O ex do Victor Han é basicamente um case de sucesso do perfil médio do gay twitter ne
(chatissimo o conteudo, meu deus, galera lambe um povo que só por deus)
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Lembrando que o Brasil é BB- e o Paraguai BB+ (2 níveis acima) em rating de investimentos pela Fitch
Oito executivos ligados ao ueno bank são presos; protestos tomam ruas da capital do Paraguai
valor.globo.com/financas/not…
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Não gostaria de estar no lugar dos que se julgam vencedores. A história será implacável com eles #LutarSempre
A esquerda já é mal vista pelo papel de salvadora sabe-tudo, daí metem o grito de guerra: trabalhador, olha pra cá, eu to na rua pro seu filho estudar.
Com toda a merda que ta acontecendo, qual a chance de eu dar importância pra Andrea Sadi, uma jornalista políticas, que precisa ter fontes, cumprimentando políticos. Sério. (e eu nem gosto dela).
Completamente irritado que hoje colocaram na TL duas vezes a gay chata insuportável que só ganha engajamento em cima de hate reagindo a vídeos e pessoas como se fosse a dona da razão (e na vida uma pessoa podre).
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Replying to @CaparicaRoberto @radaronline
Roberto, não somos porta-vozes da esquerda. Eu, por exemplo, sou de direita. Aliás, ajudamos — e muito — a derrubar o Lula. Mas fazemos jornalismo (não política). E claro: não fazemos isso de graça. Temos de cobrar pela assinatura.
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Nota à Imprensa. Peço, por favor, que compartilhem:
“A defesa de Antonio Tabet repudia veementemente a decisão liminar proferida pelo Ministro André Mendonça que determinou a remoção de uma de suas publicações na plataforma X. A ordem judicial de exclusão atinge uma manifestação que em momento algum citou o nome do candidato Flávio Bolsonaro.
A principal (mas não única) fragilidade jurídica da decisão reside na presunção de que uma crítica genérica teria um destinatário certo, referendando um curioso fenômeno de autoidentificação. A postagem limitou-se a afirmar, acompanhada de uma imagem da padroeira, que ‘A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!’. O fato de o representante ter se reconhecido de forma tão imediata nessa exata descrição é revelador, mas vestir a própria carapuça não deveria fornecer o alicerce jurídico para a decretação de censura.
A liberdade de expressão e a crítica política, por mais ácidas ou incômodas que sejam, constituem elementos ordinários e constitucionalmente protegidos do debate democrático. Tratar uma opinião incisiva e uma hipérbole retórica como se fossem a divulgação de um "fato objetivamente falso" subverte a finalidade do combate à desinformação, transformando o aparato judicial em um escudo de conveniência contra o livre escrutínio público, agravado pela ameaça de uma multa de R$ 30.000,00.
Por essa razão, informamos que serão interpostos todos os recursos cabíveis para reverter a decisão e resguardar o direito à livre manifestação. O ambiente democrático exige resiliência, sendo no mínimo irônico que a máquina jurisdicional precise ser acionada em caráter de urgência para proteger a suscetibilidade de quem, ao que tudo indica, ofende-se ao ver a própria insegurança projetada na opinião pública.”
Lucas Mourão - @lucasmourao_
André Matheus - @andrematheus85
Rodrigo Rollemberg - @rodrigorc72
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Brasil e Estados Unidos abriram hoje o Debate Geral da 81ª Assembleia Geral da ONU com dois projetos de ordem internacional que dificilmente cabem no mesmo plenário.
Lula falou por cerca de vinte minutos, na décima vez em que abre a sessão, e afirmou que as Nações Unidas vivem o momento mais crítico desde sua estreia naquela tribuna, em 2003. O diagnóstico veio acompanhado de um dado incômodo, pois 2025 registrou o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra, enquanto trilhões de dólares alimentam uma nova corrida armamentista. Para o presidente, o problema tem endereço institucional no poder de veto, que o Brasil já criticava na primeira sessão da Assembleia, em 1946, e que hoje mantém o Conselho de Segurança paralisado.
O trecho mais relevante para quem estuda América Latina veio quando Lula tratou da vizinhança com a maior potência militar do mundo. Ao dizer que o Brasil não cabe no quintal de ninguém e dispensa porta-aviões vigiando suas águas, ele respondeu à lógica de militarização do combate ao narcotráfico que Washington vem aplicando no hemisfério e que resultou na remoção de Maduro por forças americanas. A alternativa brasileira, entregue pessoalmente a Trump, mira o fluxo de armas e de dinheiro que abastece o crime organizado, terreno em que qualquer cooperação séria obriga os Estados Unidos a olhar para o próprio mercado de armas e para o próprio sistema financeiro. Lula ainda condenou o cerco energético imposto a Cuba e denunciou a ingerência externa em eleições, recado evidente a duas semanas do primeiro turno brasileiro, em 4 de outubro.
A soberania ganhou materialidade no discurso. O acesso estrangeiro a minerais críticos e terras raras terá como contrapartida obrigatória geração de valor no território, transferência de tecnologia e abastecimento de setores estratégicos nacionais, e o Pix foi defendido como infraestrutura pública contra multinacionais interessadas em privatizá-lo. No campo digital, Lula acusou um punhado de tecno-oligarcas de tentar reeditar um neoliberalismo sem regras e cobrou a regulação das big techs e da inteligência artificial. A íntegra do discurso merece leitura completa.
Trump subiu à tribuna logo depois e ofereceu o contraste mais nítido possível. Defendeu a guerra contra o Irã e disse avaliar se vai aniquilar o país ou fechar um acordo, que ele projeta para depois das eleições de meio de mandato. Em cerca de 37 minutos atacou a própria ONU, chamou Cuba de Estado falido e celebrou o acordo militar sobre a Groenlândia, enquanto reafirmava que a indústria americana de IA deve crescer com poucas amarras. Aquilo que Lula descreveu como sintoma da crise, Trump apresentou como método de governo.
Entre os dois, António Guterres fez seu último discurso como secretário-geral e, conforme a cobertura do discurso, defendeu que a força da lei prevaleça sobre a lei da força e que as instituições globais sejam reestruturadas para refletir os novos centros de poder. A sucessão, na qual a costarriquenha Rebeca Grynspan aparece com leve vantagem nas sondagens informais do Conselho segundo a Reuters, vai mostrar se Washington aceita um nome latino-americano que não se submeta às exigências já anunciadas pelo Departamento de Estado.
Para o Sul Global, o saldo do primeiro dia é claro. A disputa em curso opõe quem ainda aposta em regras compartilhadas a quem converteu tarifas, sanções e força militar em linguagem cotidiana de política externa, e o Brasil escolheu publicamente, às vésperas de uma eleição, o primeiro campo.
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Qualquer pessoa. Repito: QUALQUER PESSOA…
Que insinue que houve racismo na violência sofrida pelo Mau Mau no Rock in Rio está esvaziando uma pauta séria e prestando um DESSERVIÇO
Eu ODEIO essa expressão, mas não existe outra que se encaixe melhor nessa situação
João Victor estava SOZINHO quando três rapazes o abordaram com ofensas, ridicularização e até ameaças de jogar coisas nele
Qualquer ser humano nessa situação sentiria medo de ser roubado ou de sofrer uma violência ainda maior
Fossem três brancos, três mulheres ou três cachorros, a situação seria a mesma: ela foi criada pelos rapazes que foram atacar o João
Ele é a VÍTIMA. A cor da pele dos agressores não pode, em hipótese alguma, ser usada para diminuir ou relativizar a responsabilidade deles pelo que aconteceu
“Ah, mas existe muito racismo na comunidade LGBT…” SIM!
Mas essa NÃO É A HORA de falar sobre isso.
A VÍTIMA AQUI FOI João Victor!
E se ele fosse um rapaz preto afeminado também sofreria essa violência. Então PAREM DE CAIR NESSA.
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Circulou como vitória fácil: Trump teria voltado atrás no tarifaço depois de uma ligação de Lula. Mas não foi bem assim. Na sexta-feira, 21 de agosto, Lula telefonou para Trump e os dois conversaram por uma hora e vinte minutos sobre tarifas, crime organizado e as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio. Foi Lula quem buscou o contato, para pedir a reabertura das negociações. E aqui está o ponto que quase toda manchete apagou: nenhuma tarifa foi retirada. O que Trump concedeu foi mandar as equipes de volta à mesa, mantendo de pé a pressão que ele mesmo criou.
Essa pressão é pesada. Somadas as sobretaxas de 25% e 12,5% aplicadas neste ano, a alíquota sobre parte dos produtos brasileiros chega a 37,5% e já atinge desde julho setores como máquinas, móveis, etanol, açúcar e calçados. O detalhe que expõe a natureza da coisa é que os Estados Unidos têm superávit comercial com o Brasil. A justificativa oficial de Washington para o tarifaço passou por classificar as políticas brasileiras e o julgamento de Bolsonaro como uma suposta emergência econômica. Lula rebateu ponto a ponto e chamou de infundadas as alegações sobre desmatamento, Pix, etanol, propriedade intelectual e trabalho forçado.
O que o gesto de Lula de fato produziu foi velocidade. Logo depois da ligação, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, procurou o ministro Márcio Elias Rosa pelo celular pessoal e propôs uma videoconferência ainda esta semana, com uma conversa preparatória marcada para esta segunda. Movimento concreto, portanto, e não apenas cordialidade. Só que o subtexto entrega o jogo: no meio da conversa, Trump perguntou sobre as eleições brasileiras, e auxiliares do Planalto admitem que a postura de Washington depende do resultado de 2026. Traduzindo, a tarifa opera como instrumento de interferência no nosso calendário político.
Nada disso é novo. O uso do comércio como arma diplomática contra governos do Sul Global tem raízes longas na política externa norte-americana, que segue tratando a América Latina como área de influência a ser disciplinada. A pergunta que realmente importa não é se a mesa reabriu, e sim quanto de soberania o Brasil vai colocar na balança para aliviar uma sobretaxa que nasceu de cálculo político vestido de argumento econômico. O próprio Greer já avisou que qualquer acordo exigirá concessões dos dois lados.
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é preciso entender que eleição para o senado:
- é majoritária
- quem vence, se elege por maioria simples
- este ano, são 2 votos
logo, sinalize virtude votando para deputado, que é proporcional. para o senado, faça o que for preciso para evitar uma câmara alta bolsonarista
Muito feliz de não ser dentista nem médico e poder olhar pra essa notícia dos botox e falar poxa não tenho nada de útil a dizer aqui deixo com vocês pessoal
















