Caprinne retweeted
SZA é uma das minhas artistas favoritas, mas hoje eu não ouço muito porque aprendi da pior forma que música ressoa com a nossa alma. A gente acha que não, mas o cérebro ouve o coitadismo e guarda. Aí quando você vê, sua autoestima está lá embaixo, você está triste e não sabe pq.
Caprinne retweeted
Sou ateu de autismo nível leve. Você só é insuportável
Mariana Ferreira é autista nível 1 de suporte e não teve uma experiência agradável ao participar do festival Lollapalooza deste ano.
🤳 mari_ferreiralebrao | @MyHoodbr
Caprinne retweeted
O Clovis de Barros é muito magnético pqp vc começa a assistir o vídeo e simplesmente não consegue parar até chegar no fim e sempre vale a pena
Caprinne retweeted
A nova Thais Carla quer todo mundo na cadeia menos assassino, estuprador, pedófilo e faccionado
Caprinne retweeted
DIRETO NO RECHEIO: Famosa psiquiatra e pesquisadora pioneira sobre o autismo, Uta Frith, solta o verbo e EXPÕE a problemática da indústria dos diagnósticos em massa:
"O espectro do autismo agora é tão inclusivo que se tornou sem sentido."
Caprinne retweeted
Durante décadas, o autismo foi considerado uma condição rara e pouco compreendida. Quando a psicóloga britânica Uta Frith iniciou suas pesquisas nos anos 1960, muitos especialistas ainda classificavam o quadro como “psicose infantil”. Ao longo de sua carreira, ela ajudou a transformar essa visão. Frith foi uma das responsáveis por difundir a ideia de que pessoas autistas podem ter dificuldade em compreender pensamentos e intenções de outras pessoas, conceito conhecido como Theory of Mind, além de contribuir para derrubar a antiga crença de que o autismo seria causado pela falta de afeto dos pais.
Nos anos 1980, pesquisadores como Lorna Wing defenderam que o autismo não era uma condição única, mas um espectro com diferentes graus de manifestação. Esse modelo passou a incluir casos semelhantes aos descritos pelo médico austríaco Hans Asperger, de pessoas inteligentes e com linguagem fluente, mas com dificuldades sociais. A ideia ampliou a compreensão do fenômeno e permitiu identificar indivíduos antes ignorados.
Hoje, porém, a própria Frith questiona esse modelo. Para ela, o espectro foi ampliado demais e corre o risco de perder utilidade clínica. Características que antes poderiam ser vistas como traços de personalidade, como timidez intensa ou sensibilidade a ruídos, passaram a ser frequentemente associadas ao autismo.
Os números refletem essa mudança. Na Inglaterra, o diagnóstico passou de cerca de 0,1% da população em 1998 para aproximadamente 1,33% em 2024. Segundo Frith, esse aumento ocorreu principalmente entre jovens e adultos com quadros mais leves, enquanto os casos clássicos diagnosticados na infância permaneceram relativamente estáveis.
A pesquisadora aponta dois problemas principais. O primeiro é científico: como o autismo não possui biomarcadores, ou seja, não há exame de sangue ou teste definitivo, critérios amplos podem misturar condições diferentes, dificultando a pesquisa. O segundo é social: a expansão do diagnóstico pode acabar desviando atenção e recursos das pessoas com autismo mais severo, que precisam de apoio muito maior.
Por isso, Frith sugere repensar o modelo atual. Em vez de um único espectro muito amplo, ela propõe identificar subgrupos mais específicos, diferenciando melhor o autismo infantil clássico, quadros semelhantes à síndrome de Asperger e outros perfis relacionados à hipersensibilidade social ou sensorial. Para ela, redefinir essas fronteiras pode ser essencial para que o diagnóstico continue sendo útil na ciência e na medicina.
Autism:
“The spectrum has become so accommodating that I fear that it has now been stretched so far that it has become meaningless and is no longer useful as a medical diagnosis.”
Problem is that psychologists, and increasingly a flood of master’s level therapists have come to rely on the autism diagnosis to support their practice. Their livelihood. I suspect schools face a similar reliance on autism diagnoses for extra funding.
Furthermore: Parents love it because their child gets extra services. Students love it because it makes them special. Drug companies love it because they profit from drugs.
Psychologists are supposed to be the gatekeepers on diagnoses, but we are not doing very well at it.
Caprinne retweeted
Bicho há 2 semanas essa mulher tava recebendo como convidada do próprio casamento uma advogada com contrato de 129 MILHÕES com o Vorcaro.
HAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHHAHA
Eu até entendo que bostileiro tem memória de rã, mas aí já é forçar demais.
Caprinne retweeted
mulheres trans nao deviam ser colocadas na mesma categoria de mulheres cis PRA NADA existe uma materialidade de socialização e biológica sobre nascer mulher que elas podem tentar mas NUNCA vao entender ou se identificar sobre pq isso não é injetável
Caprinne retweeted
Any Christian who votes democrat again is a fool. They’re showing people that it’s ok to disrupt a church during worship. This is how they truly feel about you. The veil is lifted. No morals. No integrity. It’s not enough for them to have an opinion, they’ve escalated to physical intrusion of places of worship. The demons inside of them are so bothered. All the time.









































