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SINHAZINHA DA FAZENDA - VALENTINA CID ⭐️
Delicadeza, alegria e paixão em cada movimento! Nossa Sinhazinha da Fazenda encanta a Nação Azul e Branca com uma apresentação que traduz o amor pelo nosso Boi, celebra os 113 anos do Boi Caprichoso.
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Eu sou a luta de um povo, carrego nas veias a história e trago na alma a criação dos nossos sonhos mais bonitos.
Eu sou a tradição deste chão, sou feito de coragem, de orgulho, da força da terra, do abraço e das mãos da nossa gente.
E sou a fé que sustenta quem aprendeu a resistir.
Eu sou o saber popular que nasce da vivência e floresce na simplicidade.
Eu sou a ousadia de uma nação, sou emoção, poesia, sou o desafio que não cala, sou o ritmo que pulsa na rima da canção.
Eu sou revolução, sou mudança, sou liberdade.
Eu sou o fazer da floresta, a natureza que inspira.
Eu sou a voz que eternizou no esperançar que não morre, na força dos que nunca desistem de sonhar.
Eu sou o som da ancestralidade, meu tambor conta histórias, meu canto guarda memórias.
Eu sou a arte da evolução, nasço das raízes, sou dança, bailado, sou cor, movimento e diversidade.
Eu sou sentimento, sou amor, sou feito de encontros, de afeto. Eu sou lenda, sou encantaria, sou a essência de um povo que transforma a arte em identidade. ⭐️🤩🙌🏽
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O Caprichoso é povo! ⭐️
É negro. É quilombola. É indígena. É caboclo. É ribeirinho. É povo da floresta. É feito da mistura, da resistência e da força de quem aprendeu a transformar a própria história em arte, identidade e Luta!
Desde sua origem, o Caprichoso carrega as vozes daqueles que muitas vezes precisaram lutar para serem ouvidos. E, quando essas vozes chegaram à arena do Bumbódromo, não chegaram sozinhas. Chegaram em forma de toada, de poesia, de denúncia, de memória e de orgulho.
Quantas vezes o nosso azul clamou pela proteção da floresta? Quantas vezes denunciamos o abandono, a violência e o apagamento dos povos originários? Quantas vezes a arte do Caprichoso levou para a arena histórias que precisavam ser conhecidas, respeitadas e jamais esquecidas?
Porque defender a floresta é defender quem vive nela.
Defender os povos originários é defender a memória deste chão.
Valorizar o povo negro e quilombola é reconhecer a força de quem ajudou a construir a Amazônia.
Respeitar os povos da floresta é respeitar a própria vida.
E é por isso que a nosso EstreLa estará sempre ao lado de quem resiste, de quem preserva, de quem lUta e de quem mantém viva a Amazônia. Nossa Estrela deve continuar a briLhar por todo o que lutamos e acreditAmos. ⭐️










