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QUE VIBE PESSOAL teapawt.net/sete/status/5202612436…
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In the coming days there's gonna be a lot of opining about what the Harris campaign did wrong, but this election was not an indictment of Kamala Harris. It was an indictment of America.
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Hatred of distant, self-dealing elites, and dissatisfaction with inequality and the status quo. Used to be a “left” thing, now the right often channels it better. In Latin America and the U.S.
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From the dimensions of Trump’s imminent victory it’s pretty clear it has nothing to do with where American voters stand on the Middle East and yet there’s no shortage of people on this site now saying (in identical takes) Harris lost because she wasn’t pro or anti-Israel enough
É exatamente isso.
Pode adiantar o serviço e pensar no #bra em 2026
We’re fucked
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In an ideal scenario the President of the United States and the worst person in the world would be two different people.
Mais essa ainda
Dois anos de terra arrasada, e só Deus sabe o que esperar das midterms
Que catástrofe
Satélites antissemitas!!!
Onde é que viemos parar?
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YOU KNOW I STILL GOT IT!!! EZEKIEL 25:17 🎥 HAPPY 30TH ANNIVERSARY OF PULP FICTION.
Esse deve ter sido um dos melhores momentos em um estádio de Nova York, e olha que a lista é longa
The most insane home run in Citi Field history. Lindor with the grand slam. Place went NUTS. @The7LineArmy @Mets
🎥: @Lizy_T7L
Erm…
Joe Biden renunciou à presidência?
Nos últimos dias, muitos jornalistas menosprezaram a suspensão do X no Brasil. Mas esta rede social não perderá a sua relevância sem os brasileiros.
O X é, entre outras coisas, um canal de declarações oficiais de autoridades do mundo inteiro, e muitas dessas declarações não estão disponíveis fora dele.
Não faltam jornalistas brasileiros que precisam acessar esse conteúdo em seus trabalhos.
Se um analista de política internacional, por exemplo, assume o dever de escrever uma matéria sobre política francesa – um país que enfrenta um impasse na escolha do próximo primeiro-ministro – é natural que ele visite a conta de @EmmanuelMacron, o presidente francês. Há coisas que Macron só escreve no X.
@JoeBiden, por exemplo, renunciou à presidência dos Estados Unidos no X. Hoje, o mero ato de confirmar essa informação, dada em primeira mão nesta rede social, poderia gerar uma multa a um jornalista, consideravelmente maior do que o salário médio de um profissional no Brasil.
Não bastasse, se o jornalista procurasse escrever uma matéria incluindo a fonte primária da renúncia de Joe Biden – por exemplo, embedando o tuíte, graficamente – arriscaria colocar o leitor em maus lençóis com a Justiça brasileira.
Se um tuíte é a fonte primária de uma declaração, como um jornalista poderá confirmá-la para o público sem infringir uma decisão judicial?
Há uma campanha presidencial acontecendo nos Estados Unidos nesse momento. Kamala, Trump, Walz e Vance estão no X todos os dias, sustentando as suas posições. Consultá-las é ofício de quem reporta sobre esse evento tão importante. Como fazê-lo sem parecer um vendedor de drogas acessando a deep web?
E isso para não falar da abundância de fontes, especialistas, fóruns de debate, insights, produzidos exclusivamente nesta rede social sobre uma série de assuntos – cultura, sociedade, economia, esporte. Há eventos grandiosos em que o X é a melhor fonte de informação em tempo real.
Ninguém discorda que há desinformação, mas há também muita informação de qualidade no X, reportada por gente do mundo inteiro – incluindo bons jornalistas produzindo conteúdo para as suas comunidades de leitores neste espaço. Muitos desses jornalistas, vivendo fora do Brasil, continuarão no X sem medo de consequências – mas os brasileiros, graças a @alexandre, estão impedidos de consultá-los.
É por isso que a decisão de Moraes não é um ataque apenas ao X. É um ataque direto à liberdade de imprensa – e sendo assim, é também um ataque frontal à democracia.
É vergonhoso que tantos colegas jornalistas – inclusive de alguns dos maiores veículos do país, que deveriam ser implacáveis defensores da liberdade de expressão e de imprensa – minimizem cinicamente a gravidade deste episódio.
Um jornalista que menospreza tudo isso atenta contra o próprio dever do jornalismo. No fim, age como uma galinha que protesta em defesa do KFC.


















