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Joined September 2024
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Foi irado ontem! Obrigado quem colou, espero que vocês tenham se divertido tbm :D
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Trago boas notícias: Vai ter CERVEJA e COMIDA por cortesia dos patrocinadores! @kodustech @woovibr @PassaporteTech
Vocês pediram então TOMA: Vem aí o 1o Bug & Beer Floripa! O meetup pros devs trocarem ideia, compartilharem seus traumas e tomarem uma boa cerveja! 🗓️14/11 as 19h 📍Wooden Tap Beer do Centro - Floripa 🫂 Patrocínio: não tem 👀 Jaja posto o link do evento aqui
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🚨🚨🚨ATENÇÃO🚨🚨🚨 Essa SEXTA vai rolar o PRIMEIRO ✨ Bugs & Beers ✨ 🗓️14/10 - 19h 📍Wooden Tap Beer - Centro (Floripa) 🫂Apoio: @kodustech @woovibr e @PassaporteTech 🍻Vai ter cerveja! Quem não colar é coda fofo
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Já faz alguns anos que meu ciclo social foi se estreitando: quase todo mundo com quem convivo é libertário. Não por “bolha de internet”, mas por afinidade e alinhamento de propósito: gente que desenha a própria vida com mais liberdade. Já há muitos anos que o Brasil tem se tornado cada vez mais difícil de viver, um país dominado pelo crime, sem segurança jurídica, alta burocracia e cada vez mais intervenção do estado, isso e o fato de eu ter constituido família (marido e filho), me fizeram pensar que o Brasil não era mais pra mim. Não me leve a mal, eu não odeio o Brasil, esse foi o país que cresci, onde tenho raizes fortes, onde vivem familiares e amigos, mas o custo se impõe, se você pretende ter uma vida livre, próspera e com segurança, fica muito difícil defender que o Brasil seria esse país. Mas não bastava apenas sair do Brasil, era preciso escolher um país que fosse alinhado ao meu propósito e que pudesse ser um ambiente seguro e saudável para minha família. Que me permitisse viver longe das amarras do estado, mas que pudesse dar estabilidade e segurança, e que fosse fácil de manter o contato com o Brasil. E foi então quando eu e meu marido decidimos começar a vida de nômade, e depois de visitar mais de 20 países encontramos o local que seria a nossa base principal. O Paraguai, mas essa minha nova casa está longe de ser perfeita, e embora esteja no hype neste momento é um país com um filtro natural. Não é destino principal de turismo (embora encarnacion seja belissima e tenha uma vibe praiana que se assemelha a destinos turisticos no Brasil); é um país pra quem quer viver a liberdade com todas as suas implicações, sua vida empresárial, networking, suas relações com contratos, residência, educação dos filhos. O Paraguai é uma folha em branco pedindo pra ser escrita, e muitas pessoas começaram a entender isso. Este ano, em Asunción, isso deu um salto de nível. Diversas empresas como a Lupo estão indo para o Paraguai, muitos profissionais de TI e até celebridades estão vindo pra cá experimentar o que o país tem de melhor pra oferecer. Eu sou empreendedora de TI. Vim pelas oportunidades fiscais e pelos beneficios para minha família, mas fiquei pela comunidade, possibilidade de networking e pela visão de um futuro promissor. Em Asunción encontrei devs, founders e operadores que falam a minha língua de negócio e que representam os meus valores. Você discute arquitetura de software, depois arquitetura de vida. Se compara stacks e, sem perceber, está comparando bairros, rotinas, opções de saúde, cláusulas contratuais, runway. E alguém te apresenta uma solução que não estava no Google, estava na mesa ao lado. O documentário que lançamos nasceu disso: eu e minha equipe queriamos que você visse com os seus próprios olhos o que vivo sempre. Sem folclore, sem propaganda, gente real, construindo com calma e paciência, do jeito que liberdade costuma exigir. Tem história de quem chegou para “testar três meses” e ficou. De quem veio só para tirar residência e descobriu comunidade. De quem trouxe os filhos e achou um ritmo de cidade que permite trabalhar, estudar, respirar. Se você também trabalha com tecnologia, vai reconhecer e se identificar com o que mostramos: produtividade que vem da paz, custo de vida que abre espaço para errar sem quebrar, impostos que não te punem por produzir, e um círculo social que puxa o seu padrão para cima. Mas, mais que isso, vai reconhecer a sensação de que você não está sozinho na escolha de viver de forma mais livre. O Paraguai não resolve a sua vida mas te da espaço e tempo pra resolver. É por isso que eu digo que é um filtro. Ele seleciona por intencionalidade e paciência, pessoas com baixa preferência temporal. Assista ao documentário (link na primeira resposta). Se fizer sentido, marque aquele amigo dev que precisa dar uma chance ao Paraguai, ou retuite para que os seus mutuals também possam conhecer melhor o Paraguai. – at Paraguay
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Por que o Paraguai virou o novo destino dos devs brasileiros? #bolhadev “Fácil… menos imposto!”. E se eu te falar que não é só isso? Amanhã sai no YouTube da @PassaporteTech uma série de entrevistas, onde mostramos o cenário do Paraguai 🇵🇾 para devs, além da parte fiscal.
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Se você é um dev contractor para a gringa, e quer usufruir de uma LLC. Pode não ser tão simples como parece. Já vimos vários clientes enfrentarem problemas para estruturar isso com empresas americanas. O motivo normalmente é o mesmo, o Rh nem sabe que isso existe. E aí que nossa consultoria faz a diferença. A gente monta uma estratégia personalizada para você receber seus pagamentos de forma prática. Seja auxiliando na negociação e educando o Rh sobre o recebimento em uma LLC de não domiciliado, ou procurando a melhor estratégia alternativa. No nosso YouTube o eu converso com o nosso cliente @digitalmonad_, sobre como conseguimos contornar as restrições do Rh, no caso dele. E no final o resultado foi o desejado, 0% de imposto sobre a renda.
O cliente americano não fechou contrato com LLC de não domiciliado, mas fechou com LLP do UK. Certo? Existe alguma razão para isso? O que ele disse?
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Essa é uma reflexão que gosto de discutir com meus clientes de consultoria. #bolhadev Optar pelo home office ou por um estilo de vida mais livre tem seus trade-offs. Por definição, você limita o número de vagas disponíveis ao escolher trabalhar remotamente. Vagas “remote anywhere”, que pagam em moeda forte e são na modalidade contractor, já representam um filtro significativo. E quanto mais você avança na carreira, mais esse filtro aumenta. Sua pretensão salarial, por exemplo, é outro fator que reduz as opções. Entender isso é crucial para perceber que algumas posições simplesmente não estarão disponíveis, pois não são compatíveis com seu estilo de vida. E está tudo bem! A grande questão é reconhecer esses desafios e trabalhar nos pontos fracos para continuar progredindo na carreira. Um desses pontos é o networking, que pode ser prejudicado no trabalho remoto se você não tomar atitudes proativas. Muitas empresas ainda valorizam mais os profissionais presenciais do que os remotos. No entanto, trabalhar remotamente não significa abrir mão do contato face a face. Esse contato é muito importante — e, para quem trabalha remoto, ele se torna ainda mais essencial. Nos últimos quatro anos, vivendo como nômade digital, passei por diversos projetos. Usei minhas viagens estrategicamente para conhecer colegas de trabalho, visitar escritórios em Portugal ou encontrar gestores na Croácia, por exemplo. Esses movimentos foram fundamentais para minha carreira. Além disso, é importante aproveitar o networking nas suas proximidades. Mora em um grande centro? Participe de meetups. Não mora? Aproveite uma viagem para ir a eventos de tecnologia. O ponto central é que o networking se torna cada vez mais crucial à medida que você avança na carreira, mas ele precisa ser com pessoas do seu nível profissional ou superior. É muito comum ver devs que começam a trabalhar para o exterior e se acomodam. Quando enfrentam um layoff, percebem que não conseguem se recolocar rapidamente no mercado internacional, embora vagas CLT no Brasil “chovam” na sua porta. O motivo? Eles evoluíram na carreira, mas o networking ficou estagnado no Brasil. Construir um networking global e presencial é complexo, custa dinheiro e pode não fazer sentido para todos. Porém, quando bem feito, ele abre oportunidades enormes.
Replying to @gustavorodarte_
Demérito em trabalhar longe, como home office As vezes eu penso, tá bom assim, mas se estivesse no presencial, eu estaria melhor? Não digo no custo benefício financeiro, mas na posição profissional
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Por que recusei (várias!) propostas de patrocínio de visto pra Europa? #bolhadev Era 2019. Fiz um intercâmbio de 1 mês na Europa e voltei completamente em êxtase. Ruas de pedra, castelos, cerveja artesanal a rodo, heavy metal ecoando nos pubs e aquela vibe cosmopolita com gente de todos os cantos. Era o paraíso na Terra, pensei. Queria aquilo pra minha vida. Planejei tudo: 2020, passagens compradas, 3 meses de “férias” na Europa, ficando na casa de amigos, fazendo networking para conseguir aquela vaga dos sonhos com realocação. O plano era perfeito: codar de dia, brindar com uma IPA à noite e construir uma vida nova no velho continente. Aí veio o COVID. Cancelaram meu voo, meu sonho. A pandemia foi um soco no estômago. Me fez parar e refletir: o que eu realmente quero? Sou dev, libertário convicto, e meu objetivo nunca foi só grana. Era liberdade. Poder escolher como, onde e com quem vivo. Foi quando conheci a Teoria das Bandeiras. A ideia de ir pra onde sou tratado melhor, dividindo minha vida em pedaços estratégicos: morar onde a qualidade de vida é alta, trabalhar onde o salário é em dólar, pagar imposto onde o governo não me rouba descaradamente. Percebi que meu encanto com a Europa era só isso: uma paixão de turista. Castelos, pubs e heavy metal não eram algo que mirava no longo prazo. Pivotei. A ideia de imigração tradicional, aquela que nos vendem como o único caminho – visto patrocinado, realocação, amarrar sua vida a uma empresa – parou de fazer sentido. O mundo se abriu. Consegui um trampo remoto internacional, virei nômade digital e rodei 20 países com um único objetivo: onde eu e minha família podemos ser mais livres? Testei cada lugar com uma visão estratégica: qualidade de vida, custo, impostos, liberdade. E as propostas de visto? Chegaram aos montes. Trabalhando remotamente pra Europa, fazendo networking como se fosse uma sprint, recebi offers reais de realocação. Empresas querendo me levar pra lá, com pompa e circunstância. Mas, sério, por quê? Pra pagar 50% de imposto e levar pra casa um salário líquido que não daria para construir um patrimônio real? Pra ficar preso a um contrato que me engessa? Não, valeu. Minha mentalidade mudou. Liberdade > Visto. Hoje, vivo onde quero, trabalho pra quem paga melhor e pago imposto onde faz sentido. E sabe o que é mais louco? Essa liberdade não é só pra mim. Qualquer dev com um laptop e um bom planejamento pode fazer o mesmo. Por conta desse estilo de vida, fundei a @PassaporteTech. É isso que a gente faz: mostramos o caminho para profissionais como você construírem uma carreira global, sem amarras, sem ciladas. Quer morar na Europa? Te mostro como. Quer faturar em dólar e viver onde o sol brilha? Também sabemos o caminho. Quer pagar menos imposto e viver como nômade? É com a gente. E aí, já recusou uma proposta que parecia “o sonho”, mas cheirava a prisão? Se quer dar um gás na sua carreira e na sua vida internacional, me manda um DM. 📸 - Foto de 2019 em Frankfurt, na minha primeira visita à Europa.
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- “Trabalhar pra país com moeda forte…” “…e viver em um local com a moeda mais fraca e/ou viver em local fiscalmente favorável”. Tirando os EUA, a chance de você conseguir ficar rico sendo empregado em países desenvolvidos ocidentais é realmente baixa. Você raramente vai ficar rico sendo programador por 20 anos em uma empresa Alemã, morando na Alemanha. Você terá uma ótima qualidade de vida, mas rico? Você não fica rico pagando 50% de imposto.
Ficar rico sendo dev tem alguns caminhos: - trabalhar pra país com moeda forte - criar um curso bom - criar um saas bom - fazer carreira em big tech - criar sua empresa de consultoria Em todos: potencializar sua renda com investimentos
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Como um dev internacional, eu já conheci lugares incríveis, vivi em diferentes países da Europa e trabalhei remotamente de uns 10 países. Entretanto, questões fiscais, como residência fiscal, impostos, estruturas jurídicas, etc, normalmente ficaram em segundo plano. Bem, esse ano decidi me aprofundar nesse tema para criar um planejamento que acompanhasse meu estilo de vida internacional e que fizesse sentido para mim. E nesses últimos meses, aprendi muito sobre residência fiscal, impostos e o porque que isso é importante pra gente da TI. Aprendi que: → Deixar de morar num país não é simplesmente fazer as malas e ir embora. Se você não fizer corretamente sua saída fiscal, isso pode trazer problemas lá na frente com vários governos diferentes. → Isso vale inclusive para o Brasil, que também pode continuar te considerando residente fiscal se você não formalizar sua saída do jeito certo. → Tem várias opções no mundo de locais excelentes para desenvolvedores viverem com renda remota e sem pagar imposto, e para vários gostos diferentes. (olhando pro Chipre como possibilidade cada vez mais real) → Se você quer sair do Brasil, manter uma empresa no país pode não ser a melhor opção. Isso vai depender de onde estão seus clientes e que tipo de serviço você vende. Em muitos cenários, abrir uma offshore pode ser mais vantajoso. Também não é tão caro como algumas pessoas acreditam. → O estilo de vida nômade tem muitas vantagens, mas também pode trazer dor de cabeça. Uma delas é virar residente fiscal "sem querer" em um país com alta tributação, por passar tempo demais em um local sem se dar conta das regras. → Diferentes países vão taxar sua renda de diferentes formas. Em alguns, eles ignoram totalmente o que você ganha no exterior. Em outros, mesmo trabalhando remoto para uma empresa estrangeira, você pode ser obrigado a pagar imposto local. Em vários locais, esse valor pode ser bem alto. E como eu aprendi tudo isso? Eu fiz o processo de consultoria com a Passaporte Tech, uma empresa especializada em internacionalizar a vida e carreira de pessoas. Na consultoria, a passaporte te prepara pra entrevistas internacionais, e pra vida internacional no geral. São varias calls 1:1, focadas em planejamento de carreira internacional, revisão de currículo e Linkedin para vagas internacionais, escolha de países pra morar, estratégias de otimização de impostos pra pagar o mínimo legal, etc. Além das chamadas, você vai receber as estratégias personalizadas, e tem acesso a um acompanhamento exclusivo via whatsapp. Não é um curso, nem webinar, é uma consultoria individual. Agora é o momento perfeito pra você assinar o serviço de Consultoria Pass, porque o preço vai aumentar em 40% permanentemente. Perdão gente, acredito que eu seja em parte culpado por isso pq eu falei pra eles que tava muito barato pelo quanto eles entregavam. E pq eles tem muita demanda, como é um processo individual, não da pra atender um número enorme de pessoas. (link nos comments) 👇
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Quanto tempo demora pra chegar nos R$10.000 de salário como dev? Aqui tem todos os detalhes da consultoria da Passaporte Tech 👉 servicos.passaporte.tech/ Aproveite AGORA antes do aumento de preço em 10/08, e comece a internacionalizar sua carreira e sua vida!
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Neste vídeo da @PassaporteTech, eu e @ancapmilavargas conversamos com Francisco Litvay, fundador da @setteeio, que já transformou a vida de centenas de profissionais de TI com a internacionalização
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Ouço muito de clientes e possíveis clientes da Passaporte Tech: “Eu nunca acreditei nessas coisas de mentoria de carreira, mas com vocês eu achei diferente.” Isso me mostra que estamos no caminho certo. Essa confiança reflete o que buscamos: ajudar pessoas a transformarem suas carreiras com liberdade e autenticidade. Meu objetivo com a Passaporte Tech não é ter uma lista infinita de clientes, mas sim trabalhar com poucos, de alta qualidade, ajudando-os a conquistar uma vida com mais liberdade. Nossa profissão de TI é uma das mais privilegiadas do mundo. Podemos trabalhar de qualquer lugar, e os países brigam por profissionais como nós. Existem inúmeras formas de emigrar e construir uma vida mais autônoma, e a Passaporte Tech existe para guiar você nesse caminho com um planejamento estratégico personalizado. Hoje, posso dizer que tenho uma vida muito confortável, uma vida que poderia ser ostentada. Viajei por 20 países, fiquei em hotéis incríveis, com vistas de tirar o fôlego, comi em restaurantes com estrela Michelin. Mas, a verdade, o que sempre me deixou mais feliz foi o mais simples: viajar com minha esposa, conhecer novas pessoas, experimentar comidas diferentes, viver culturas novas. Eu poderia ostentar tudo isso, comprar um relógio caro, mostrar um setup com 20 monitores ou um carro de luxo, como alguns “concorrentes” fazem por aí. Mas essa mentalidade não combina comigo, nem com a Passaporte Tech. Não estamos aqui para prometer salários astronômicos com frases como “Venha com a Passaporte Tech e ganhe 8 mil dólares”. O que vendemos é um planejamento estratégico para quem quer mais liberdade para si e sua família. O cliente que quero não é o cara que sonha em trabalhar na gringa só para ostentar um carro de luxo. É alguém que quer viver mais livre, pagar menos impostos, ter mais segurança para si e para a família. Por isso, nossa consultoria não é para todo mundo, e isso é proposital. Queremos entregar uma experiência personalizada, focada em resultados reais. E os resultados estão aí: clientes que se tornaram nômades digitais, abriram empresas offshore, estão trabalhando na gringa e pagando 0% de imposto de renda e imposto corporativo. Esses casos mostram que nossa abordagem funciona. Como libertário e anarcocapitalista, sempre moldei minha carreira para me proteger das agressões sistemáticas do estado. Nunca fui CLT, nunca tive carteira de trabalho. Minha busca sempre foi por autonomia e liberdade. Adotei o nomadismo digital e a teoria das bandeiras como ferramentas para viver de acordo com esses valores. Minha trajetória é a prova de que é possível viver uma vida livre, sem amarras, usando a profissão de TI como alavanca. Acho que muita gente está cansada desse sistema opressivo e sonha com o mesmo: uma vida mais livre, com menos impostos e mais segurança. A @PassaporteTech existe para transformar esse sonho em realidade, com um plano feito sob medida para você e sua família.
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Enquanto nosso documentário sobre a cena tech do Paraguai não fica pronto, dá uma olhada na minha conversa com o @alan_schramm, onde ele explica por que escolheu o Paraguai.
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Hoje teremos um edição especial do Passaporte Talks com o meu amigo @alan_schramm presencial direto aqui do Paraguai. A idea é trocar uma idea sobre a carreira internacional, empreendedorismo, teoria das bandeiras e obviamente #BTC A live vai ser hoje às 20h aqui no X da @PassaporteTech e no YouTube da @educa_real
Passaporte Talks LIVE #12 - Edição Especial com Alan Schramm! Nesta quinta-feira, 15/05, às 20h, a equipe da Passaporte Tech está reunida no Paraguai para um Passaporte Talks ao vivo e presencial, com transmissão em vídeo! 🎙️ Nosso convidado é Alan Schramm, um nome de peso na interseção entre tecnologia, design e educação. Com uma trajetória internacional, Alan estudou UX Design no Politécnico de Milão, trabalhou com tecnologia no exterior e hoje empreende com a Educação Real, ajudando pessoas a dominarem temas como Bitcoin, inovação e soberania digital. Ele é coautor do livro Bitcoin Red Pill e colunista no Portal Livecoins, trazendo insights únicos sobre o futuro da tecnologia e do design centrado no usuário. 📺 Onde assistir? • Ao vivo no X da Passaporte Tech (@PassaporteTech) • E no YouTube da @educa_real 💡 Venha se inspirar com a jornada de Alan e descobrir como tecnologia e educação podem transformar sua vida e carreira! Traga suas perguntas e participe!
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Publicado! youtu.be/5c21xlvOL3o Participação especial dos amigos @gustavorodarte_ e @fabiosilva_btc Escala 7x0 🫡🤝
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Falei com a galera da @PassaporteTech e já sei qual o proximo destino. É brincadeira, eu não vou pro Panama nem fisicamente nem fiscalmente. Mas que tem várias opções de residência interessantes, tendo renda global, tem.
Eu não falo muito sobre isso, geralmente fica mais nas entrelinhas, mas enfim, aqui ta o meu breve histórico de mudanças de países Quase 3 anos atrás eu fui do Brasil pra Itália com um emprego remoto pra Australia. Porque que eu fui? Simples, a minha namorada ia fazer um mestrado na Italia, eu queria conhecer mais do mundo, afinal, tinha vivido a vida inteira quase em Florianópolis. Poucos meses depois de chegar na Itália, eu e todos os contractors da empresa Australiana fomos demitidos. Lá na Itália eu percebi rapidamente duas coisas, 1, os salários de tecnologia na Italia eram bem medíocres pro padrão Europeu, 2, todas empresas queriam que eu falasse italiano. Então, lá eu arrumei um emprego pra uma empresa dos EUA que tinha sede na Europa, essa empresa me deu um contrato "CLT” Italiano. O emprego era fácil, demandava menos de mim do que as 8h, e a performance era sempre elogiada. Agora, não existe nada mais constante na minha vida do que a inconstância. É obvio que eu ia odiar algo fácil, estável e que me desse um bom work/life balance. Eu sou uma pessoa obcecada, curiosa, que ta sempre procurando um problema maior. Eu criei um canal no Youtube pra catalogar os meus estudos pra passar pro Google em Zurich. Sim, eu mirei no salário mais alto da Europa e eu decidi “eu vou me coçar pra conseguir isso” Bom, o canal cresceu, não faço ideia de porque nem como. O mestrado da minha namorada foi acabando, e ela recebeu uma proposta pra ir fazer pesquisa numa universidade na Alemanha. No mesmo mês, eu recebi proposta pra trabalhar pra uma empresa Alemã em Berlin (full remote, se tudo correr bem na minha vida eu jamais volto pro presencial.). Ainda focado no meu Google em Zurich, mas eu não ia recusar um aumento de salário de quase 100%. Sim, quase 100%. Saimos da Itália, passamos 1 mês no Brasil, um mês nômade na Europa, pousamos na Alemanha e eu pedi demissão. Um amigo meu me apresentou pra dois conhecidos dele, ambos americanos com 15 anos de experiência no ramo de pagamentos que estavam procurando um CTO pra nova startup deles. Bom, eu nunca vou perder a oportunidade de trocar algo garantido por uma dor de cabeça gigantesca. É obvio que eu negociei com eles e virei CTO da empresa. E agora? Agora temos mais alguns meses de Alemanha, eu me encontro na situação que eu tenho dois passaportes, dois CNPJs no meu nome, uma LLC nos EUA também no meu nome (e no nome dos dois fundadores) e nem eu nem a minha namorada sabemos “qual a proxima"? Você pode estar se perguntando “ta e os imposto e residência fiscal tudo, como faz”. Pois é, como faz? Fui atrás de alguém que sabia “como faz”, esbarrei na @PassaporteTech , e ví que eles tem a expertise que eu busco. A empresa foi criada por 4 pessoas de tecnologia que tem um lifestyle "maluco” (autêntico) como o meu, e que trilharam o caminho por mim. Esse mes eu iniciei o processo de consultoria com eles. Num primeiro momento me pareceu um pouco caro, mas fiz uma call inicial gratuita pra me apresentarem o produto, e concluí que ele ta de graça. Ok, “de graça” não tá, mas a alternativa é eu gastar umas 1.000 horas (ou mais) pra aprender a fazer tudo sozinho, e meu tempo vale muito mais que isso. Se eles conseguirem fazer com que eu pague 1% a menos de imposto, a consultoria se paga. Não só isso, mas eu não sei nem COMO fazer as coisas na legalidade. Como que eu posso viajar o mundo, quanto tempo posso ficar em cada lugar tendo renda no Brasil e nos EUA? O que que eu preciso declarar onde e como? Eu nem moro mais no Brasil, não dá pra gente levar essa PJ pra outro lugar? Bom, eu vou compartilhar por aqui, ou no meu canal Galego 2, os passos que a gente vai tomar. As coisas que eu for aprendendo nesse processo de consultoria, a quantidade de imposto que eu economizar, os países que são boas alternativas pra eu passar um tempo, etc. Acompanha aí que vai ser legal, a única certeza que eu tenho é que o meu proximo passo sempre é mais incerto e mais ambicioso que o anterior. Muita gente aqui também tem esse interesse de se internacionalizar. A passaporte também tem expertise em ajudar a otimizar seu CV, Linkedin e a vida no geral pra uma carreira internacional. Se você quer dar esse passo, marca uma call com eles e vê se é pra você: calendar.app.google/6T1QCjAm… Além disso, você pode ver a página deles onde tem as informações completas sobre o processo da consultoria: servicos.passaporte.tech/ PS: Full-disclaimer, no início das nossas conversas a Passaporte me sondou pra uma possibilidade de me pagar pela divulgação. Como eu tinha interesse interesse no produto deles, eu fiz a proposta de eu passar pela consultoria, se eu não achasse que tá valendo a pena eu não vou divulgar e eu pago o valor da consultoria. Bom, têm valido a pena :)
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Se você tá nesse processo ou quer se preparar de forma mais segura e estruturada, vale conhecer o trabalho que fazemos na @PassaporteTech , junto com nossos sócios @ancapmilavargas e @gustavorodarte_ também especialistas no assunto e profissionais de TI vivendo essa realidade!
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Lendo a jornada do @RealGalego, é impossível não traçar paralelos com a minha própria trajetória. “Agora, não existe nada mais constante na minha vida do que a inconstância.” Essa frase é uma verdade absoluta sobre minha vida. Em 2016, comecei um estágio na prefeitura de Parnamirim. Em 2017, pedi demissão. Meus valores tinham mudado. Eu, agora um libertário, não via mais sentido em trabalhar no setor público. Estava na faculdade quando, em 2017, arrumei outro estágio. Durou pouco. Em 2018, durante férias em São Paulo com minha família, uma pulga atrás da orelha começou a coçar. Comecei a aplicar para vagas de júnior em São Paulo e consegui uma em Alphaville. Era duas horas de transporte público por dia. A faculdade? Não me motivava mais. Larguei. Eu precisava de desafios constantes. Fui para Alphaville, mas três meses depois, por indicação de um amigo, consegui um trabalho no mercado financeiro, iniciando a área de tecnologia de uma empresa. Menos de um ano depois, o salário já não era suficiente. Queria mais. Fui para a consultoria que rodava o projeto de tecnologia dessa empresa financeira, ainda no mesmo projeto. Essa inconstância fez meu salário crescer. Juntei minhas economias e fui passar um mês de férias na Irlanda. Lá, vi o mundo além do Brasil. Voltei com uma certeza: eu queria morar na Europa, vivenciar os festivais de metal, a cultura, tudo. O plano? Em 2020, iria ao Wacken, festival de metal, de férias. Depois, ficaria na casa de um amigo até arrumar um trabalho por lá. Aí veio o COVID. O mundo fechou. Isso me fez repensar tudo, especialmente onde eu queria estar. Meu relacionamento com a Camila, que tinha terminado porque eu queria rodar o mundo e ela preferia criar raízes, foi reatado durante a pandemia. A pandemia passou, mas a vontade de sair do Brasil não. Comecei a explorar alternativas e conheci as ideias da teoria das bandeiras. Como eu poderia usá-las para ganhar liberdade? Paralelamente, consegui um trabalho remoto em um projeto internacional. Minha renda dobrou. A Camila topou embarcar nessa jornada comigo. Viramos nômades. Rodamos três meses pelo Brasil e, em janeiro de 2022, chegamos à Argentina. Duas semanas depois, fui desligado da empresa. Ansiedade bateu, mas em menos de um mês já estava trabalhando para uma empresa na Europa. Com isso, conhecemos 20 países. Ainda assim, faltava algo. No ano passado, durante um período sem projetos, junto aos nossos padrinhos de casamento surgiu a ideia da @PassaporteTech . Planejamos ficar um ano no Paraguai, pela primeira vez em muito tempo com alguma estabilidade. Mas um projeto me levou de volta à Europa. Conhecemos a Geórgia, que hoje é nosso país europeu favorito. Fazíamos consultorias até as 3 da manhã por conta do fuso horário. A pulga do empreendedorismo picou forte. Me inspiro no Galego, que diz que não quer mais ser funcionário. Eu ainda sou, mas espero em breve estar 100% no modo empreendedor, como ele. Agora, eu vou ser pai. Não só um novo desafio na minha vida, como o MAIOR desafio. Acredito fortemente que todas essas inconstâncias que me tornaram bem-sucedido foram fruto de sair da zona de conforto, sempre em busca de algo maior. Galego, sua história é um espelho da nossa busca por liberdade, desafios e autenticidade. E está muito alinhada com os valores que temos aqui na Passaporte Tech. Obrigado por compartilhar e por caminhar com a gente nessa jornada!
Eu não falo muito sobre isso, geralmente fica mais nas entrelinhas, mas enfim, aqui ta o meu breve histórico de mudanças de países Quase 3 anos atrás eu fui do Brasil pra Itália com um emprego remoto pra Australia. Porque que eu fui? Simples, a minha namorada ia fazer um mestrado na Italia, eu queria conhecer mais do mundo, afinal, tinha vivido a vida inteira quase em Florianópolis. Poucos meses depois de chegar na Itália, eu e todos os contractors da empresa Australiana fomos demitidos. Lá na Itália eu percebi rapidamente duas coisas, 1, os salários de tecnologia na Italia eram bem medíocres pro padrão Europeu, 2, todas empresas queriam que eu falasse italiano. Então, lá eu arrumei um emprego pra uma empresa dos EUA que tinha sede na Europa, essa empresa me deu um contrato "CLT” Italiano. O emprego era fácil, demandava menos de mim do que as 8h, e a performance era sempre elogiada. Agora, não existe nada mais constante na minha vida do que a inconstância. É obvio que eu ia odiar algo fácil, estável e que me desse um bom work/life balance. Eu sou uma pessoa obcecada, curiosa, que ta sempre procurando um problema maior. Eu criei um canal no Youtube pra catalogar os meus estudos pra passar pro Google em Zurich. Sim, eu mirei no salário mais alto da Europa e eu decidi “eu vou me coçar pra conseguir isso” Bom, o canal cresceu, não faço ideia de porque nem como. O mestrado da minha namorada foi acabando, e ela recebeu uma proposta pra ir fazer pesquisa numa universidade na Alemanha. No mesmo mês, eu recebi proposta pra trabalhar pra uma empresa Alemã em Berlin (full remote, se tudo correr bem na minha vida eu jamais volto pro presencial.). Ainda focado no meu Google em Zurich, mas eu não ia recusar um aumento de salário de quase 100%. Sim, quase 100%. Saimos da Itália, passamos 1 mês no Brasil, um mês nômade na Europa, pousamos na Alemanha e eu pedi demissão. Um amigo meu me apresentou pra dois conhecidos dele, ambos americanos com 15 anos de experiência no ramo de pagamentos que estavam procurando um CTO pra nova startup deles. Bom, eu nunca vou perder a oportunidade de trocar algo garantido por uma dor de cabeça gigantesca. É obvio que eu negociei com eles e virei CTO da empresa. E agora? Agora temos mais alguns meses de Alemanha, eu me encontro na situação que eu tenho dois passaportes, dois CNPJs no meu nome, uma LLC nos EUA também no meu nome (e no nome dos dois fundadores) e nem eu nem a minha namorada sabemos “qual a proxima"? Você pode estar se perguntando “ta e os imposto e residência fiscal tudo, como faz”. Pois é, como faz? Fui atrás de alguém que sabia “como faz”, esbarrei na @PassaporteTech , e ví que eles tem a expertise que eu busco. A empresa foi criada por 4 pessoas de tecnologia que tem um lifestyle "maluco” (autêntico) como o meu, e que trilharam o caminho por mim. Esse mes eu iniciei o processo de consultoria com eles. Num primeiro momento me pareceu um pouco caro, mas fiz uma call inicial gratuita pra me apresentarem o produto, e concluí que ele ta de graça. Ok, “de graça” não tá, mas a alternativa é eu gastar umas 1.000 horas (ou mais) pra aprender a fazer tudo sozinho, e meu tempo vale muito mais que isso. Se eles conseguirem fazer com que eu pague 1% a menos de imposto, a consultoria se paga. Não só isso, mas eu não sei nem COMO fazer as coisas na legalidade. Como que eu posso viajar o mundo, quanto tempo posso ficar em cada lugar tendo renda no Brasil e nos EUA? O que que eu preciso declarar onde e como? Eu nem moro mais no Brasil, não dá pra gente levar essa PJ pra outro lugar? Bom, eu vou compartilhar por aqui, ou no meu canal Galego 2, os passos que a gente vai tomar. As coisas que eu for aprendendo nesse processo de consultoria, a quantidade de imposto que eu economizar, os países que são boas alternativas pra eu passar um tempo, etc. Acompanha aí que vai ser legal, a única certeza que eu tenho é que o meu proximo passo sempre é mais incerto e mais ambicioso que o anterior. Muita gente aqui também tem esse interesse de se internacionalizar. A passaporte também tem expertise em ajudar a otimizar seu CV, Linkedin e a vida no geral pra uma carreira internacional. Se você quer dar esse passo, marca uma call com eles e vê se é pra você: calendar.app.google/6T1QCjAm… Além disso, você pode ver a página deles onde tem as informações completas sobre o processo da consultoria: servicos.passaporte.tech/ PS: Full-disclaimer, no início das nossas conversas a Passaporte me sondou pra uma possibilidade de me pagar pela divulgação. Como eu tinha interesse interesse no produto deles, eu fiz a proposta de eu passar pela consultoria, se eu não achasse que tá valendo a pena eu não vou divulgar e eu pago o valor da consultoria. Bom, têm valido a pena :)
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