Alberti retweeted
Ratatouille is such a great movie because it’s ruthlessly in favor of meritocratic inegalitarianism. “Anyone can cook,” not “everyone can cook.”
The duty of Chef Linguini is to forfeit his arbitrary inherited status as a human and serve to elevate the deserving übermaus Remy.
Alberti retweeted
It’s kinda crazy to me that we melt sand down, clean it to 99.99999% purity, literal wizards have to draw it slowly into an ingot, we cut it, inscribe a hundred billion little on/off switches on it, and when you run electric current through it you can do basic arithmetic, which when you do enough of it can do any math on the planet, and which describes reality well enough that we can teach it the ontological meaning of words and their distance from each other on a high-dimensional space, and if you ask, it can tell you what word comes next and that apparently is powerful enough that if you do it a hundred billion times it’s the smartest thing to ever exist
oh yeah and we use this primarily for email
Alberti retweeted
Flávio Bolsonaro perde por 4,4 milhões de votos e não reconhece a derrota.
Só confirma por que, assim como o pai, não pode ser eleito. O DNA golpista é a maior marca da família.
Eu avisei…. O velho VENCE.
⭐️⭐️⭐️⭐️
Replying to @klauslol1_
Lula é o Faker. Não importa o que todo mundo pensa um mês antes da final.
O homem vence.
Alberti retweeted
um buquê do tamanho que só a sua amiga mais corninha com namorado que todo mundo odeia já recebeu
Alberti retweeted
No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação.
Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais.
Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha.
A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera.
O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar.
A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva.
Lula errou do início ao fim do seu mandato.
Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público.
E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez.
Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe.
O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração.
Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado.
Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros.
São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder.
Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo.
Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.
Alberti retweeted
ai passando mal com o vídeo da joice hasselmann declarando voto no lula que começa tipo
- já processei ele
- ele já me processou
- fui a primeira a odiar ele
- fui demitida por perseguir ele
- ive never agreed with lula once, we have fought on like seventy-five diff’rent fronts





















