É realmente o fim do mundo, um projeto tão bonito e nescessário, acabar por falta de ajuga do governo. Tristeza. – at Donostia-San Sebastián, Spain
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Ta certo, quem vai descobrir que eles foram os responsáveis pelas festas nos presídios, afinal eles fizeram o L escondidinho , contaram só para as mídias sociais. Parabéns, segredo guardado.
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Os institutos acabaram de fazer a inevitável aterrissagem forçada na realidade e jogaram um balde de água fria na "virada" do PT. O Datafolha já diz que "entre quem tem alta propensão de votar" o número é de Flávio 52x48 Lula. Vamos vencer. Saiam e votem 22 amanhã!
Paínho já foi ? Escafedeu-se ?
instagram.com/reel/Devm13xOR…
Qualquer semelhança é mera coincidência, qual político brasileiro da nova geração se encaixa no que está escrito abaixo ?
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Oi, @antoniotabet
Tudo bem?
Explica pra gente este vídeo que o teu grupo promoveu, onde José tenta convencer Maria a ABORTAR O MENINO JESUS, por favor.
Você acha engraçado?
Este é o respeito que vocês da esquerda afirmam ter por Nossa Senhora?
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B R A S I L
SÃO PAULO
@simonetebetbr - traidora de seus eleitores e estado nem é aceita no condomínio que mora,esquerdista disfarçada -
@MarinaSilva - a tartaruga esquerdista expulsa do próprio estado-
PAULISTAS E PAULISTANOS ELAS QUEREM REPRESENTAR VOCES NO SENADO.
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#FLAVIOBOLSONARO2️⃣2️⃣ Faça sua parte.
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“Não é todo dia que a gente vê o Procurador-Geral da República de charuto na mão, uísque na mesa e ao lado de um investigado. É a famosa fiscalização à paisana: primeiro confraterniza, depois apura. 😂”
“ Curiosa essa nova estética da republica: charuto, uísque e uma confraternização ao lado de um personagem central de uma investigação.
Só faltou as phoootass🤡
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Malu Mader, nós nunca fomos inimigos da cultura.
Fomos contra a ideia de que cultura pertence a uma pequena elite de artistas famosos, concentrada nos mesmos centros, disputando eternamente os mesmos recursos públicos.
Nós moralizamos a política cultural porque entendemos uma coisa muito simples: dinheiro público não tem dono.
Na nossa gestão, buscamos descentralizar recursos e fazer a cultura chegar à ponta: ao artista desconhecido, ao produtor independente, ao espaço cultural pequeno, às cidades do interior e a quem produz arte longe dos grandes holofotes. O próprio Pronac de 2021 estabelecia como objetivo a distribuição regional dos recursos, e a Lei Aldir Blanc destinou cerca de R$ 3 bilhões a trabalhadores, espaços e projetos culturais em todo o país.
Talvez o problema seja justamente esse: durante muito tempo confundiram defender a cultura com defender privilégios dentro da cultura.
Nós fizemos outra escolha.
Cultura não é sobrenome famoso, não é círculo fechado e não é propriedade de uma classe artística.
A cultura só é verdadeiramente livre quando deixa de ser propriedade de uma casta e volta a pertencer à sociedade que a sustenta.
Porque arte não se mede pela proximidade com o poder, nem cultura se confunde com privilégio. Uma nação culturalmente viva é aquela em que o talento pode nascer longe dos salões, dos sobrenomes conhecidos e dos círculos de influência — e ainda assim encontrar espaço para existir.
No fim, democratizar a cultura não é diminuir a arte. É devolvê-la à sua origem mais legítima: o povo.





























