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Alguns fatos são importantes para esclarecer essa discussão sobre a manutenção da taxa de juros pelo Banco Central.
Quem indicou o atual presidente do Banco Central? O presidente Lula. Gabriel Galípolo foi escolhido pelo próprio governo e aprovado pelo Senado.
O que ele fez de errado? Na minha avaliação, nada que justifique essa pressão toda. A inflação continua acima do centro da meta e o Banco Central está tentando evitar que ela se afaste ainda mais. Cortar os juros simplesmente porque eles estão altos não resolve o problema que nos trouxe até aqui.
O Lula poderia fazer alguma coisa? Sim. O governo participa da definição da meta de inflação por meio do Conselho Monetário Nacional. Poderia defender uma meta mais alta, mas não fez isso. E considero positivo que não tenha feito.
Mudar a meta para acomodar a inflação, ou tentar forçar uma queda artificial dos juros, poderia produzir exatamente o contrário do que se deseja: dólar subindo, juros futuros disparando e investidores exigindo uma remuneração ainda maior para financiar o Brasil.
O mercado financeiro gosta de juros altos? Obviamente que não. Essa ideia de que a Faria Lima se reúne para comemorar uma Selic elevada é uma caricatura.
Estamos há anos praticamente sem IPOs na bolsa brasileira. O crédito fica mais caro, as empresas investem menos, a atividade econômica sofre e o próprio mercado de capitais perde oportunidades.
Basta surgir uma perspectiva minimamente crível de melhora fiscal para os juros futuros reagirem. O mercado se agarra a qualquer sinal concreto de que poderemos conviver com juros menores de forma sustentável.
E aqui está a questão central: o mercado não precisa ser convencido de que juros baixos são bons. Precisa ser convencido de que o caminho escolhido para chegar lá não vai gerar um problema ainda maior.
Nas nossas reuniões internas, discutimos há anos como os juros vão cair, quando isso vai acontecer e quais condições precisam existir para que essa queda seja sustentável. Não conheço muita gente que deseje manter a Selic nesse patamar indefinidamente.
A maior parte do mercado está disposta a ouvir propostas coerentes. Se aparecer um plano fiscal sólido, com medidas estruturantes, previsibilidade e compromisso com a dívida pública, existe todo um ambiente favorável à queda dos juros.
O caminho não passa por declarar guerra ao mercado financeiro, mas por apresentar um plano que faça sentido econômico.
Porque é muito fácil prometer juros menores. Difícil é criar as condições para que eles caiam sem provocar uma disparada do dólar, uma desancoragem das expectativas de inflação e uma nova rodada de aperto monetário.
Juro baixo não se sustenta na marra. Precisa de confiança.
Nós não somos a China, nem os EUA, nem o Japão. Somos o Brasil na 9ª tentativa de moeda.
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Gosto quando ouço dos meus chefes e sócios: 'não se meta a dar sua opinião sobre política, porque isso afasta anunciante'. Oras, TODOS os anúncios mainstream que eu estou vendo neste mês são protagonizados por pessoas que abertamente declararam voto no Lula e fizeram campanha explícita. Ué? Achei que expor opinião fosse algo impopular nas agências e no mercado. Não. Na verdade, o problema nunca foi expor o que você pensa; o problema sempre foi não falar o que a panelinha quer ouvir. E, por trás disso, tem muito dinheiro rolando.
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Subiu no telhado o impeachment de Alexandre de Moraes. É tudo suposição. Mas onde tem fumaça, tem fogo.
O "acordão" ainda está sendo costurado. David Alcolumbre permanece na presidência do Senado, o STF libera a lei da "dosimetria", Jair Bolsonaro e, talvez, seus filhos, livram a cara, e toda a sujeira do Banco Master irá para debaixo do tapete.
Ciro Nogueira, presidente do PP, e Antônio Rueda, presidente do União Brasil, apoiam a tramoia. Apoiam o governo de Lula e escapam da cadeia. É bárbaro, mas possibilidade real.
No PL, Valdemar Costa Neto topa. O Novo é totalmente contra. Mas no Republicanos, de Tarcísio, há dúvidas. Nesse contexto, tenta atrair Michelle Bolsonaro.
Já aconteceu antes, quando Jair Bolsonaro assumiu a presidência da República, em 2019. Nomeou Augusto Aras para a PGR, se entendeu com Gilmar Mendes, acabaram com a Lava Jato, acabaram com o processo da rachadinha contra Flávio. Salvou a família, às custas do país.
Tudo caminha para a repetição do passado. Dizem que, quando ocorre, sempre vem como farsa. Veremos.
Direita? Qual direita?
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O antibolsonarismo se tornou maior que o antipetismo, impedindo os Bolsonaro de vencerem eleições presidenciais em razão de sua rejeição.
E o que fazem seus porta-vozes, após a segunda derrota em 4 anos?
Atacam gente independente, turbinando o desgaste fora da bolha.
“Jênios”.
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O MAIOR ROUBO DA HISTÓRIA
Ontem, hackers norte-coreanos invadiram a maior corretora de criptomoedas do mundo, a Binance, e roubaram mais de US$ 6 bilhões!
A ditadura de Kim tem um largo histórico de roubos como esse. O recorde anterior também pertencia aos hackers do país.
Essa atividade é uma das principais fontes de receita norte-coreana e boa parte desse dinheiro deve ser destinado pro arsenal nuclear do país.
E não se esqueçam que o provável vencedor das eleições dos EUA em 2028 será o partido democrata.
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Metade do país está de luto.
Não é luto por candidato. É luto porque metade do país não acredita que o nosso Presidente da República vá pacificar o país, gerar crescimento, impedir que as nossas empresas quebrem ou se mudem para o Paraguai.
Esse sentimento é legítimo. Você pode não ter votado no Flávio e, ainda assim, reconhecer que os problemas que levaram alguém a votar nele são reais. E são.
Somos um país sentado em cima de petróleo, terras raras, urânio, água e terra fértil. Tudo que o mundo paga caro para ter. Tudo que poderia virar economia de verdade.
Enquanto isso, a nossa pequena indústria respira por aparelhos. A indústria de transformação, que já chegou perto de 30% do PIB, hoje mal passa de 10%.
Nossos engenheiros, que alguns anos atrás tocavam obras em dezenas de países, hoje dirigem carro de aplicativo para sustentar a família. O diploma de uma boa universidade virou papel.
E quando essas pessoas pegam o celular, veem o crime vencer. O criminoso ostentando, o divulgador de bet comprando Ferrari, o trabalhador pagando a conta.
Em uma hora, os meus clientes perderam, somados, quase 1 bilhão de reais. Não é um bilionário. São milhares de famílias de classe média e pequenos empresários, gente que juntou o que tinha ao longo de anos e viu o patrimônio encolher antes do almoço.
Juros subindo, bolsa caindo. E, na mesma semana, o anúncio de mais um aumento de tributo. É o crédito do pequeno empresário, é a parcela da casa, é o emprego que não abre.
O sentimento é de derrota. De perda do otimismo. De desistir de transformar o país em um lugar melhor. E eu entendo isso perfeitamente. O Brasil por vezes me desanima, e não foi a primeira vez.
E tudo bem se me chamarem de otimista ou de descolado da realidade.
Mas eu tenho uma certeza. Independente de Congresso, Senado ou Presidência, o nosso povo é trabalhador. Eu conheço gente que trabalha todos os dias e que votou no Flávio. Conheço gente que trabalha todos os dias e votou no outro lado.
Gente que acorda às 4 da manhã e vai dormir às 21h, exausta, para fazer tudo de novo no dia seguinte.
Ninguém que acorda às 4 da manhã para trabalhar é fascista. Essas pessoas não queriam destruir o Brasil.
Queriam o que todo mundo quer: segurança, emprego, uma vida que caiba no salário. A diferença foi só o caminho que cada um achou que levava até lá.
Então eu queria te pedir algo diferente. Independente de em quem você votou.
Primeiro: enxergue o copo meio cheio. Vou te ajudar. Ligue para a pessoa mais velha que você conhece e pergunte como era o Brasil na infância dela. Pergunte sobre água encanada, asfalto, escola, hospital público e fome.
Essa pessoa, em quem você confia, vai te mostrar que, apesar de tudo, estamos bem melhores. Teve governo de direita, de esquerda, ditadura, bagunça, fogo, protesto e tudo quanto é coisa. E nós conseguimos.
E vamos conseguir de novo. Mas não vai ser escolhendo um lado para odiar. Vai ser usando a energia que ainda resta para cobrar. De quem ganhou, porque está no poder. De quem perdeu, porque está no Congresso e nos estados. Eu sei que você não aguenta mais falar.
Mas engolir o golpe seco, direto na garganta, e seguir em silêncio foi exatamente o que nos trouxe até aqui.
Se quisermos ter uma chance de construir um futuro, temos que lembrar de quem elegemos, de quem ajudamos a eleger, e cobrar. Cobrar todos os dias. Cobrar pelos projetos que QUEREMOS, não pelos que nos empurraram.
“Ah, Raul, não vai dar.”
Vai. Porque o Brasil nunca ganhou nada em silêncio.
Se acreditar no Brasil é ser um idiota, eu vou morrer sendo, não adianta me xingar por isso.
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Se vc investiga *só* a oposição e não o governo, vc não é jornalista investigativo. Vc é a Stasi
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Na boa, quem destrói amizade e rompe com a família por causa de político tem que se tratar urgente. Você aí brigando de graça, enquanto nos bastidores eles tão tomando whisky e comendo putas juntos e se unindo na primeira oportunidade. Parem de ser ser loucos.
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Anotem aí: VÃO TENTAR ANULAR A ELEIÇÃO.
A maioria das seções fechou pontualmente às 17h00 porque não havia filas.
O anúncio da decisão ilegal e inconstitucional do Zanin sequer tinha circulado até coisa de 10 minutos depois.
Não há como reabrir uma urna fechada.
Então, os votos, em si, não devem mudar. Mas isso vai abrir margem pra anularem a eleição.
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23:59 / 00:00
Só prova que isso não é sobre a criança, né @poptime ?
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Cada vez que o Lula termina uma resposta, três influenciadores correm pra explicar o que ele quis dizer. Debate com legenda simultânea.
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Flávio bem melhor do que o outro debate. Acertaram em afastar o Pablo Marçal
Isso aqui é humilhante demais.
Como alguém olha pra isso e pensa: “É, vou votar no velho de 80 anos que liderou 85% desse tempo”




























