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vai se fude sport club corinthians paulista

neo quimica arena & bts
Joined August 2023
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"blusa problemática" a Giselle já usou ✅️ "tirou foto com violentador de mulher" ela já tirou e postou no próprio perfil ainda marcando ele ✅️ "n*zi" ela já saiu com um ✅️ muito santa ela né?
quem apareceu com suástica nazi foi a chaeyoung do twice, quem anda com violentador de mulheres é o bts, o racista é o mark lee, mas claro que a giselle que posta foto com arminha de plástico e gosta de magia está no mesmo nível desses criminosos e sem caráter
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NÃO compactuo com homofóbico NÃO compactuo com transfóbico NÃO compactuo com bolsonaristas NÃO compactuo com racistas NÃO compactuo com intolerantes religiosos NÃO compactuo com qualquer pessoa que queira oprimir outra por quem ela é
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pelo visto ter peitos lindos não resolve todos os meus problemas
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toda vez que me deparo com trend de chat gpt eu adoeço lentamente de forma irreversível
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O fumante que se acha cheiroso fede 2x: 1 por causa do cheiro impregnado de cigarro, 2 pelo perfume que ele usa em excesso pra compensar
eu fumo e não tenho cheiro de cigarro não. pelo contrário. sou muito cheirosa
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Sempre serei uma mulher de esquerda, nem que isso destrua meus relacionamentos e vivências
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Tá faltando guilhotina galera, tá faltando apavoro e guilhotina
Bruno Reis, prefeito de Salvador, diz que NÃO VAI GARANTIR o TRANSPORTE GRATUITO para os estudantes que farão o Enem. Jerônimo Rodrigues, GOVERNADOR, liberou o TRANSPORTE GRATUITO para todo o estado da Bahia.
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Decreto da Prefeitura de Salvador (nº 42.548/2026), publicado em 4/11, suspende a tarifa de ônibus, BRT e STEC para estudantes com cartão de meia passagem ativo em 8 e 15/11, dias do Enem. bahianoticias.com.br/noticia/323319…
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normalize traumatizing people after they fucking disrespected you
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nojo como foi normalizado atribuir crimes e falar as maiores atrocidades sobre o bts queria que todas essas vgbnds mrressem
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eu quando vi 7 coreanos cantando sobre fuder como animais
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*flertando* -seu gato é gordo pra porra
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O Brasil já registra 13 ataques contra povos indígenas após a vitória do Presidente @LulaOficial, incluindo ameaças de envenenamento da água e corte de serviços públicos em represália ao voto popular. É inadmissível que sejamos vítimas de violência por exercer nossos direitos.
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morro que se essa menina do aespa aparecer amanhã com uma suástica nazista tatuada na testa os fãs falam que é a budista
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Women don't 'destroy men's lives' by reporting rape. Men destroy their lives by raping!
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eu depois de dar um gole em qualquer coisa que tenha maracujá
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Muito texto Foda-se você Foda-se Israel Foda-se os sionistas Foda-se
Carta aberta ao Deputado Jones Manoel Sobre o sionismo e o direito dos judeus à autodeterminação Deputado Jones Manoel @jonesmanoel_PE, Quero trazer uma reflexão sobre a maneira como o sionismo tem sido apresentado no debate político brasileiro, especialmente por setores da esquerda. E começo por algo que considero fundamental: não é possível discutir seriamente uma ideologia partindo de uma definição que seus próprios defensores não reconhecem e tratando essa definição como uma verdade incontestável. É justamente isso que vejo acontecer com o sionismo. Primeiro, ele é apresentado como uma ideologia necessariamente racista, colonialista e baseada na exclusão de outro povo. Depois, essa caracterização é utilizada para concluir que o próprio direito dos judeus à autodeterminação seria ilegítimo. Mas existe um problema lógico nessa construção: a conclusão depende de uma premissa que ainda precisa ser demonstrada. O sionismo, em sua essência, defende o direito do povo judeu à autodeterminação nacional em sua terra ancestral. Isso não significa que a ligação histórica dos judeus com aquela terra elimine os direitos de outros povos, muito menos que o território deva pertencer exclusivamente aos judeus. Reconhecer um direito histórico e reivindicar exclusividade territorial são coisas diferentes. E a história nos oferece um exemplo bastante concreto dessa diferença. Em 1947, a liderança sionista aceitou o plano de partilha da ONU, que previa a criação de dois Estados, um judeu e outro árabe. Se a exclusão do outro fosse um princípio fundamental do sionismo, como explicar essa decisão? E como conciliar essa ideia com o fato de que cidadãos árabes de Israel votam, elegem representantes, participam do Parlamento e já ocuparam cargos na Suprema Corte? Não estou dizendo que Israel seja uma sociedade perfeita, livre de discriminação ou de injustiças. Nenhuma democracia é. E reconhecer a existência desses problemas não deveria ser incompatível com reconhecer a legitimidade do Estado. Mas existe uma diferença enorme entre apontar injustiças e afirmar que a eliminação de outro povo é a essência de um movimento nacional. Deputado, a presença árabe naquela região é um fato histórico. A presença judaica também. Uma não anula a outra. E é nesse ponto que considero importante separar coisas que frequentemente aparecem misturadas no debate. O sionismo é um movimento de autodeterminação nacional. Dentro dele existem diferentes correntes políticas, religiosas e ideológicas. E, ao longo da história de Israel, diferentes governos adotaram políticas que podem, naturalmente, ser criticadas. Essas três coisas não são sinônimas. É perfeitamente legítimo criticar políticos israelenses, decisões governamentais, estratégias militares e qualquer política do Estado de Israel. Aliás, os próprios israelenses fazem isso diariamente. Há disputas políticas intensas, manifestações, oposição parlamentar, imprensa crítica e uma sociedade que está longe de pensar de maneira uniforme. E aqui vale lembrar algo que muitas vezes fica de fora dessa discussão: a esmagadora maioria dos judeus, em Israel e ao redor do mundo, é sionista ou reconhece o princípio central do sionismo, que é o direito do povo judeu à autodeterminação em Israel. Isso não significa que todos pensem da mesma forma sobre fronteiras, governos, religião ou sobre como o conflito deve ser resolvido. Porque ser sionista não é apoiar determinado político. Não é concordar com todas as decisões de um governo. E certamente não é assumir responsabilidade coletiva por tudo o que o Estado de Israel faz. É reconhecer que o povo judeu tem direito à sua existência nacional e à autodeterminação. E esse direito não desaparece quando um governo toma decisões das quais discordamos. Também considero problemático quando conceitos como colonialismo, racismo, biopolítica ou necropolítica são utilizados como se, por si só, resolvessem a discussão. Esses conceitos podem ser instrumentos importantes de análise. Mas precisam ser acompanhados de argumentos e evidências. Dar um nome sofisticado a uma interpretação não a transforma automaticamente em um fato histórico. E é aqui, Deputado, que encontro a maior contradição desse discurso. Você defende o reconhecimento dos direitos nacionais palestinos. E eu não vejo problema algum nisso. Reconhecer o direito de um povo à autodeterminação é um princípio legítimo. Mas por que esse mesmo princípio se tornaria ilegítimo quando aplicado aos judeus? Se a autodeterminação é um direito dos povos, ela não pode depender da nossa simpatia política por determinado movimento nacional. O direito dos judeus à autodeterminação não é uma concessão, muito menos uma exceção que precisa ser justificada. É o mesmo princípio que fundamenta o reconhecimento dos direitos nacionais de qualquer outro povo. E reconhecer esse direito não significa negar os direitos de ninguém. O que não me parece coerente, Deputado, é defender a autodeterminação como um princípio universal e, ao mesmo tempo, tratar sua expressão judaica como algo intrinsecamente racista ou ilegítimo. Afinal, se um princípio deixa de valer quando aplicado aos judeus, o problema não está no sionismo. Está na seletividade de quem pretende definir quais povos merecem exercê-lo. E isso não significa ignorar o sofrimento palestino, negar injustiças ou desconsiderar a complexidade de um conflito que envolve duas populações com vínculos históricos, identidades nacionais e reivindicações sobre a terra. Significa apenas reconhecer que os direitos de um povo não precisam ser construídos sobre a negação dos direitos do outro. Precisamos discutir o que o sionismo efetivamente defende, suas diferentes correntes e sua trajetória histórica, em vez de reduzi-lo a uma definição que já determina antecipadamente sua condenação. Deputado, eu não espero que concordemos sobre Israel, sobre o sionismo ou sobre as soluções para o conflito. Mas acredito que uma discussão intelectualmente honesta precisa começar com uma pergunta bastante simples: Se reconhecemos que os palestinos têm direito à autodeterminação nacional, qual é o argumento para negar esse mesmo direito aos judeus? Porque reconhecer a legitimidade histórica e nacional de um povo não exige negar a do outro. E, se a coexistência é realmente o objetivo, talvez seja justamente por aí que a discussão deva começar. A autodeterminação não é um privilégio que se concede aos povos com os quais concordamos. É um direito. E, se é universal, também precisa valer para os judeus.
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nasci pra usar decote e saia curta
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