Botafoguense e professor de Ciência Política na UFRJ/UFJF.

Joined July 2020
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🎙️ PODCAST | O Café da Manhã desta segunda (31) trata do uso político da corrupção no Brasil e discute como "Dark Horse" e Lulinha mexem com a campanha de 2026, com @jchaloub2, da UFRJ e UFJF. 📲 Leia mais na #Folha: folha.com/podcasts 📷 Pedro Ladeira/Folhapress
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Masculinismo e supremacismo branco são as únicas ‘ditaduras identitárias’ no horizonte A ausência de mulheres nas principais chapas presidenciais não é um evento fortuito, mas sintoma de mudanças profundas ocorridas ao longo das duas últimas décadas. cartacapital.com.br/opiniao/…
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Texto preciso do amigo @preah__ . Diz muito sobre o Botafogo, mas também sobre o que a imprensa esportiva se transformou. E não falo apenas dos novos jornalistas-influenciadores, mas de muita gente com décadas de carreira
me recordo muito de uma série de livros que ganhei aos 13 anos, era um pré-RPG que colocava o adolescente como responsável pelo CURSO DA HISTÓRIA: se respondesse A, ia para a página X; se B, página Y. tinha uma interatividade das perguntas sobre a história. (+)
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As denúncias contra Flávio Bolsonaro abrem espaço para nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Michelle Bolsonaro, mas a insistência em um projeto familiar pode dificultar as eleições para a direita, explica o cientista político Jorge Chaloub. Leia na íntegra: intercept.com.br/2026/05/15/…
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Coluna (por Jorge Chaloub) Frente ampla com quem? O recado após a derrota de Messias Para aqueles que ainda apostam em saídas baseadas na moderação e em frentes amplas, a questão se impõe de forma mais dura: há, de fato, interlocutores disponíveis desse outro lado? cartacapital.com.br/opiniao/…
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A naturalidade com que a imprensa brasileira transcreve, sem tom crítico ou maior constrangimento, a ameaça de Trump de "matar uma civilização em uma noite" demonstra, de forma didática, como fenômenos históricos como o nazismo são não apenas possíveis, mas facilmente tolerados.
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"Há, por fim, um desdobramento menos evidente — mas talvez ainda mais preocupante — do atual escândalo: a construção de um sentimento difuso de colapso social e de terra arrasada. Este foi, anos atrás, um dos efeitos mais profundos da Lava Jato"
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É muito engraçado como a maior parte dos economistas, ignorando qualquer debate nos últimos séculos, afirma com tranquilidade que suas pesquisas e formulações são despidas de juízos morais. O último foi o Daniel Duque, da FGV, na Folha e no blog da Ibre.
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Tal presunção permite à Economia reivindicar o lugar de Ciência universal, que habilitaria os economistas a falar sobre qualquer área, da epidemiologia à Sociologia.
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O Rio testemunha uma política estatal fascista, que abertamente pretende matar parte da população a partir de características sociais e raciais. Castro é incapaz de qualquer discurso mais qualificado, mas representa grupos sociais que defendem essa política.
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Ante a chacina ocorrida, é constrangedora, mesmo que não superpreendete, a postura da mídia (Da Globonews a Folha de SP), que por temerosa de ser qualificada como progressistas ou por simpatia velada simpática ao fascismo abusa de elipses e eufemismos.
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A reação do governo federal, cheia de meias palavras, mostra como a vitória da ultradireita é profunda: a defesa da vida e dos direitos humanos passou a ser vista como excesso "radical" e mesmo boa parte dos atores políticos da esquerda tem medo de chamar o que ocorreu pelo nome.
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