“Domingo: entre a beleza da natureza e os desafios do nosso tempo”
Que semana intensa! Tantos acontecimentos, tantas reflexões e tantos desafios pela frente! As queimadas, a fumaça, as temperaturas elevadas e as mudanças climáticas continuam nos alertando para a fragilidade dos sistemas naturais. Ao mesmo tempo, os desafios sociais e políticos, as desigualdades, os conflitos e as dificuldades de convivência mostram que construir um futuro melhor exige muito mais do que avanços científicos e tecnológicos.
E, em meio a tudo isso, esta flor que fotografei em Vancouver parece trazer uma mensagem especial. Que extraordinária combinação de vermelho intenso, formas delicadas e folhas verdes! Uma beleza que resulta de uma longa história evolutiva, repleta de adaptações e interações com o ambiente. Seu vermelho vibrante pode lembrar os alertas que nos cercam, mas prefiro enxergar nele a energia, a vitalidade e a capacidade de renovação da vida.
A natureza ensina que a diversidade é uma riqueza construída ao longo do tempo. Talvez essa seja também uma boa inspiração para enfrentar os desafios humanos: reconhecer diferenças, valorizar o conhecimento, fortalecer a convivência e cultivar o respeito.
Que a semana que começa nos encontre dispostos a construir, desde já, um futuro mais saudável — ambiental, social e politicamente —, com mais ciência, responsabilidade, solidariedade e paz. Um excelente domingo! Um beijo no coração de todas e todos!
“A Amazônia tem uma história muito mais antiga do que imaginamos!”
Muito antes da chegada dos europeus, a Amazônia já abrigava sociedades indígenas com formas complexas de organização territorial! Uma pesquisa publicada na revista Science, em 2024, revelou vestígios impressionantes no Vale do Upano, na Amazônia equatoriana. Utilizando tecnologia a laser (LiDAR) e informações de escavações arqueológicas, pesquisadores identificaram mais de 6 mil plataformas de terra, distribuídas em pelo menos 15 assentamentos, além de estradas, praças e áreas agrícolas. Essas estruturas estão associadas principalmente às culturas Kilamope e Upano, que ocuparam a região entre aproximadamente 500 a.C. e 300–600 d.C. Há cerca de 2.500 anos, essas populações já construíam extensas redes de assentamentos e transformavam a paisagem amazônica!
A descoberta ajuda a superar a antiga visão de uma Amazônia praticamente desabitada antes da colonização europeia. A região possui uma história milenar de ocupação humana, marcada por conhecimentos, práticas agrícolas e diferentes formas de interação com os ambientes naturais. Esses povos não viviam em uma natureza intocada. Faziam parte dela e a transformavam, deixando marcas que a ciência começa a compreender com maior profundidade.
Essa história nos convida a refletir sobre o presente. Se a Amazônia foi habitada e manejada por diferentes sociedades ao longo de milênios, temos hoje a responsabilidade de conciliar as necessidades humanas com a conservação de seus ecossistemas, respeitando os conhecimentos e os direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais. A Amazônia tem um passado extraordinário, que precisamos conhecer e respeitar. E tem um futuro que depende das escolhas que fazemos hoje! Leia mais: CNN Brasil — Laser mapeia a Amazônia e descobre antigas aldeias ligadas por estradas. cnnbrasil.com.br/curiosidade…
#Amazônia #PovosIndígenas #Arqueologia #HistóriaDaAmazônia #Biodiversidade #Conservação #Ciência #Sustentabilidade
“Já imaginou uma cobra caindo do céu?”
Imagine você caminhando tranquilamente por uma floresta, admirando as árvores, quando, de repente, uma cobra surge no ar, bem acima da sua cabeça! Parece cena de filme, mas a natureza é capaz de surpresas ainda maiores! Nas florestas do sul e sudeste da Ásia vivem serpentes do gênero Chrysopelea, conhecidas como cobras voadoras. Elas não possuem asas, mas conseguem saltar das árvores e planar pelo ar, percorrendo distâncias surpreendentes.
Como fazem isso? Durante o salto, expandem as costelas e achatam o corpo, transformando-o em uma espécie de superfície aerodinâmica. Ao mesmo tempo, realizam movimentos ondulatórios que ajudam a manter o equilíbrio e controlar a trajetória. É como se a cobra nadasse no ar! E não se trata de um salto para atacar quem passa pela floresta. Essa habilidade permite que se desloquem entre árvores, explorem novos ambientes e escapem de ameaças.
A diversidade biológica nunca deixa de surpreender! A evolução produziu soluções extraordinárias para os desafios da sobrevivência. Algumas parecem até desafiar nossa imaginação! Quantas outras adaptações fascinantes ainda estão escondidas nas florestas do planeta, especialmente na nossa Amazônia? Conhecer a biodiversidade é descobrir que a natureza tem muito mais a nos ensinar do que imaginamos. Leia mais: Revista Oeste — Uma espécie de serpente consegue saltar das árvores e planar pelo ar (revistaoeste.com/oestegeral/…)
#Biodiversidade #Evolução #Serpentes #CobrasVoadoras #Chrysopelea #Natureza #Ciência #Adaptação #Florestas #Amazônia
“Pirarucu: escamas resistem até impactos de chumbos de espingarda”
Relatos mencionam disparos realizados a distâncias de 20 a 30 metros, cujos projéteis ricocheteariam nas escamas sem provocar danos significativos. O segredo está em uma combinação impressionante: uma camada externa rígida e mineralizada, sustentada por uma estrutura interna de fibras de colágeno que proporciona resistência e flexibilidade. Essa organização permite absorver impactos e resistir à perfuração, despertando o interesse de pesquisadores que desenvolvem novos materiais de proteção.
E as surpresas não param aí! O pirarucu (Arapaima gigas), um dos maiores peixes de água doce do planeta, respira obrigatoriamente o ar atmosférico e apresenta cuidado parental. É um verdadeiro exemplo da diversidade de soluções produzidas pela evolução.
Mas existe um paradoxo: essa extraordinária armadura natural não protege o pirarucu da pesca excessiva e da degradação de seus ambientes. Felizmente, experiências de manejo comunitário na Amazônia mostram que é possível conservar a espécie e, ao mesmo tempo, gerar renda e melhorar a qualidade de vida das populações ribeirinhas.
A natureza levou milhões de anos para produzir adaptações tão extraordinárias. Cabe a nós assegurar que esse gigante continue habitando os rios e lagos amazônicos! Leia mais: Pravda.Ru — Arapaima: o predador que desafia a lógica da biônica (port.pravda.ru/news/sociedad…)
#Pirarucu #ArapaimaGigas #Amazônia #Evolução #Biomimética #Biodiversidade #PeixesAmazônicos #Ciência #Conservação
“O planeta continua aquecendo. E os recordes não param!”
Um novo relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgado ontem, traz um alerta preocupante: as concentrações dos principais gases de efeito estufa atingiram novos recordes em 2025. O dióxido de carbono (CO₂) alcançou 426,8 partes por milhão na atmosfera, valor 53% superior ao registrado antes da industrialização. Metano e óxido nitroso também atingiram concentrações sem precedentes. O problema não está apenas nas emissões atuais, mas no acúmulo desses gases, que retêm calor e continuam afetando o clima por décadas e até séculos. A consequência é o aumento dos riscos de ondas de calor, secas prolongadas e outros eventos climáticos extremos.
Na Amazônia, esses efeitos já representam ameaças à biodiversidade e à vida das populações. Temperaturas elevadas, alterações nos ciclos de cheia e vazante e redução do oxigênio dissolvido nos ambientes aquáticos colocam os peixes sob crescente pressão, com possíveis consequências para a pesca e a segurança alimentar. Há outro aspecto preocupante: as mudanças climáticas podem comprometer a própria capacidade das florestas e dos oceanos de absorver carbono, intensificando ainda mais o aquecimento global.
Os números são globais, mas as consequências chegam aos nossos rios, às nossas florestas e às nossas casas. Reduzir as emissões, proteger os ecossistemas e transformar o conhecimento científico em ações concretas são compromissos que não podem continuar sendo adiados. O clima está mudando. O que precisamos mudar, com urgência, é a nossa resposta! Leia mais: g1 — Gases de efeito estufa batem novo recorde e ampliam aquecimento global, alerta ONU. (g1.globo.com/meio-ambiente/n…)
#MudançasClimáticas #AquecimentoGlobal #Amazônia #Biodiversidade #PeixesAmazônicos #Ciência #MeioAmbiente #SegurançaAlimentar #CriseClimática
“A Amazônia precisa continuar conectada!”
Não basta manter a floresta em pé. É preciso garantir que ela continue funcionando! Um artigo publicado na Mongabay Latam chama atenção para uma ameaça crescente: a fragmentação dos ecossistemas amazônicos. Estradas, barragens, desmatamento e mineração comprometem processos ecológicos essenciais à manutenção da biodiversidade.
A Amazônia é um sistema extraordinariamente complexo, no qual florestas, rios, áreas inundáveis e organismos interagem continuamente. Quando essas relações são interrompidas, mesmo ambientes aparentemente preservados podem perder parte de suas funções ecológicas. Nos ambientes aquáticos, as consequências são especialmente preocupantes. A interrupção das rotas migratórias dos peixes e as alterações nos ciclos naturais de inundação afetam a reprodução das espécies, a biodiversidade e a produtividade pesqueira.
Há também uma dimensão humana fundamental: em muitas comunidades amazônicas, o peixe é a principal fonte de proteína animal. Proteger os ambientes aquáticos significa, portanto, proteger a alimentação, a saúde e a qualidade de vida dessas populações. A conservação da Amazônia exige uma visão integrada, capaz de ultrapassar fronteiras políticas e reconhecer a importância dos processos naturais que sustentam a vida. A Amazônia é muito mais que uma imensa floresta. É uma extraordinária rede de vida, cuja integridade precisamos preservar. Leia mais: Mongabay Latam — A Amazônia precisa de uma floresta conectada, não apenas em pé (es-mongabay-com.cdn.ampproje…)
#Amazônia #Biodiversidade #RiosAmazônicos #PeixesAmazônicos #SegurançaAlimentar #Conservação #Ciência #PanAmazônia
“O Brasil escolheu! Na Amazônia, como sempre, estivemos juntos!”
Hoje é dia de celebrar a democracia brasileira, a reeleição do presidente Lula e, sobretudo, o povo brasileiro, protagonista de mais um momento importante de nossa história. Na Amazônia, foi emocionante acompanhar a mobilização de pessoas que percorreram rios e enfrentaram grandes distâncias para exercer seu direito ao voto. A imagem representa um pouco dessa realidade e da participação das comunidades do interior na construção do futuro do país.
O vermelho marcou essa mobilização em muitas localidades amazônicas, expressando esperança e expectativas de dias melhores. Que as conquistas democráticas continuem avançando, com mais educação, ciência, inclusão social, proteção ambiental e oportunidades para todos, especialmente para as populações historicamente menos favorecidas.
Uma eleição define quem governa, mas a democracia pertence a todos, independentemente das escolhas feitas nas urnas. Viva a democracia! Viva o povo brasileiro! Viva a Amazônia!
#Democracia #Brasil #Amazônia #Eleições2026 #Cidadania #InclusãoSocial #Esperança #Futuro
“Domingo: um dia muito especial para o Brasil”
Hoje é um domingo muito especial para o Brasil. Dia de celebrar a democracia e de exercer um direito que nem sempre esteve ao alcance de todos: escolher livremente nossos governantes. Para acompanhar esta reflexão, escolhi esta composição de flores vermelhas, tendo ao fundo nossa bandeira, os rios e a floresta amazônica. Uma imagem que reúne beleza, diversidade e esperança. Que o Brasil continue florescendo, com toda a riqueza de sua natureza e de sua gente!
Ao longo desta semana, compartilhei preocupações com os incêndios, a fumaça, a destruição ambiental e os desafios que enfrentamos. Mas também celebramos iniciativas de inclusão social, oportunidades para jovens mulheres, avanços da ciência e ações que ajudam a construir um país melhor. Hoje é dia de lembrar o quanto já caminhamos. A educação chegou a milhões de brasileiros, a ciência avançou, direitos foram conquistados e muitas portas se abriram para aqueles que antes encontravam apenas dificuldades. Nada disso aconteceu por acaso. São conquistas de gerações que trabalharam, lutaram e acreditaram em um Brasil mais justo.
As escolhas de hoje terão consequências que vão muito além dos próximos quatro anos. Alcançarão nossos filhos, netos e tantos brasileiros que ainda nem nasceram. Por isso, este é também um momento de serenidade, respeito e responsabilidade com o futuro.
Volto às flores. Suas cores vibrantes, a delicadeza de suas estruturas e a harmonia do conjunto me fazem pensar em nosso país. A diversidade é uma riqueza extraordinária. Preservá-la, na natureza e na sociedade, é uma responsabilidade de todos. Que este domingo transcorra em paz. Que a democracia saia fortalecida e que o Brasil continue avançando, sem perder de vista as conquistas que tanto custaram a tantas gerações.
Meu profundo carinho a todas e todos. Que floresçam a democracia, a liberdade e a esperança! Um beijo no coração de todas e todos!
Adalberto Luis Val retweeted
“Democracia: uma conquista que precisa ser cuidada!”
Amanhã, 25 de outubro, o Brasil terá mais um dia importante para sua história. É tempo de serenidade, respeito e reflexão. Os mais velhos sabem bem que nem sempre foi possível escolher livremente nossos governantes. Muitos viveram tempos difíceis, quando expressar uma opinião podia trazer consequências graves. A liberdade que temos hoje custou muito esforço, coragem e até a vida de brasileiros que lutaram por ela.
Nas últimas décadas, o país avançou. Mais crianças chegaram à escola, mais jovens tiveram acesso às universidades, ampliaram-se os direitos sociais e surgiram novas oportunidades para milhões de famílias. Ainda há muito a melhorar, mas essas conquistas fazem parte da nossa história. Quem conhece as dificuldades da vida sabe o valor de cada oportunidade conquistada. Sabe também quanto custa perder aquilo que levou tantos anos para construir.
Neste momento, vale conversar com os filhos e netos, ouvir os mais velhos, respeitar as diferenças e não acreditar em tudo que circula pelas redes sociais. A verdade, o diálogo e a serenidade são essenciais.
Que o Brasil continue avançando, com liberdade, educação, saúde, oportunidades e respeito a todas as pessoas, independentemente de sua origem ou condição social. Que as próximas gerações recebam um país melhor do que aquele que encontramos. Um abraço carinhoso a todas e todos. Viva a democracia!
#Democracia #Brasil #Liberdade #Educação #DireitosSociais #Respeito #Cidadania #Futuro
“Democracia: uma conquista que precisa ser cuidada!”
Amanhã, 25 de outubro, o Brasil terá mais um dia importante para sua história. É tempo de serenidade, respeito e reflexão. Os mais velhos sabem bem que nem sempre foi possível escolher livremente nossos governantes. Muitos viveram tempos difíceis, quando expressar uma opinião podia trazer consequências graves. A liberdade que temos hoje custou muito esforço, coragem e até a vida de brasileiros que lutaram por ela.
Nas últimas décadas, o país avançou. Mais crianças chegaram à escola, mais jovens tiveram acesso às universidades, ampliaram-se os direitos sociais e surgiram novas oportunidades para milhões de famílias. Ainda há muito a melhorar, mas essas conquistas fazem parte da nossa história. Quem conhece as dificuldades da vida sabe o valor de cada oportunidade conquistada. Sabe também quanto custa perder aquilo que levou tantos anos para construir.
Neste momento, vale conversar com os filhos e netos, ouvir os mais velhos, respeitar as diferenças e não acreditar em tudo que circula pelas redes sociais. A verdade, o diálogo e a serenidade são essenciais.
Que o Brasil continue avançando, com liberdade, educação, saúde, oportunidades e respeito a todas as pessoas, independentemente de sua origem ou condição social. Que as próximas gerações recebam um país melhor do que aquele que encontramos. Um abraço carinhoso a todas e todos. Viva a democracia!
#Democracia #Brasil #Liberdade #Educação #DireitosSociais #Respeito #Cidadania #Futuro
“Peixes amazônicos: conhecer para proteger, proteger para alimentar!”
Em uma Amazônia submetida a pressões ambientais cada vez maiores, uma iniciativa científica no Peru merece atenção especial. Pesquisadores da Universidade Nacional Amazônica de Madre de Dios organizaram a primeira coleção científica de peixes da região, reunindo cerca de 300 espécies, aproximadamente 40% da diversidade de peixes conhecida naquela bacia. Mais do que documentar a extraordinária biodiversidade amazônica, a coleção permite investigar as transformações provocadas pela mineração ilegal de ouro, que destrói ambientes naturais, altera ecossistemas aquáticos e representa uma grave ameaça de contaminação por mercúrio.
E há uma dimensão humana que não pode ser esquecida! Em muitos territórios amazônicos, o peixe é a principal fonte de proteína animal e de nutrientes essenciais. A degradação dos rios e a contaminação dos peixes comprometem não apenas a biodiversidade, mas também a alimentação, a saúde e a qualidade de vida de comunidades inteiras. A iniciativa peruana reforça algo que tenho destacado frequentemente: conhecer os peixes amazônicos é fundamental para compreender os impactos ambientais e proteger a segurança alimentar das populações.
É preciso fortalecer a pesquisa científica em toda a Pan-Amazônia, ampliar a cooperação entre instituições e transformar conhecimento em ações efetivas de conservação. Proteger os peixes é proteger os rios, a biodiversidade e as pessoas que deles dependem. Leia mais: Mongabay Latam — A primeira coleção científica de peixes de Madre de Dios (es.mongabay.com/2026/10/peru…)
#Amazônia #PeixesAmazônicos #Biodiversidade #SegurançaAlimentar #Mercúrio #MineraçãoIlegal #Ciência #Conservação #PanAmazônia
“Finalmente, uma boa chuva! Que bom poder respirar!”
Depois de tantos dias de fumaça, calor e preocupação com a qualidade do ar em Manaus, finalmente tivemos uma chuva de boa intensidade! Na noite de ontem, raios, trovões e uma forte chuva marcaram a cidade. Um temporal que, desta vez, foi recebido também com um sentimento de alívio e esperança.
Que diferença nesta manhã! Que bom voltar a respirar um ar aparentemente mais limpo, olhar para o céu e sentir que a cidade começa a recuperar um pouco de sua normalidade! É impressionante como algo tão característico da Amazônia, a chuva, passou a ser tão aguardado e celebrado. Depois de dias em que a fumaça entrou em nossas casas e comprometeu nossa rotina, uma boa chuva ganha um significado especial.
Mas o alívio não pode significar esquecimento. A chuva ajuda a dispersar e remover parte dos poluentes da atmosfera, mas não elimina as causas das queimadas nem garante, por si só, que a qualidade do ar esteja plenamente recuperada. Que venham outras chuvas! E que continuem os esforços para prevenir os incêndios e proteger nossa extraordinária biodiversidade e a saúde das populações amazônicas.
Hoje, acima de tudo, quero celebrar este momento: que bom respirar melhor!
Leia as duas reportagens:
Portal do Holanda — Temporal com raios e trovões atinge Manaus (novo2026.portaldoholanda.com…)
NC News — Chuva forte com raios e trovões atinge a região de Manaus (imediato.ncnews.com.br/2026/…)
#Manaus #Amazônia #Chuva #QualidadeDoAr #Esperança #MeioAmbiente #Biodiversidade #Saúde
“A Amazônia continua ardendo. E não é apenas culpa do clima!”
É profundamente lamentável acompanhar a expansão das queimadas pela Amazônia. Enquanto o Amazonas enfrenta dias de fumaça intensa, Roraima também registra um crescimento alarmante dos focos de calor. Segundo dados do INPE, Roraima registrou um aumento de 248% nos focos de calor entre 1º e 14 de outubro, em comparação com o mesmo período de 2025. Diante desse cenário, o governo estadual suspendeu por 15 dias as autorizações para queimadas controladas.
Há, porém, uma contradição preocupante. Enquanto o Governo Federal mobiliza recursos, equipes e equipamentos para combater os incêndios, continuam ocorrendo ações humanas irresponsáveis e, em alguns casos, criminosas, que provocam novos focos de fogo. O El Niño, as temperaturas elevadas e a estiagem podem agravar as condições que favorecem os incêndios. Mas o El Niño não acende fósforos! É fundamental distinguir os fatores climáticos que aumentam os riscos das ações humanas que iniciam grande parte das queimadas.
E quem paga essa conta? Toda a sociedade! A população respira fumaça, a biodiversidade é destruída, os serviços públicos são sobrecarregados e recursos que poderiam ser destinados à educação, à saúde e ao desenvolvimento acabam sendo consumidos no enfrentamento de crises ambientais. Leia mais: portaldoholanda.com.br/index…
#Amazônia #Roraima #Amazonas #Queimadas #IncêndiosFlorestais #ResponsabilidadeAmbiental #Biodiversidade #MudançasClimáticas #MeioAmbiente
“Quem de fato se importa, faz! Asas para o futuro!”
Uma excelente notícia para a educação, a ciência e a inclusão social no Brasil! O CNPq e o Ministério das Mulheres divulgaram o resultado preliminar do programa Asas para o Futuro, com 28 propostas institucionais selecionadas e previsão de 3.320 bolsas para a formação de jovens mulheres em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.
O programa é especialmente importante porque prioriza mulheres de 15 a 29 anos, negras, indígenas e quilombolas, residentes em periferias urbanas ou comunidades rurais e em situação de vulnerabilidade social e econômica. São oportunidades de formação, qualificação profissional e acesso a áreas do conhecimento que podem transformar trajetórias individuais e abrir novos caminhos para comunidades inteiras.
Na Amazônia, onde tantas jovens enfrentam obstáculos para acessar educação científica e tecnológica, iniciativas como essa têm um significado especial. Há talentos extraordinários esperando apenas uma oportunidade para florescer! A ciência brasileira precisa de mais diversidade, mais inclusão e mais oportunidades. Iniciativas como essa mostram a importância de políticas públicas que transformam o compromisso com a educação, a ciência e a inclusão social em oportunidades concretas para quem mais precisa. Investir na formação de uma jovem é abrir caminhos para seu futuro e ampliar as possibilidades de toda a sociedade.
Que venham muitas outras iniciativas como essa!
Leia mais: gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/d…
#AsasParaOFuturo #MulheresNaCiência #CNPq #Educação #CiênciaETecnologia #InclusãoSocial #Amazônia #Diversidade #Oportunidades
“A fumaça persiste. E a preocupação também!”
Sem querer ser repetitivo, volto a um assunto que tem ocupado este espaço nos últimos dias. A imagem de Manaus encoberta pela fumaça fala por si. É difícil aceitar que uma situação tão prejudicial à saúde e ao ambiente continue fazendo parte do nosso cotidiano. Choveu! E foi um alívio. A qualidade do ar em Manaus está um pouco menos ruim, mas ainda muito distante do que seria aceitável para a saúde da população. E o problema se estende a outras cidades amazônicas, como Santarém e Autazes. A fumaça não respeita limites municipais ou estaduais, e suas consequências se acumulam sobre populações que já enfrentam tantos desafios ambientais e sociais.
Há algo ainda mais revoltante: mesmo diante dessa crise, pessoas continuam provocando incêndios, e algumas foram presas por atear fogo em diferentes locais. É difícil compreender tamanha irresponsabilidade quando tantas vidas estão sendo afetadas.
Não se trata de repetir notícias. Trata-se de não permitir que o inaceitável se torne normal. A chuva ajuda, mas não resolve a origem do problema. São necessárias ações permanentes de prevenção, fiscalização e responsabilização. Que possamos voltar a olhar para o céu de Manaus sem encontrar essa cortina de fumaça entre nós e o sol! Leia mais: climainfo.org.br/2026/10/19/…
#Manaus #Amazônia #Santarém #Autazes #Queimadas #QualidadeDoAr #SaúdePública #MeioAmbiente
“Manaus: pouca chuva chegou e a crise continua!”
Choveu um pouco ontem em Manaus. Que bom! Mas a quantidade de chuva ainda está muito longe do necessário para devolver à cidade condições saudáveis de qualidade do ar. A gravidade da situação ganhou uma dimensão ainda mais preocupante: as aulas das redes municipal e estadual, da UFAM e da UEA foram suspensas. A crise ambiental agora interfere diretamente no calendário escolar, nas atividades universitárias e na rotina de milhares de famílias.
Uma equipe do Governo Federal voltou a Manaus para encaminhar medidas que ajudem a enfrentar a situação. Que essas ações tenham resultados efetivos e não se limitem ao atendimento emergencial! Enquanto isso, o uso de máscaras adequadas continua mais do que recomendável. A chuva trouxe algum alívio, mas não eliminou os riscos associados à fumaça.
Há uma questão que merece reflexão: quanto custa à sociedade uma crise ambiental que interrompe aulas, compromete atividades econômicas, sobrecarrega os serviços de saúde e altera a vida de uma cidade inteira?
A resposta certamente vai muito além dos prejuízos imediatos. E reforça algo fundamental: prevenir é muito menos custoso do que enfrentar repetidamente as consequências. Leia mais: g1.globo.com/am/amazonas/not…
#Manaus #Amazônia #QualidadeDoAr #CriseAmbiental #Educação #SaúdePública #Prevenção #MeioAmbiente
“Rio Tapajós: a seca anuncia novos desafios para a Amazônia”
Os rios amazônicos estão novamente dando sinais preocupantes. No Tapajós, o nível da água chegou a apenas 1,67 metro, após baixar 24 centímetros em cinco dias. Uma redução que chama atenção para os riscos de uma nova estiagem severa.
Com a possibilidade de intensificação do El Niño, esses sinais merecem atenção redobrada. A Amazônia já viveu recentemente os efeitos dramáticos das secas extremas, e sabemos que o aquecimento das águas, a redução do oxigênio e o isolamento de ambientes aquáticos podem comprometer profundamente a biodiversidade.
Mas a falta de água não afeta apenas os peixes e os ecossistemas. Afeta toda a vida amazônica. Compromete a pesca e a alimentação, dificulta o transporte de pessoas e mercadorias, impede crianças de chegar à escola, prejudica o acesso à saúde e ameaça o sustento de comunidades inteiras.
Na Amazônia, os rios são caminhos, alimento, trabalho, educação e vida. Quando suas águas desaparecem, as consequências alcançam praticamente todas as dimensões da sociedade. Os sinais estão aparecendo. É preciso acompanhar sua evolução, fortalecer o monitoramento e preparar as comunidades para possíveis extremos climáticos. A experiência das últimas secas mostrou que esperar a crise se instalar pode custar muito caro. A seca de um rio é também um alerta sobre o futuro de quem depende dele. Leia mais: oliberal.com/belem/rio-tapaj…
#RioTapajós #Amazônia #Seca #ElNiño #MudançasClimáticas #Biodiversidade #SegurançaAlimentar #RiosAmazônicos
“Domingo: entre a delicadeza da vida e a esperança de dias melhores”
Hoje escolhi esta fotografia que fiz de pequenas flores iluminadas em meio à escuridão. Gosto muito dessa imagem. Há nela uma delicadeza extraordinária, mas também algo que me faz pensar na beleza e na fragilidade da vida.
Que semana tivemos! Celebramos os professores, a educação, a ciência e a tecnologia. Mas também convivemos com dias muito difíceis em Manaus. A fumaça tomou conta da cidade, entrou em nossas casas e tornou até o simples ato de respirar uma preocupação. Que contraste com a riqueza natural que temos ao nosso redor!
Nesta manhã de domingo, olho para o céu e torço pela chuva. O tempo parece estar se organizando para ela chegar. Que venha! Que lave nossa cidade, alivie o calor e nos devolva um pouco da tranquilidade. Quem diria que, na Amazônia, estaríamos esperando a chuva com tanta ansiedade!
E há também a próxima semana. O último domingo antes do segundo turno das eleições nos convida a pensar no Brasil, nas conquistas que tivemos, nas dificuldades recentes e no futuro que deixaremos para nossos filhos e netos. Há tanto que foi construído ao longo de gerações e que merece ser cuidado e preservado!
Volto à minha fotografia. Pequenas flores, tão delicadas, formando um conjunto de rara beleza. Penso que nossa sociedade e a própria natureza têm algo em comum: são construções extraordinárias, mas também frágeis. E aquilo que levou tanto tempo para ser construído precisa de cuidado para continuar florescendo. Que a chuva chegue, que os próximos dias sejam mais leves e que tenhamos serenidade e sabedoria para cuidar daquilo que realmente importa.
Um beijo no coração de todas e todos!
“Manaus sufocada de novo! Sair de casa, só com máscara!”
Hoje, 17 de outubro, Manaus amanheceu novamente encoberta por uma densa camada de fumaça. A situação é gravíssima! O ar que respiramos está comprometido, e a cidade vive mais um episódio alarmante de poluição atmosférica provocada pelas queimadas. A fumaça produzida por incêndios em diferentes regiões da Amazônia, inclusive nas proximidades de Manaus, é transportada pelos ventos e pode permanecer suspensa na atmosfera por vários dias. O resultado está diante dos nossos olhos e dentro dos nossos pulmões!
A situação é especialmente preocupante para crianças, idosos, gestantes e pessoas com problemas respiratórios ou cardiovasculares. As partículas mais finas da fumaça penetram profundamente no sistema respiratório e podem provocar consequências sérias para a saúde. Neste momento, a recomendação é clara: evitar sair de casa sempre que possível e, quando necessário, utilizar máscaras adequadas.Também é importante evitar atividades físicas ao ar livre e reduzir a entrada de fumaça nas residências.
É profundamente lamentável que, em plena Amazônia, uma região de extraordinária riqueza florestal, respirar ar limpo esteja se tornando um desafio. Pode piorar. Depende dos rumos políticos. O fogo destrói a biodiversidade, compromete a saúde e prejudica a qualidade de vida de milhões de pessoas. Não podemos aceitar que essa situação se torne normal! Leia mais: g1.globo.com/am/amazonas/not…
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