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Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades | FEA-USP | ig: @made_usp

São Paulo, Brasil
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Quem tem mais riqueza de capital também pode ter mais poder de barganha, e isso pode afetar quem fica com os lucros. Novo Working Paper do Made mostra como poupança, poder de barganha e instituições influenciam a distribuição da riqueza de capital no longo prazo.
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O estudo também mostra que a poupança dos trabalhadores pode contribuir para o crescimento econômico e que instituições que dificultam a transformação de riqueza em poder de barganha podem limitar a concentração de capital.
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Como descarbonizar a siderurgia brasileira, e o que isso muda na economia? O Made e o Grupo de Indústria e Competitividade (UFRJ) projetaram os efeitos macroeconômicos da adoção de tecnologias de menor emissão no setor responsável por 7% das emissões globais de CO₂.
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Para chegar a emissões líquidas zero em 2050, o estudo aponta a necessidade de mais incentivos à modernização da indústria, instrumentos de precificação de carbono e redução das emissões da agropecuária e do desmatamento.
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Leia o WP48 “Emissões de gases de efeito estufa na economia brasileira e políticas de mitigação por meio de mudanças tecnológicas: uma análise para o Brasil entre 2020 e 2050”, de Marta Castilho, Fabio Freitas, Ítalo Pedrosa, Kaio Costa e Igor F. de Araujo madeusp.com.br/publicacoes/a…
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Com o endividamento no centro do debate eleitoral brasileiro, o Made analisou como dívidas familiares evoluíram ao longo dos governos Bolsonaro e Lula 3. Dados mostram que, com Bolsonaro, a dívida cresceu muito mais que a renda. Com Lula, elas cresceram em ritmo semelhante.
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Os resultados mostram ainda que, com Bolsonaro, as famílias recorreram principalmente a linhas emergenciais e mais caras, como cheque especial e rotativo. Já no governo Lula 3, o crédito para a aquisição de bens, veículos e imóveis ganhou maior destaque.
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Qual o impacto do Farmácia Popular no orçamento das famílias? Estudo do Made e do CEDEPLAR/UFMG mostra que, para grande parte das famílias mais pobres, gastos com medicamentos hoje cobertos pelo programa chegaram a superar 10% da renda familiar.
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A gratuidade evita que a família que depende de tratamento contínuo tenha de escolher entre comprimir outras despesas essenciais e agravar a doença, ao interromper o tratamento. Reduzir a cobertura do Farmácia Popular tende a devolver esse custo às famílias e ao SUS.
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