Flávio Bolsonaro mente sobre votações em estados e ao alegar que seriam matematicamente impossíveis
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Alcolumbre critica ataques na política após ato de Nikolas Ferreira em Macapá msn.com/pt-br/noticias/other…
Flávio Bolsonaro pode assistir de camarote derrota de Trump nas eleições dos EUA
Na terça-feira, 3 de novembro, até 200 milhões de eleitores registrados poderão ir às urnas nos Estados Unidos para votar em todos os 435 membros da Câmara dos Representantes, 33 senadores, 36 dos 50 governadores, além de integrantes de legislaturas estaduais e locais. As pesquisas indicam que Donald Trump e o Partido Republicano têm grandes chances de sofrer uma derrota acachapante, perdendo o controle da Câmara dos Representantes e, possivelmente, do Senado. O apoio ao presidente está em queda em todas as questões. Segundo a revista The Economist, apenas 34% dos entrevistados aprovam a presidência de Trump, enquanto 61% se
opõem às suas políticas.
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Olá, boa tarde!
Alguém conhece o meliante do vídeo?
De onde essa gente tiram tantas conclusões inócuas para utilizar como escudo de ignobil?
Meta derruba em menos de 1h episódio do 'Revelando' com MC Cabelinho sobre Flávio Bolsonaro
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Lula sobre debate com Flávio Bolsonaro: ‘Incomodado em
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Lula sobre debate com Flávio Bolsonaro: ‘Incomodado em participar com miliciano' msn.com/pt-br/noticias/other…
Milhares de estudantes tomam a Esplanada em apoio a Lula
Uma grande manifestação no centro de Brasília mostrou o apoio de estudantes ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Os manifestantes saíram da frente da Biblioteca Nacional, onde principalmente jovens subiram em um trio elétrico, defendendo o fim da escala 6x1 (em discussão no Senado), os programas sociais do governo, a educação gratuita e o Sistema Único de Saúde (SUS), além de se posicionarem contra as privatizações.
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Exército do Lula ultrapassa 4,3 milhões de seguidores após proibição de Nunes Marques
O canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) após o primeiro turno das eleições de 2026, ultrapassou a marca de 4,3 milhões de seguidores em meio à disputa judicial sobre seu funcionamento. O crescimento ocorreu enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alternava decisões de suspensão e liberação da ferramenta, após questionamentos apresentados pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL).
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#EleNão #Eleições2026 #BolsonarosNuncaMais
Valdemar diz que Flávio pode planejar golpe: "Sei lá"
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou em entrevista à Rádio Gaúcha que Flávio Bolsonaro, caso seja eleito presidente, “pode planejar” um novo golpe de Estado.
Ele também disse que uma eventual primeira medida de governo seria anistiar os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.
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#EleNão #Eleições2026 #BolsonarosNuncaMais
Flávio anuncia o roteiro do golpe por dentro
Jair Bolsonaro tentou um golpe de Estado com a participação de integrantes da cúpula militar. Era o caminho da ruptura pela força. A trama culminou nos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. O golpe fracassou. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar, condenado a 27 anos e três meses por liderar a organização criminosa que tentou impedir a alternância de poder.
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Esse enganador de carentes de esclarecimento, chamado @pablomarcal, deve ter uma certa paixão pela droga "Pó".
Ou de repente ele, o @pablomarcal , é um viciado incrustado. O imbecil vive insinuando que os adversários dele são, "Cheirado".
Justiça de SP condena Marçal a pagar R$ 10 mil por soprar farinha em dirigente da Rede
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Porchat expõe ligação do Master com Nikolas e Flávio e tem milhões de visualizações em um dia
Publicado em 21 de setembro, um vídeo de Fabio Porchat rapidamente se tornou viral, alcançando milhões de visualizações em menos de 24 horas no YouTube.
Informações da Veja. O humorista utiliza sua característica abordagem irônica e bem-humorada para tratar de um tema delicado: as conexões entre o Banco Master e a Igreja Batista da Lagoinha, uma das maiores igrejas evangélicas do Brasil.
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É impressão pessoal minha ou de fato a politica progressista em andamento no Brasil, causa medo na politica conservadora?
E porquê eleitores da Politica conservadora se recusam a aceitar dados, estatísticas de melhorias como: melhor IDH, melhores indices de alcance na escolaridade, maior número de pessoas com acesso a moradias e, melhor renda per capta alcançada por Habitantes?
Sim, há evidências de que políticas progressistas no Brasil despertam resistência e até medo em setores conservadores, principalmente porque tocam em valores culturais e identitários. Muitos eleitores conservadores rejeitam dados positivos sobre indicadores sociais por causa de fatores emocionais, identitários e de desconfiança em relação às fontes.
Por que políticas progressistas geram medo em setores conservadores
Valores culturais e morais:
Pesquisas mostram que conservadores tendem a valorizar estabilidade, tradição e autoridade. Mudanças rápidas em temas como gênero, sexualidade ou redistribuição de renda são percebidas como ameaças à ordem social.
Polarização emocional:
Estudos de sociologia das emoções revelam que o embate político no Brasil é marcado por ressentimento, raiva e desconfiança entre grupos. Isso faz com que políticas progressistas sejam vistas não apenas como propostas técnicas, mas como ataques à identidade conservadora.
Narrativas de ameaça:
Líderes conservadores frequentemente enquadram avanços progressistas como riscos à liberdade individual, à família tradicional ou à economia, reforçando o medo coletivo.
Por que dados e estatísticas são rejeitados
Identidade de grupo:
Aceitar dados que favorecem políticas progressistas pode ser visto como “traição” ao grupo político. A lealdade identitária pesa mais que a evidência empírica.
Desconfiança nas fontes:
Conservadores muitas vezes acreditam que estatísticas oficiais ou pesquisas acadêmicas são enviesadas politicamente, o que leva à rejeição automática dos números.
Viés de confirmação:
Pessoas tendem a aceitar informações que confirmam suas crenças prévias e rejeitar as que as contradizem. Isso explica por que indicadores como IDH ou renda per capita podem ser ignorados.
Valores morais sobre dados objetivos:
Para muitos, o que importa não é apenas “melhorar índices”, mas preservar valores como disciplina familiar, autoridade e religião
Conclusão:
A recusa em aceitar dados positivos não é apenas racional, mas emocional e identitária. Para muitos conservadores, admitir avanços sob políticas progressistas significaria reconhecer legitimidade em um projeto político que eles veem como ameaça. Isso explica por que, mesmo diante de indicadores sociais melhores, a resistência persiste.
scielo.br/j/rsocp/a/C4xPMhXQ…
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