Luna - hee he🌙 retweeted
I hope every “I love books” girl finds someone who buys her books just because.
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Começou em Bolas de Ouro, não deu
Passou para chuteiras de Ouro, não deu
Passou por títulos por seleção, coitado
Agora chegamos ao ponto likes nas redes sociais.
Apenas curiosidade:
É completamente surreal que em apenas 6 horas, o post de despedida de Cristiano Ronaldo da Seleção Portuguesa tenha: mais likes, mais comentários, mais reposts, etc; que o post de despedida de Lionel Messi da Seleção Argentina publicado há mais de 2 meses.
Não, não é um debate sobre quem é/foi melhor. Cada um tem a sua opinião. Isto é apenas algo do ponto de vista digital e social, um fenómeno. Curioso para ver onde vai parar. 40 milhões de likes?
Luna - hee he🌙 retweeted
well… i married him 😜
@GreatestMiguel
Luna - hee he🌙 retweeted
Felizmente ya, depois de tudo que falou e fez, que vá tomar no cu, espero que o Messi não gaste dados com esse palerma..
Luna - hee he🌙 retweeted
Even Messi fans never thought they’d ever read anything like this 😆
The fall of a tyrant.
inews.co.uk/sport/football/c…
Luna - hee he🌙 retweeted
Mas não desprezam o que trai, bate, não dá assistência aos filhos e tals.
Vocês são estranhos. 😕
This quoted post is unavailable.
Luna - hee he🌙 retweeted
usar um anel, pulseira, ou colar que foi dado a você é como carregar sempre a pessoa que deu a você com você
Luna - hee he🌙 retweeted
O New York Times teve a coragem de fazer algo que nenhum local teve:
Eles convidaram o Flávio para uma entrevista sem censuras, deixaram ele falar e, na reportagem completa, apontaram todos os absurdos logo depois de cada citação e, ainda, pintaram ele de fujão e a família de conspiracionista. E ainda expuseram todas as acusações que ele, o irmão e o pai enfrentam.
De cabo, aproveitaram pra lembrar aos leitores que o pai dele está preso por (com todas as letras) tentar dar um golpe de Estado após perder as eleições para Lula, e que ele alimentou teorias da conspiração sobre o sistema eleitoral.
Num truque de mestre, toda a reportagem foi iniciada e conduzida por um plano de fundo de crítica ao Trump e a forma como ele está lidando com a situação. Quase num lembrete ao leitor de que “esse é o tipo de coisa que o presidente permite que aconteça com a ajuda do governo dos EUA”.
Deram corda pro cara se enforcar e ele caiu igual um pato.
nytimes.com/2026/11/05/world…













































