uma das principais criadoras de conteúdo sobre filosofia e psicanálise que eu acompanho postando isso, pqp, nao sei se comento
Muito texto
Foda-se você
Foda-se Israel
Foda-se os sionistas
Foda-se
Carta aberta ao Deputado Jones Manoel
Sobre o sionismo e o direito dos judeus à autodeterminação
Deputado Jones Manoel @jonesmanoel_PE,
Quero trazer uma reflexão sobre a maneira como o sionismo tem sido apresentado no debate político brasileiro, especialmente por setores da esquerda.
E começo por algo que considero fundamental: não é possível discutir seriamente uma ideologia partindo de uma definição que seus próprios defensores não reconhecem e tratando essa definição como uma verdade incontestável.
É justamente isso que vejo acontecer com o sionismo.
Primeiro, ele é apresentado como uma ideologia necessariamente racista, colonialista e baseada na exclusão de outro povo. Depois, essa caracterização é utilizada para concluir que o próprio direito dos judeus à autodeterminação seria ilegítimo.
Mas existe um problema lógico nessa construção: a conclusão depende de uma premissa que ainda precisa ser demonstrada.
O sionismo, em sua essência, defende o direito do povo judeu à autodeterminação nacional em sua terra ancestral. Isso não significa que a ligação histórica dos judeus com aquela terra elimine os direitos de outros povos, muito menos que o território deva pertencer exclusivamente aos judeus.
Reconhecer um direito histórico e reivindicar exclusividade territorial são coisas diferentes.
E a história nos oferece um exemplo bastante concreto dessa diferença.
Em 1947, a liderança sionista aceitou o plano de partilha da ONU, que previa a criação de dois Estados, um judeu e outro árabe.
Se a exclusão do outro fosse um princípio fundamental do sionismo, como explicar essa decisão?
E como conciliar essa ideia com o fato de que cidadãos árabes de Israel votam, elegem representantes, participam do Parlamento e já ocuparam cargos na Suprema Corte?
Não estou dizendo que Israel seja uma sociedade perfeita, livre de discriminação ou de injustiças. Nenhuma democracia é. E reconhecer a existência desses problemas não deveria ser incompatível com reconhecer a legitimidade do Estado.
Mas existe uma diferença enorme entre apontar injustiças e afirmar que a eliminação de outro povo é a essência de um movimento nacional.
Deputado, a presença árabe naquela região é um fato histórico. A presença judaica também. Uma não anula a outra.
E é nesse ponto que considero importante separar coisas que frequentemente aparecem misturadas no debate.
O sionismo é um movimento de autodeterminação nacional. Dentro dele existem diferentes correntes políticas, religiosas e ideológicas. E, ao longo da história de Israel, diferentes governos adotaram políticas que podem, naturalmente, ser criticadas.
Essas três coisas não são sinônimas.
É perfeitamente legítimo criticar políticos israelenses, decisões governamentais, estratégias militares e qualquer política do Estado de Israel.
Aliás, os próprios israelenses fazem isso diariamente. Há disputas políticas intensas, manifestações, oposição parlamentar, imprensa crítica e uma sociedade que está longe de pensar de maneira uniforme.
E aqui vale lembrar algo que muitas vezes fica de fora dessa discussão: a esmagadora maioria dos judeus, em Israel e ao redor do mundo, é sionista ou reconhece o princípio central do sionismo, que é o direito do povo judeu à autodeterminação em Israel.
Isso não significa que todos pensem da mesma forma sobre fronteiras, governos, religião ou sobre como o conflito deve ser resolvido.
Porque ser sionista não é apoiar determinado político. Não é concordar com todas as decisões de um governo. E certamente não é assumir responsabilidade coletiva por tudo o que o Estado de Israel faz.
É reconhecer que o povo judeu tem direito à sua existência nacional e à autodeterminação.
E esse direito não desaparece quando um governo toma decisões das quais discordamos.
Também considero problemático quando conceitos como colonialismo, racismo, biopolítica ou necropolítica são utilizados como se, por si só, resolvessem a discussão.
Esses conceitos podem ser instrumentos importantes de análise. Mas precisam ser acompanhados de argumentos e evidências. Dar um nome sofisticado a uma interpretação não a transforma automaticamente em um fato histórico.
E é aqui, Deputado, que encontro a maior contradição desse discurso.
Você defende o reconhecimento dos direitos nacionais palestinos. E eu não vejo problema algum nisso. Reconhecer o direito de um povo à autodeterminação é um princípio legítimo.
Mas por que esse mesmo princípio se tornaria ilegítimo quando aplicado aos judeus?
Se a autodeterminação é um direito dos povos, ela não pode depender da nossa simpatia política por determinado movimento nacional.
O direito dos judeus à autodeterminação não é uma concessão, muito menos uma exceção que precisa ser justificada. É o mesmo princípio que fundamenta o reconhecimento dos direitos nacionais de qualquer outro povo.
E reconhecer esse direito não significa negar os direitos de ninguém.
O que não me parece coerente, Deputado, é defender a autodeterminação como um princípio universal e, ao mesmo tempo, tratar sua expressão judaica como algo intrinsecamente racista ou ilegítimo.
Afinal, se um princípio deixa de valer quando aplicado aos judeus, o problema não está no sionismo. Está na seletividade de quem pretende definir quais povos merecem exercê-lo.
E isso não significa ignorar o sofrimento palestino, negar injustiças ou desconsiderar a complexidade de um conflito que envolve duas populações com vínculos históricos, identidades nacionais e reivindicações sobre a terra.
Significa apenas reconhecer que os direitos de um povo não precisam ser construídos sobre a negação dos direitos do outro.
Precisamos discutir o que o sionismo efetivamente defende, suas diferentes correntes e sua trajetória histórica, em vez de reduzi-lo a uma definição que já determina antecipadamente sua condenação.
Deputado, eu não espero que concordemos sobre Israel, sobre o sionismo ou sobre as soluções para o conflito.
Mas acredito que uma discussão intelectualmente honesta precisa começar com uma pergunta bastante simples:
Se reconhecemos que os palestinos têm direito à autodeterminação nacional, qual é o argumento para negar esse mesmo direito aos judeus?
Porque reconhecer a legitimidade histórica e nacional de um povo não exige negar a do outro.
E, se a coexistência é realmente o objetivo, talvez seja justamente por aí que a discussão deva começar.
A autodeterminação não é um privilégio que se concede aos povos com os quais concordamos. É um direito. E, se é universal, também precisa valer para os judeus.
aí vem nego do inferno falar que papel de genero não é um problema de verdade, aí se conhecer qualquer mulher que não seja parente não consegue ter uma relação normal que não seja baseado em romance
raul 🐺 (7-3) retweeted
n pode se divertir em call
n pode gritar em show do cantor q gosta
n pode gritar por futebol
n pode gritar por diva pop
voces sao insuportáveis porra namorem c um manequim logo caralho
raul 🐺 (7-3) retweeted
Olha como é fácil manipular uma manada.
Vamos usar o exemplo do Kwid que joguei no Google os valores e pesquisei o de 2026/27 no site da Renaut Sinal.
2020 - R$ 38.425
2022 - R$ 64.690
2024 - R$ 74.590
2026 - R$ 66.690 (print nos comentários)
A pessoa que pega só a chamada e o comentário da deputada pensa que o governo Lula aumentou em 110% o valor do carro.
Só esquece um pequeno detalhe, o Bolsonaro entregou o valor do carro popular em 2022 absurdamente alto e a economia na merda.
É por causa de pessoas como a deputada que o Flávio perdeu a eleição, o povo não é burro, quando eles pedem para ir no mercado, o povo sabe que em 2022 o custo de vida era muito mais que em 2026.
Não adianta querer manipular a realidade, é exatamente aí que vocês perderam!
Aliás, podem continuar, 2028 é logo ali!
raul 🐺 (7-3) retweeted
Então quer dizer que trabalhador com mais tempo para cuidar de si e planejar a semana fica menos doente e tem menos emergências que geram faltas?
Caramba, quem poderia imaginar?
C&A testa escala 5x2 em 60 lojas e vê funcionários faltarem menos, diz CEO exame.com/invest/mercados/ca…
raul 🐺 (7-3) retweeted
não aguento os caras pegando a foto mais pika do Lula pra comparar com uns playba que jogava bolinha de gude no carpete e soltava pipa no ventilador
raul 🐺 (7-3) retweeted
Replying to @stelzner_n1150
Obama bombed a hell of a lot more than that. Are you going to put him in prison?
raul 🐺 (7-3) retweeted
"Proibir não é proteger" só serve pra bet, né? Pra respeitar o direito das mulheres, aí foda-se.















































