UMA PREVISÃO (das vozes da minha cabeça)
Eventualmente as big techs de IA estarão tão atreladas e intrínsecas as empresas e SaaS de “vibe coders” que tokens será a nova criptomoeda.
As dicas aqui são sempre cheia de fricção onde a pessoa vai desistir na terceira semana.
Quer secar? Cocaina.
Quer engordar? Maconha.
Quer ser bodybuilder? Dura neston.
Depois vai fazendo o desmame da droga pra evitar abstinência.
Beba água e coma frutas e verduras.
ROGE retweeted
100% DE APROVEITAMENTO REVERSO!
O CARA ERRA TODAS!
Replying to @ducavendish
*EXCLUSIVO: PARAGUAI AVANÇA COMO DESTINO DE EXPANSÃO PARA EMPRESAS BRASILEIRAS, DIZ CITI*
Um dos movimentos mais recentes de expansão internacional de empresas brasileiras é para o Paraguai, disse à Broadcast o novo responsável pelo banco comercial (Commercial Banking, em inglês) do Citi no Brasil, José Alberto Benamor, em sua primeira entrevista na área.
O ambiente de negócios tem se mostrado favorável por lá, avalia Benamor. “As empresas sentem que podem evitar alguns impostos, receber incentivos do governo para operarem lá. E também elas sentem que as capacidades de mão de obra são boas em geral”, disse o executivo.
Um dos incentivos que estimula a abertura de fábricas no país é a Lei de Maquila, criada pelo governo local e que oferece isenções aduaneiras e redução da carga tributária para empresas exportadoras, semelhante ao que o México fez no passado para atrair empresas americanas.
Entre as brasileiras que foram para o país vizinho estão nomes como a Karsten, de cama, mesa e banho, a Lupo, fabricante de moda íntima e meias, e a JBS. A Câmara de Empresários Brasileiros no Paraguai estima que, desde 2007, cerca de 320 empresas brasileiras foram para o país vizinho.
No começo de novembro, o Citi vai participar de um evento em Assunção, para conversar com investidores e empresários locais. Benamor ressalta que o banco oferece serviços no Paraguai assim como oferece no Brasil ou nos mais de 90 países em que opera. Com isso, consegue ajudar a internacionalização de empresas brasileiras, para qualquer mercado.
Um dos casos é a rede de academias Smartfit, que começou a internacionalização pela América Latina, conta o executivo. Primeiro a empresa se expandiu para a América do Sul, depois a América Central, e em seguida para o México, onde conseguiu escalar a operação e já é a maior rede do país. E depois decidiu ir para o Marrocos.
“Ajudamos eles primeiro no Brasil, com serviços como gestão de caixa, financiamento. No México, ajudamos a empresa a levantar US$ 350 milhões desde 2023 no mercado de dívida local.” Desse total, a última tranche foi de US$ 157 milhões.
Ônibus, pneus e baterias
Outro caso de expansão global é o da Marcopolo, que produz ônibus, de Caxias do Sul (RS). A expansão internacional começou pela Argentina e Colômbia, e hoje a companhia está nos cinco continentes. “Nós apoiamos a Marcopolo desde o início, quando eles decidiram se internacionalizar, há cerca de 10 anos. Na Argentina houve muitas restrições na última década em termos de financiamento, de entrada e saída de dólares”, conta Benamor.
Para contornar as dificuldades de financiamento na Argentina, Benamor conta que o Citi forneceu para a Marcopolo o que o banco chama de “cartas de crédito standby”, em que aprova o crédito na empresa matriz e pode estender esses recursos para qualquer país. “Se uma subsidiária precisa obter financiamento na Argentina, ou em qualquer outro país, e ninguém ainda conhece a empresa, é difícil conseguir financiamento. Isso limita sua capacidade de crescer”, afirma Benamor.
Na Cantu Pneus, de Santa Catarina, maior varejista de pneus do País, o banco primeiro atuou como financiador de fornecedores da empresa. A partir de 2023, a companhia entrou nos EUA com a aquisição da empresa americana de comércio eletrônico DigiTire. Em seguida, foi para o México, onde abriu um centro de distribuição em maio de 2025. No radar da companhia estão, além da expansão dentro dos EUA, países como Colômbia, Peru e Chile e a Europa.
Nesta quinta-feira, 29, a companhia anunciou que ganhou um sócio estrangeiro, ao receber investimento de US$ 50 milhões liderado pela International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial.
Já a Baterias Moura, de Pernambuco, abriu uma fábrica na Argentina e tem uma rede de distribuição no Cone Sul. “Desde que eles resolveram ir para a Argentina, nos consultaram”, conta o executivo do Citi.









