçado q eu nunca vi essa comoçao toda quando o ja*hyun falou ngga dublando uma musica. e ele tbm nao cresceu na América? ele n tinha q saber disso ne? pq ele nao ta morto tbm? ele nem pediu desculpa kkk ah mas nao importa ne, ele ta no grupo ainda, entao nao tem problema
🚬 retweeted
covarde q foi o único do grupo q botou a cara na câmera pra se desculpar por algo. e n entendi o resto do tweet ? entao n tem problema ser racista se tiver dentro da sm ainda. ata ta certo msm
your good friend is racist, colorist and sign contracts with nazis
You’re unable to view this Post because this account owner limits who can view their Posts. Learn more
company bootlickers are all retardeds
teapawt.net/computercart/status/21…
unavailable
🚬 retweeted
you've made your own bed now lie in it
and blocked lmfao so predictable. before acting all high and mighty make sure to not stan a criminal
this is what is frying me. they spent a whole year shitting on his music and belittling his achievements and now they're praising the a&r team lol





















