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Acho que a direita não bolsonarista percebeu que, ou tira de vez a família Bolsonaro de circulação, ou nunca conseguirá emplacar um Tarcísio da vida na presidência. Que vão ser todos esmagados pela ditadura mafiosa, surubeira e cleptocrática do novo Calígula. Pensar que até outro dia estávamos perdendo tempo com mini-lavajato no STF, Moraes bandido e Mendonça herói etc! Como isso me irritou.
Agora será preciso atirar de quinta até domingo toda a munição que o próprio Flávio, o pai e o resto da quadrilha providenciaram ao longo dos últimos anos e que estava guardada no armário apodrecendo. Expor todos os escândalos, toda a bandalheira, toda a putaria, toda a corrupção, toda bandidagem, toda a conexão com a máfia.
Será preciso atirar tudo. Até acabar.
Racismo recreativo não é piada. É crime. youtube.com/watch?v=FhgqrDlj…
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A escala incompreensível do Espaço 🧵
1. Perspectiva é tudo. Já se sente pequeno?
Hoje em dia o óbvio precisa ser dito. A mera associação de 3 ou + pessoas com a finalidade de cometer crimes pode configurar o delito de associação criminosa (art. 288, CP) . E a associação de 4 ou + de forma estruturada pode ser crime de organização criminosa (Lei 12.850/13).
Ver as pessoas que defendiam os métodos "free style" da dupla Juiz + Acusação da Lava Jato criticarem os métodos do Min. Alexandre de Moraes:
O PJe usa o símbolo de copyright © como ícone para "certidão" e um cadeado como ícone para "assinatura". Ficam aqui dicas mais eficientes para certidão e assinatura, @CNJ_oficial:
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A AGITAÇÃO REACIONÁRIA E OS DESAFIOS DE UMA FRENTE DEMOCRÁTICA
A eleição de Lula em 2022 se processou em um momento crítico da democracia brasileira, que teria desaparecido debaixo do eventual segundo mandato do populismo reacionário de Jair Bolsonaro. Por isso mesmo, recorreu à formação de uma frente ampla que contou com a apoio de antigos adversários, formada desde a esquerda até segmentos da centro-direita, unidos pelo reconhecimento da ameaça comum.
Ainda assim, sua vitória foi contestada pelos derrotados, que tentaram dois golpes de Estado – o primeiro, gorado ainda em ovo, para ficar no poder; o segundo, tentado, para a ele retornar. Mas a derrota de Jair Bolsonaro, seguida da perda de seus direitos políticos, não pôs um paradeiro em um populismo extremista, que luta por obstruir a ação da Justiça que pode condená-lo à pena de prisão e mantê-lo politicamente vivo.
Ameaça de dupla face, interna e externa.
No plano externo, seu trabalho de subversão democrática é ativamente apoiado por uma verdadeira Internacional fascista. Trata-se de uma associação internacional de políticos de inclinação reacionária e unidos contra o Estado de direito democrático, tais como o ex-presidente americano Donald Trump; o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu; o primeiro-ministro da Hungria e seu atual ditador, Viktor Orbán; o presidente da Rússia, Vladimir Putin; o atual presidente da Argentina, Javier Milei; empresários como Elon Musk; intelectuais como Steve Bannon, Alexander Dugin e os já falecidos Alain Finkelstein e Olavo de Carvalho.
São políticos, empresários e ativistas de grande poder político e econômico, com ramificações em quase todos os países da Europa e da América, que agem de forma estreitamente solidária, como um partido populista global, que vemos todos os dias se visitando, se apoiando e confraternizando.
A Internacional fascista age de forma descentralizada, mas concertada, para a tomada do poder e o maior ou menor desmonte das democracias liberais representativas, apoiando candidatos extremistas como Jair Bolsonaro (Brasil), Marine Le Pen (França), José Antonio Kast (Chile), Giorgia Meloni (Itália), Santiago Abascal (Espanha), André Ventura (Portugal). Propaga ideologias extremistas de caráter reacionário, que submetem o Estado laico à religião, e/ou libertariano, que solapam os benefícios sociais que permitem ao cidadão sobreviver sem se submeter às redes de proteção da família patriarcal e da igreja. Troca tecnologias comunicacionais, doutrinárias, eleitorais, e provavelmente financiamento. Subverte os regimes democráticos pela promoção da chamada “guerra cultural” (na verdade, uma “guerra santa”), para criminosamente espalhar o pânico moral pela desinformação, pela fraude, pelo estímulo constante ao desrespeito às leis e às autoridades instituídas.
2.
No plano interno, um dos principais desafios da frente ampla para a preservação da democracia passa por lidar com a manipulação que ocorre principalmente através das redes sociais, onde o anonimato facilita a disseminação de discursos extremistas. A extrema direita não vive sem a mobilização e radicalização do eleitorado conservador pela criação de ameaças inexistentes, levantando os interditos informacionais e jurídicos a ela opostos pelo ordenamento jurídico para garantir que o grosso do debate público se processe dentro de limites de racionalidade e moderação.
Trata-se de um trabalho que tem na manipulação da percepção pública sua ferramenta principal. Este método caracteriza-se pela fabricação de crises e pela propagação de teorias da conspiração por meio das redes sociais. Ela visa a radicalizar o eleitorado conservador contra a ordem democrática, pela propagação da desconfiança generalizada de que vive, na verdade, sob uma ditadura comunista.
ou menos herdaram suas fortunas — e é a primeira vez que isso acontece desde 2009. A mais jovem dos 18 herdeiros da lista é a brasileira Lívia Voigt. Com apenas 19 anos, ela tem um patrimônio de cerca de R$ 5,56 bilhões, já que é sócia da multinacional Weg, fábrica de maquinário
industrial fundada por seu falecido avô, Werner Ricardo Voigt. Os mais ricos são os irmãos irlandeses Firoz e Zahan Mistry, de 27 e 25 anos, respectivamente. Cada um deles possui o equivalente a R$ 24,7 bilhões graças ao conglomerado de TI, engenharia e energia Tata Sons, com
sede em Mumbai, na Índia, que pertence à sua família. @revistatrip


















