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🚨🇺🇸 This video is already going viral in the United States!
Brazil has become news from north to south, from coast to coast.
The world is watching! 👀🇧🇷🔥
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Se votas no Lula e vives em Portugal, a pergunta é simples: por que estás aqui?
Fugiste da miséria, da corrupção e da violência e ainda queres o mesmo para quem ficou.
É fácil defender um sistema à distância quando não és tu a viver as consequências.
Não és patriota. És hipócrita.
Se amas tanto o Lula, faz a mala e vai viver na miséria que defendes.
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Com 74 votos, Lula vence eleição no Complexo Penitenciário da Papuda
band.com.br/politica/eleicoe…
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Right-wing presidential candidates in Brazil’s upcoming general election have seized on the heightened fear created by the latest crime wave. But their solutions are unlikely to work bit.ly/4hfeOr8
Photo: Getty Images
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Em evento da @esferabr falo do trabalho em equipe que estamos realizando junto com @flaviobolsonaro. O brasileiro não aguenta mais pagar tanto imposto, isso também precisa ser revisto.
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Escolhas! E a maior escolha de todos os tempos você pode fazer em 04/10 votando em @flaviobolsonaro. O único caminho possível para levar o país de volta para a prosperidade. 🇧🇷
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For our hemisphere to be secure and united against narcotraffickers, Lula da Silva must lose next October.
It is time to unite Latin America behind strong leaders who will move our continent toward prosperity, security, and democracy, not socialism and criminal appeasement.
Brazil can lead the way. 🇧🇷🇺🇸
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Brazil has been trying to censor American speech on American platforms for years.
Now it's going after American companies and consumers too.
Foreign or abroad, the Committee won't let these attacks go unchecked.
🚨The Brazil Censorship Files, Part III
We subpoenaed secret censorship orders from Brazilian Supreme Court Justice Alexandre de Moraes. We received them as part of our oversight of how foreign censorship affects the rights of American citizens.
Our takeaway: Moraes and other Brazilian officials are trying to censor AMERICAN speech.
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Fui até a Universidade Regional do Cariri, no Crato/CE, cidade de Camilo Santana, pra mostrar a realidade de uma universidade administrada pelo PT no Ceará. As imagens falam por si. Assista, tire suas conclusões e compartilhe este vídeo para o Brasil.
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🚨#SOSVenezuela Diosdado, luego no te asombres cuando vayan por ti, inservible.
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Banco do Brasil caiu? Usuários reclamam de dificuldade para acessar o app nesta quarta (10) tecmundo.com.br/mercado/4137…
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A cidadania americana é um privilégio, e deve ser conquistada de forma honesta. Se você vier para cá, violar nossas leis e mentir durante seus processos imigratórios, você perderá esse privilégio.
O @DHSgov não ficará de braços cruzados enquanto americanos forem prejudicados por criminosos, incluindo agressores sexuais, autores de fraudes e traficantes de drogas que exploraram nossa generosidade e se aproveitaram do sistema de imigração.
Continuaremos a utilizar todos os meios legais disponíveis para revogar a naturalização e remover do país estrangeiros que tenham violado nossas leis.
American citizenship is a privilege, and it must be earned honestly. If you come here break our laws, and lie in your immigration proceedings, you forfeit that privilege.
@DHSgov will not stand idly by while Americans are harmed by criminals including sex offenders, perpetrators of fraud, and drug traffickers who have exploited our generosity and gamed our immigration system.
We will continue to use every lawful avenue to denaturalize and remove aliens.
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Supporters of Brazil’s Bolsonaro rally across Brazil against Lula
trib.al/fe4huEY
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Brazilians are becoming less tolerant of their top court’s domineering ways. We explain how the justices can earn back trust from voters economist.com/leaders/2026/0…
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Thousands of supporters of Brazil's former President Jair Bolsonaro demonstrated in cities across the South American nation on Sunday, as organizers hoped to build momentum for a right-wing victory in the upcoming presidential elections. trib.al/H4SbVJX
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Carta Aberta ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
28 de fevereiro de 2026
Presidente Lula (@LulaOficial),
A recente nota do Ministério das Relações Exteriores (@ItamaratyGovBr) condenando ataques contra o Irã não é apenas um posicionamento diplomático circunstancial. Ela expõe um padrão. Mais precisamente, o seu.
E padrões importam.
Em 1979, em entrevista à revista Playboy, o senhor não foi provocado a comentar Adolf Hitler. O senhor próprio trouxe o nome. Disse que, embora “errado”, ele tinha “aquilo que eu admiro num homem: o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer”. Na mesma resposta, citou o aiatolá Ali Khamenei, Fidel Castro e outros líderes autoritários como exemplos de dedicação.
O senhor fez a ressalva de que não concordava com a ideologia.
Mas, passados 47 anos, essa ressalva perde força diante dos fatos. Quando escolhas diplomáticas reiteradas caminham na mesma direção daqueles exemplos citados no passado, a distinção entre “não concordar com a ideologia” e manter alinhamentos políticos concretos torna-se, na prática, difícil de sustentar.
Alinhamento não é apenas concordância ideológica explícita. É também escolha de referência. Escolha de exemplo. Decisão sobre quem simboliza virtude política.
Quando se apontam líderes autoritários como modelos de “determinação”, a mensagem não é neutra. A determinação, nesses regimes, não é qualidade abstrata: é o mecanismo pelo qual se impõem revoluções, se consolidam ditaduras e se silenciam dissidentes.
E havia — e há — exemplos do outro lado. Democratas que transformaram seus países com firmeza sem destruir instituições. Determinação não é monopólio de regimes totalitários.
Em 1979, o Irã vivia a consolidação de uma revolução teocrática que hoje, 47 anos depois, vemos contestada nas ruas por mulheres, jovens e opositores que arriscam a vida. Ainda assim, naquele momento, o senhor mencionava com admiração a liderança que simbolizava aquele novo regime.
Quase meio século se passou.
Hoje, novamente no exercício da Presidência, o senhor mantém relações próximas com o Irã, envia autoridades de alto escalão a Teerã, sustenta diálogo político frequente e, diante de uma escalada regional que envolve diretamente o financiamento iraniano a organizações como Hamas e Hezbollah, emite uma nota que condena reações sem contextualizar a origem estrutural da agressão.
É impossível não perceber a continuidade.
O discurso pode ter mudado de tom. A lógica permanece.
O Irã reprime brutalmente seu povo, persegue mulheres por desafiarem imposições religiosas, executa opositores e financia grupos que operam deliberadamente contra civis. Ignorar esse contexto ao condenar ações militares não é neutralidade diplomática — é escolha política.
O senhor afirmou, em 1979, que não admirava ideologias, mas a determinação. No entanto, quando a diplomacia brasileira se aproxima reiteradamente de regimes autoritários, relativiza suas práticas e emite notas que omitem o contexto estrutural das agressões que promovem, a antiga ressalva deixa de ser convincente.
A determinação de líderes autoritários não é virtude isolada; é a força que sustenta estruturas de opressão. Reconhecê-la como qualidade admirável, ainda que com ressalvas, transmite uma mensagem inequívoca.
Hoje, 47 anos depois daquela entrevista, ao observar sua política externa e a nota oficial emitida pelo Brasil, a sensação é de que pouco mudou na forma como o senhor enxerga regimes que se colocam contra democracias liberais.
A história oferece oportunidades de revisão. De amadurecimento. De ruptura com referências equivocadas.
O Brasil merece uma política externa que não apenas condene formalmente a violência, mas que reconheça com clareza quem a fomenta sistematicamente.
Neutralidade seletiva é posicionamento.
E posicionamentos revelam convicções, Presidente.
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Today I designated Iran as a State Sponsor of Wrongful Detention. For decades the Iranian regime has cruelly detained innocent Americans and citizens of other nations to use as political leverage. Iran must end this abhorrent practice and immediately free all unjustly detained Americans.
























