raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_) header
raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_) profile picture

sccp // minnesota timberwolves // ouço uns rap e uns rock alternativo e fecho com o existencialismo

Joined July 2018
Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)Photo by raul 🐺 (7-3) (@ehoraul_)
aqui eu sou literalmente assi
1
1,910
po viado...
Magic Johnson deve ter sido melhor que isso sim
11
raul 🐺 (7-3) retweeted
viado como essa gente chata do caralho namora e eu não
que relacionamento é esse
109
1,969
74
22,362
275,808
uma das principais criadoras de conteúdo sobre filosofia e psicanálise que eu acompanho postando isso, pqp, nao sei se comento
18
eu sou muito amargo vou morrer sozinho
desculpa ser a mulher mais engraçada desse aplicativo de relacionamento
34
163
5
2,904
49,154
tim connely é GENIO
AYO AND MELO GOT THE WOLVES IN GOOD HANDS 😤 🐺 Ayo Dosunmu: 26 PTS, 4 AST, 4 3PM 🐺 LaMelo Ball: 22 PTS, 8 AST, 3 3PM
42
raul 🐺 (7-3) retweeted
Muito texto Foda-se você Foda-se Israel Foda-se os sionistas Foda-se
Carta aberta ao Deputado Jones Manoel Sobre o sionismo e o direito dos judeus à autodeterminação Deputado Jones Manoel @jonesmanoel_PE, Quero trazer uma reflexão sobre a maneira como o sionismo tem sido apresentado no debate político brasileiro, especialmente por setores da esquerda. E começo por algo que considero fundamental: não é possível discutir seriamente uma ideologia partindo de uma definição que seus próprios defensores não reconhecem e tratando essa definição como uma verdade incontestável. É justamente isso que vejo acontecer com o sionismo. Primeiro, ele é apresentado como uma ideologia necessariamente racista, colonialista e baseada na exclusão de outro povo. Depois, essa caracterização é utilizada para concluir que o próprio direito dos judeus à autodeterminação seria ilegítimo. Mas existe um problema lógico nessa construção: a conclusão depende de uma premissa que ainda precisa ser demonstrada. O sionismo, em sua essência, defende o direito do povo judeu à autodeterminação nacional em sua terra ancestral. Isso não significa que a ligação histórica dos judeus com aquela terra elimine os direitos de outros povos, muito menos que o território deva pertencer exclusivamente aos judeus. Reconhecer um direito histórico e reivindicar exclusividade territorial são coisas diferentes. E a história nos oferece um exemplo bastante concreto dessa diferença. Em 1947, a liderança sionista aceitou o plano de partilha da ONU, que previa a criação de dois Estados, um judeu e outro árabe. Se a exclusão do outro fosse um princípio fundamental do sionismo, como explicar essa decisão? E como conciliar essa ideia com o fato de que cidadãos árabes de Israel votam, elegem representantes, participam do Parlamento e já ocuparam cargos na Suprema Corte? Não estou dizendo que Israel seja uma sociedade perfeita, livre de discriminação ou de injustiças. Nenhuma democracia é. E reconhecer a existência desses problemas não deveria ser incompatível com reconhecer a legitimidade do Estado. Mas existe uma diferença enorme entre apontar injustiças e afirmar que a eliminação de outro povo é a essência de um movimento nacional. Deputado, a presença árabe naquela região é um fato histórico. A presença judaica também. Uma não anula a outra. E é nesse ponto que considero importante separar coisas que frequentemente aparecem misturadas no debate. O sionismo é um movimento de autodeterminação nacional. Dentro dele existem diferentes correntes políticas, religiosas e ideológicas. E, ao longo da história de Israel, diferentes governos adotaram políticas que podem, naturalmente, ser criticadas. Essas três coisas não são sinônimas. É perfeitamente legítimo criticar políticos israelenses, decisões governamentais, estratégias militares e qualquer política do Estado de Israel. Aliás, os próprios israelenses fazem isso diariamente. Há disputas políticas intensas, manifestações, oposição parlamentar, imprensa crítica e uma sociedade que está longe de pensar de maneira uniforme. E aqui vale lembrar algo que muitas vezes fica de fora dessa discussão: a esmagadora maioria dos judeus, em Israel e ao redor do mundo, é sionista ou reconhece o princípio central do sionismo, que é o direito do povo judeu à autodeterminação em Israel. Isso não significa que todos pensem da mesma forma sobre fronteiras, governos, religião ou sobre como o conflito deve ser resolvido. Porque ser sionista não é apoiar determinado político. Não é concordar com todas as decisões de um governo. E certamente não é assumir responsabilidade coletiva por tudo o que o Estado de Israel faz. É reconhecer que o povo judeu tem direito à sua existência nacional e à autodeterminação. E esse direito não desaparece quando um governo toma decisões das quais discordamos. Também considero problemático quando conceitos como colonialismo, racismo, biopolítica ou necropolítica são utilizados como se, por si só, resolvessem a discussão. Esses conceitos podem ser instrumentos importantes de análise. Mas precisam ser acompanhados de argumentos e evidências. Dar um nome sofisticado a uma interpretação não a transforma automaticamente em um fato histórico. E é aqui, Deputado, que encontro a maior contradição desse discurso. Você defende o reconhecimento dos direitos nacionais palestinos. E eu não vejo problema algum nisso. Reconhecer o direito de um povo à autodeterminação é um princípio legítimo. Mas por que esse mesmo princípio se tornaria ilegítimo quando aplicado aos judeus? Se a autodeterminação é um direito dos povos, ela não pode depender da nossa simpatia política por determinado movimento nacional. O direito dos judeus à autodeterminação não é uma concessão, muito menos uma exceção que precisa ser justificada. É o mesmo princípio que fundamenta o reconhecimento dos direitos nacionais de qualquer outro povo. E reconhecer esse direito não significa negar os direitos de ninguém. O que não me parece coerente, Deputado, é defender a autodeterminação como um princípio universal e, ao mesmo tempo, tratar sua expressão judaica como algo intrinsecamente racista ou ilegítimo. Afinal, se um princípio deixa de valer quando aplicado aos judeus, o problema não está no sionismo. Está na seletividade de quem pretende definir quais povos merecem exercê-lo. E isso não significa ignorar o sofrimento palestino, negar injustiças ou desconsiderar a complexidade de um conflito que envolve duas populações com vínculos históricos, identidades nacionais e reivindicações sobre a terra. Significa apenas reconhecer que os direitos de um povo não precisam ser construídos sobre a negação dos direitos do outro. Precisamos discutir o que o sionismo efetivamente defende, suas diferentes correntes e sua trajetória histórica, em vez de reduzi-lo a uma definição que já determina antecipadamente sua condenação. Deputado, eu não espero que concordemos sobre Israel, sobre o sionismo ou sobre as soluções para o conflito. Mas acredito que uma discussão intelectualmente honesta precisa começar com uma pergunta bastante simples: Se reconhecemos que os palestinos têm direito à autodeterminação nacional, qual é o argumento para negar esse mesmo direito aos judeus? Porque reconhecer a legitimidade histórica e nacional de um povo não exige negar a do outro. E, se a coexistência é realmente o objetivo, talvez seja justamente por aí que a discussão deva começar. A autodeterminação não é um privilégio que se concede aos povos com os quais concordamos. É um direito. E, se é universal, também precisa valer para os judeus.
7
976
1
4,714
18,756
raul 🐺 (7-3) retweeted
📢 Tem gente que só piora com o tempo!
277
4,415
95
13,779
81,144
Djavan é muito sábio nas palavras
18
1,176
27
4,068
36,227
raul 🐺 (7-3) retweeted
.
17
1,115
52
8,913
41,523
o que eu chorava que nem uma criança sem mãe escutando essa em 2017/2018 não está escrito nos gibis
23
aí vem nego do inferno falar que papel de genero não é um problema de verdade, aí se conhecer qualquer mulher que não seja parente não consegue ter uma relação normal que não seja baseado em romance
3
79
raul 🐺 (7-3) retweeted
n pode se divertir em call n pode gritar em show do cantor q gosta n pode gritar por futebol n pode gritar por diva pop voces sao insuportáveis porra namorem c um manequim logo caralho
a namorada do meu amigo acabou de falar que perdeu todo o tesao nele depois que viu ele gritando em call jogando com os amigos
40
1,090
19
11,213
112,243
raul 🐺 (7-3) retweeted
Olha como é fácil manipular uma manada. Vamos usar o exemplo do Kwid que joguei no Google os valores e pesquisei o de 2026/27 no site da Renaut Sinal. 2020 - R$ 38.425 2022 - R$ 64.690 2024 - R$ 74.590 2026 - R$ 66.690 (print nos comentários) A pessoa que pega só a chamada e o comentário da deputada pensa que o governo Lula aumentou em 110% o valor do carro. Só esquece um pequeno detalhe, o Bolsonaro entregou o valor do carro popular em 2022 absurdamente alto e a economia na merda. É por causa de pessoas como a deputada que o Flávio perdeu a eleição, o povo não é burro, quando eles pedem para ir no mercado, o povo sabe que em 2022 o custo de vida era muito mais que em 2026. Não adianta querer manipular a realidade, é exatamente aí que vocês perderam! Aliás, podem continuar, 2028 é logo ali!
241
562
14
5,562
212,588
raul 🐺 (7-3) retweeted
Então quer dizer que trabalhador com mais tempo para cuidar de si e planejar a semana fica menos doente e tem menos emergências que geram faltas? Caramba, quem poderia imaginar?
111
9,863
27
51,270
311,033
raul 🐺 (7-3) retweeted
fiz uma piadinha no trabalho na hora do almoço que eu tava indo conhecer o sheik árabe al mossar e virei o gênio da comédia kkk se eu faço essa piada aqui no twitter me mandavam comer bosta e me matar de forma dolorosa
174
3,711
252
81,851
818,918
raul 🐺 (7-3) retweeted
não aguento os caras pegando a foto mais pika do Lula pra comparar com uns playba que jogava bolinha de gude no carpete e soltava pipa no ventilador
18
1,424
2
13,797
63,301
raul 🐺 (7-3) retweeted
Replying to @stelzner_n1150
Obama bombed a hell of a lot more than that. Are you going to put him in prison?
54
10,140
22
78,250
400,574
"Proibir não é proteger" só serve pra bet, né? Pra respeitar o direito das mulheres, aí foda-se.
obaaaa vagão feminino de hoje pós-jogo😍😍😍 @metro_rio vamos querer???
77
11,473
42
73,628
458,559
a direita quando tenta difamar o lula com a foto dele skin lider sindical sendo preso pela ditadura:
42