Visão de quem tem nojo dos dois lados dessa polarização:
1. Lula é, indiscutivelmente, o maior político da história desse país. Fato posto e irrefutável.
2. Todo castigo pra uma direita que se submete a Flávio Bolsonaro, dispondo de Tarcísio de Freitas, é pouco.
3. A única saída pra esse país é, mais do que nunca, o aeroporto.
4. Não consigo assimilar essa eleição (2º turno), a não ser classificando ela como uma aberração estatística. Seja olhando pra migração de votos, pra sentada no resultado da direita ou pra redução de abstenções. É uma anomalia.
Ok, ok…
Episódio nível Game of Thrones hoje.
Bizarro o que rola nesse país.
Futebol não é 1+1. Dizer que estaríamos na final com o Filipe Luís é reducionismo.
Mas essa eliminação é o que os filhos da put@ que demitiram ele merecem. Tem o dedo deles.
Jardim é bom, porém também culpado.
Mas o fato é: essa vergonha tá principalmente na conta de quem derrubou aquele que tinha tudo pra ser o maior técnico da nossa história. Jamais podemos nos esquecer.
Só hoje eu já vi vídeo de Carlinhos Maia, Pedro Certezas e agora esse Igão tentando virar voto. Vão virar voto de quem?
Será que esses caras não se tocam que são a personificação da burrice?
Se quisessem ajudar o candidato deles deveriam se esconder.
Igão, do PodPah, declara voto em Lula:
“De um lado a gente tem um lado totalmente democrático e do outro lado um lado totalmente antidemocrático. Um lado que fala sobre mudar a Constituição. Uma família que já esteve no poder recentemente, a gente precisa lembrar disso, e tentou aplicar um golpe de Estado. Que numa pandemia não respondeu e-mails de vacina, onde mais de 700 mil pessoas morreram. Provavelmente seu pai, sua mãe, sua tia, algum conhecido seu. Então acho que era necessário a gente lembrar disso. Dia 25 na urna é 13, rapaziada”.
Num mundo onde a Bet365 restaurasse todas as contas ao voltar: quanto tempo de proibição você estaria disposto a enfrentar pra ter novamente contas nos CPFs de todos seus amigos e parentes?
32%Até 30 dias.
40%Até 60 dias.
19%Até 1 ano.
9%Até 2 anos ou mais.
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Nunca recebi tanta DM e mensagem em 10 anos de atividade desse perfil.
Além do grande engajamento com a comunidade de apostadores que nós naturalmente já tínhamos, o algoritmo passou a entregar as mensagens aos vassalos de político, que aumentaram o engajamento em quase 350% da última semana pra cá segundo os dados do Twitter.
Então estou praticamente impedido de responder às perguntas que os seguidores me mandam em razão do aumento gigantesco do volume de mensagens.
Vou tentar fazer um resumão da maioria das perguntas que chegaram, vamos lá.
1. Até quando eu posso fazer o saque das casas?
- Até 23h59 de 05/10. Depois dessa data, será feito saque automático pra conta que depositou.
2. As apostas estão definitivamente proibidas no Brasil?
- Não. O governo enviou uma Medida Provisória, que tem efeito imediato, mas que precisa ser votada pelo Congresso Nacional em até 120 dias. Se não for votada, deixa de fazer efeitos e volta ao normal como era antes da MP.
Por causa do recesso parlamentar, a MP, se não for votada, caduca em 05/03/2027 (sim, em março do ano que vem).
3. As apostas podem voltar antes da MP ser apreciada?
- Sim, pela via judicial. As casas certamente entrarão na justiça a partir de segunda-feira visando o retorno antes da votação da MP pelo Congresso. Vai depender da decisão da justiça, em caráter liminar, decidir pelo retorno ou não das casas de apostas à atividade até apreciação da Medida Provisória.
4. Quando a MP será votada?
- Somente o presidente da Câmara, Hugo Motta, tem essa resposta. Ele que decide quando e se coloca em votação. Mas muito provavelmente não será votado antes do 2º turno (se houver) da eleição presidencial, em 25/10. Antes disso eu considero quase impossível.
5. Qual a expectativa do resultado da votação?
- Essa é quase uma unanimidade entre agentes políticos, esportivos e jurídicos com os quais eu conversei: está todo mundo muito confiante de que a MP não será aprovada em sua integralidade.
A chance das apostas esportivas permanecerem é enorme. Cassinos e publicidade, por outro lado, podem sofrer algum tipo de restrição parcial.
6. Onde eu posso apostar durante esse período?
- Não posso indicar casas ilegais. Além de crime, é anti-ético. Apostar em casas ilegais pode te trazer muitos problemas, inclusive restrição de saldo.
7. Apostar ou divulgar qualquer coisa relativa às apostas virou crime?
- Não, o projeto de lei enviado pelo presidente, ao contrário da Medida Provisória, NÃO tem efeito imediato. É só um projeto de lei que não tem garantia alguma de ser colocada em pauta ou aprovada.
8. O que acontecerá com as apostas de longo prazo pendentes?
- Acredito que cada casa resolverá de uma forma. Mas acho que a maioria deve anular. Aqui é puro achismo meu, não conversei com nenhum representante das casas sobre isso.
Se tiverem mais perguntas podem ficar à vontade. Irei tentar responder.
Obrigado Painho por proporcionar um Guia x Smart, jamais esqueceremos.
Replying to @TheSmartBettor
É que você é o perfil mais hipócrita e puta do Lula dessa rede social. Apostador igual a todos nós, viveu de tirar dinheiro de casa de aposta igual a todos nós, vende Grupo VIP igual a todos nós mas é uma puta pra criticar o governo que quer acabar com sua atividade.
Vá tomar no meio do seu cu! Sua PUTA!
Will retweeted
PROIBIR NÃO É PROTEGER
A Guia assina, ao lado das operadoras licenciadas do Brasil, o manifesto da ANJL e do IBJR.
A proibição não acaba com as apostas no Brasil, mas com a proteção de quem aposta.
Segundo o Ministério da Fazenda, 31 milhões de pessoas estão ativas nas plataformas de apostas legalizadas, cerca de 20% do eleitorado nacional, que, em sua imensa maioria, aposta de forma recreativa e responsável.
Essas apostas não deixarão de ser feitas com uma medida provisória; apenas mudarão de endereço para ambientes sem controle, que aceitam menores de idade e cartões de crédito. No mercado autorizado, as plataformas verificam idade e CPF, adotam políticas de saúde mental e autoexclusão e recolhem impostos para políticas públicas.
Compartilhamos a preocupação com o endividamento das famílias e com o jogo problemático, e quem tem as melhores condições de enfrentar esse problema é justamente um mercado altamente regulado. O mercado legal hoje impede que 3 milhões de beneficiários de programas sociais apostem e já atendeu 1,2 milhão de pedidos de autoexclusão. Nenhum site ilegal faz isso.
O mercado ilegal brasileiro tem um agravante: é explorado pelo crime organizado para aplicar golpes digitais contra a população mais vulnerável. O governo já bloqueou mais de 66 mil domínios ilegais. Mesmo assim, em uma só semana de setembro, 6.409 seguiam no ar, e 14 novos são criados por dia. O mercado clandestino já responde por 41% do volume apostado no país. Com a proibição, esse número saltará para 100%.
Se a proibição atingir todo o mercado regulado, a consultoria LCA estima que até R$ 73 bilhões em arrecadação estariam em risco entre 2027 e 2030, caso 100% da demanda migre para operadores ilegais.
Se o objetivo é proteger o cidadão, o caminho é mais fiscalização, não menos. Estamos prontos para discutir limites de depósito e de tempo, regras mais rígidas de publicidade, cuidado em saúde mental e mais rigor no combate aos sites ilegais. Nada disso pode ser exigido de quem opera na clandestinidade.
Proibir não protege o apostador. Apenas o empurra para ambientes sem fiscalização.
ANJL e IBJR
#ProibirNaoEProteger
Expectativa das pessoas com a proibição das bets: apostadores virando repositores de atacadão.
Realidade: outras mil e uma alternativas.
A gente é contra por ser burrice proibir, não por medo.
Só nós decidimos quando paramos. Simples assim. 🤷♂️
O maior de todos mais uma vez no lado certo.
Vamos, Flamengo! 💪🔴⚫️
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.






















