enquanto n degolarem esse aqui em praça pública minha alma n vai descansar
Lucas Portela Fontana Gomes
Lutador de jiu-jítsu
morador do bairro Maracanã, Zona Norte do Rio.
Madrugada de 5 de novembro de 2026, por volta de 1h00, Lucas invadiu o apartamento vizinho gritando que mataria os moradores do prédio, a família conseguiu fugir pelas escadas até a portaria para pedir ajuda.
Na sequência, invadiu outro apartamento no 3º andar e atacou uma idosa de 81 anos, que precisou ser hospitalizada no Hospital Municipal Souza Aguiar e continua internada.
Uma moradora do 2º andar, de 40 anos, ouviu os gritos e os pedidos de socorro e subiu para verificar a situação. Quando chegou ao 3º andar, encontrou Lucas na porta do elevador e partir daí, ela passou a ser alvo das agressões. Lulcas descalço e sem camisa iniciou uma sequência de socos e cotoveladas dentro da cabine, aplicou um mata-leão e a derrubou a vitima no chão, a golpeando no rosto e na cabeça contra o piso. Depois, Lucas deixou o elevador e circulou pela portaria aos gritos. A mulher, ensanguentada e com dificuldades conseguiu sair do prédio e procurou abrigo em um posto de gasolina próximo onde foi socorrida ao Hospital Municipal Souza Aguiar posteriormente e já recebeu alta.
Na manhã de quinta, policiais militares do 6º BPM (Tijuca) e agentes da Guarda Municipal foram acionados, ele reagiu à abordagem e tentou pegar a arma de um policial, sendo baleado nas pernas. Mesmo ferido, ele tentou subir as escadas do condomínio. Foi imobilizado com o uso de arma de choque e encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar.
Após atendimento médico do agressor, foi conduzido à Central de Flagrantes. Na delegacia a ocorrência foi CLASSIFICADA COMO DE MENOR PODER OFENSIVO E ELE FOI LIBERADO.
Investigadores da 18ª DP (Praça da Bandeira) ouviram as vítimas e testemunhas e reuniram as imagens do circuito de segurança. Com as informações, o delegado titular Alvaro de Oliveira Gomes, pediu à Justiça a prisão temporária de Lucas, que foi autorizada e cumprida na manhã de sexta-feira. Lucas foi finalmente preso, levado para o presídio de Benfica e responderá por tentativa de feminicídio, ameaça, violação de domicílio, lesão corporal e resistência.
Lucas já tinha uma anotação criminal por fuga de local de acidente de trânsito e ele também afirmou à polícia que faz uso de anabolizantes. A investigação continua para esclarecer se houve consumo de drogas antes das agressões.
sabemos que o gremio é copeiro só que nos confrontos recentes não tem como preferir o galo, sinceramente no contexto de hj se passarmos, contra o gremio é mais viável sim
deborah retweeted
Vasco 97,82%
⚠️ Chances de permanência na Série A
São Paulo — 99,96%
Vasco — 97,82%
Botafogo — 96,9%
Coritiba — 92,08%
Mirassol — 81,79%
Vitória — 79,09%
Corinthians — 61,38%
Internacional — 57,13%
Grêmio — 33,8%
Remo — 0,05%
Chapecoense — 0%
🗞️ @geglobo
📸 Ricardo Duarte/SCI
deborah retweeted
empresas descobrindo que deixaram seus funcionários terem vida fora do trabalho pode… melhorar a produtividade dos funcionários
C&A testa escala 5x2 em 60 lojas e vê funcionários faltarem menos, diz CEO exame.com/invest/mercados/ca…
e o pedrinho mais uma vez foi otario em acreditar que iriam liberar, abriu mão de 90/10 por nada
O BEPE NÃO permitiu o aumento da capacidade de São Januário para 24 mil torcedores no jogo contra o Palmeiras.
O que está em discussão é a liberação de mais 1.000 ingressos para a torcida do Vasco, sendo que a torcida alviverde terá acesso a 2.000 lugares, independentemente dessa autorização.
🗞️: @AVascainos
📸: Matheus Lima | Vasco
deborah retweeted
engraçado ver tantos tweets incomodados com o pé de meia universitário e tão poucos incomodados com o salário de deputados federais e suas despesas
deborah retweeted
🚨 APRESENTEI UM PROJETO DE LEI PARA QUE A HORA DO ALMOÇO CONTE COMO HORA TRABALHADA!
Hoje, quem trabalha 8 horas por dia geralmente precisa dedicar 9 horas da sua vida ao emprego. Isso porque a hora do almoço não é contabilizada na jornada de trabalho.
Mas essa hora não é um tempo plenamente livre. O trabalhador não escolhe quando vai almoçar e, muitas vezes, não consegue voltar para casa, buscar os filhos na escola ou resolver questões pessoais. Precisa organizar sua vida de acordo com os horários definidos pela empresa.
Meu projeto muda essa realidade: quem cumpre uma jornada de 8 horas poderá trabalhar 7 horas e ter 1 hora de almoço, sem redução salarial e mantendo o direito ao descanso.
Afinal, a pausa para alimentação também beneficia as empresas, que precisam de trabalhadores descansados e atentos.





























