Quando alguem disser que Israel é um pais que existe o apartheid, lembre-se desta imagem das eleicoes israelenses
Perfeito, justamente por isto ficar criticando campanha é jogar o jogk do inimigo. Nunca foi sobre isto
Replying to @AmitSegal
The problem Amit is that only channel 14 gives honest polls. Stop with these eisenkot BS. Enough is enough. Channel 12 sucks
Replying to @IoneAntoniassi @AsquinoCristina
Não teríamos, teríamos sido garfados da mesma forma. Infelizmente
Isto nao quer dizer que nao tivemos erros
Falar que os EUA tem maior deficit publico absoluto que o Brasil em valor é argumento de criança. Estamos falando de %
Pelo amor de Deus
Replying to @OdogOffLeash @IsraelIDFend
Exactly. Barak, Sharon, Rabin ....
ipadasher retweeted
Saudação nazista em Botafogo, zona Sul do Rio. Se você ainda não votou e pensou em ir no Flávio, ainda dá tempo!!!
ipadasher retweeted
O embaixador egípcio falou o que a maioria prefere esconder.
Atef Salem, que já representou o Egito em Israel, disse em alto e bom som o que gerações de diplomatas árabes só sussurram nas salas fechadas: a frustração profunda não nasce de fronteiras, muros ou assentamentos, ela nasce da simples existência de judeus vivos ao lado deles. Sem disputa territorial, sem “ocupação”, o ódio persiste. A presença de judeus soberanos é intolerável. A paz é impossível porque o sangue de judeus vivos é exigido.
Isso é mais do que uma análise, é uma completa confissão. É intoleravel para grande parte do Islã conviver no coração do Oriente Medio com um povo que a cada minuto evidencia a diferença entre uma cultura bem sucedida e uma totalitaria e perdedora.
Desde 1947, quando os árabes rejeitaram a partilha da ONU e escolheram a guerra de aniquilação, o padrão se repete. Em 1948, 1967, 1973, nas cartas do Hamas e do Hezbollah, nos livros escolares do Egito que ainda ensinam o ódio, nas mesquitas que repetem o hadith da pedra que denuncia o judeu para ser morto. Quase um milhão de judeus foram expulsos dos países árabes. Israel absorveu os seus. Os árabes mantiveram os “refugiados” como arma política permanente.
O tratado de paz com o Egito existe no papel desde 1979. Na rua, nas escolas, na mídia e nos discursos oficiosos, o judeu continua o inimigo eterno. O Estado judeu é “artificial”, “plantado”, “problema”, "insolente". Nunca será aceito. Essa é a tese do embaixador, e ela explica mais do que qualquer resolução da ONU.
A resposta é simples: judeus não vão desaparecer para acomodar o ódio, não vão voltar ao status de cidadaos de 2 classe. A existência de Israel é a resposta mais contundente a séculos de perseguição. A prosperidade, a ciência, a capacidade de se defender e de absorver os seus próprios refugiados ofendem quem construiu identidade em torno da destruição dos outros.
A paz exige o reconhecimento do direito do outro de existir. Quando o objetivo é o sangue pela mera presença, não há negociação possível, o que há é apenas a escolha entre aceitar a realidade ou continuar perdendo guerras.
O embaixador fez um favor ao mundo, sabemos que a verdade no Islã é rara, aqui ele mostrou o verdadeiro obstáculo, todo o resto é teatro recheado de ignorância.
Nao se esqueça disto, pois esta é a verdade fundamental e primitiva do problema.


