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Boa parte dos comentadores concorda que Marx está seguindo a estrutura do conceito em Hegel: universal, particular e singular. Hiroshi Uchida, Rodolsky, Christopher Arthur, etc.
Vol. 1 é o universal → a substância ou estrutura categorial do capitalismo, por isso a produção do capital. Tudo bem dele, ele contém a riqueza que se desdobra em todos os outros volumes
Vol. 2 é o particular → o capitalismo enquanto se diferenciando, por isso a esfera da circulação do capital. Ali temos itens importantes como os circuitos do capital, rotação do capital, esquemas de reprodução, que apresentam suas formas de mediação. E por isso ele tem suas formas diferenciadas: capital-moeda, capital-mercadoria, capital-dinheiro, capital fixo, capital circulante, etc.
Vol. 3 é o singular → a unificação do universal com sua particularidade, por isso temos as formas efetivas e específicas de manifestação do capital e a explicação que supõe as outras duas. Aqui vemos finalmente as formas efetivas interagindo entre si, principalmente por causa da concorrência. Mas também vemos o processo completo (e.g., a distinção ôntica completa entre lucro e mais-valia, conversão da taxa de mais-valia em taxa de lucro, preços de produção, etc.) assim como também uma diversidade maior de entidades que em muitos casos tem uma estrutura tão própria que parecem não ter parentesco com as determinações originais, como o juros e o capital portador de juros, renda da terra, capital comercial, crédito, o capitalista acionista e por aí vai.
O capital faz um silogismo U-P-S. Curiosamente esse é o silogismo do mecanismo em Hegel. Não que Marx estivesse pensando especificamente nisso, mas dá um sentido curioso para toda essa história de sujeito mecânico ou do capitalismo como uma máquina
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Precisamos de um HERÓI dentro da esquerda que faça uma hiperstição para forçar a cisão Trad-Esquerda e Tech-Esquerda. É a única forma que eu vejo de counterar o miserabilismo transcendental ambientalista e a teoria critica de Frankfurt. A palhaçada rousseauniana é expurgada, Marx
Isso é pior que o travesti hipotético
Replying to @ComunaDaThread @hscox28_
Os que mora aqui deve ter direito de usar sim, mas os que vem aqui só para usar o sus e depois vai embora e foda…
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Pavanato e Campopiano viraram mais votos que qualquer campanha do PT nesse segundo turno
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Flávio Bolsonaro: 40% de intenções de votos.
Flávio Bolsonaro defende assassino de criança: 45%
Flávio chuta a estátua na Nossa Senhora Aparecida: 50%
Flávio dá a bunda: 49%
Flávio entrega o Brasil para Trump: 55%
Flávio é pego numa suruba: 58%
Flávio mata o Papa: 62%
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Top conceitos usados à moda caralha:
1. Lumpemproletariado
2. Materialismo histórico (e/ou dialético)
3. Ideologia
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Esse ponto sobre a limitação da ciência já foi explorado inúmeras vezes e, de fato, desde o começo da modernidade em personalidades como Cudworth e Malebranche. De todo modo, Philip Goff tem uma passagem bem didática sobre a questão. Diz ele:
«Não é um problema que as equações da economia não nos digam o que, por exemplo, “trabalho” ou “preço” são, pois a economia não é uma ciência puramente matemática. Ela pressupõe definições não matemáticas de seus conceitos centrais. Poderíamos definir “trabalho”, por exemplo, como o esforço realizado para produzir bens e serviços, baseando-nos numa compreensão não matemática do que é trabalho e do que são bens e serviços. Em contraste, a física, desde Galileu, tem sido uma ciência puramente matemática. Não há nada além das equações e, portanto, não há recursos com os quais definir o que “massa”, “carga” etc. são. A física matemática simplesmente não dispõe dos recursos para nos dizer o que são as características básicas do mundo físico.
Se a física não nos diz a natureza da realidade física, o que ela está nos dizendo? O ponto crucial que Eddington tenta transmitir com sua fala sobre “leituras de ponteiro” é que a física é uma ferramenta de previsão. Mesmo que não saibamos o que “massa” e “força” realmente são, somos capazes de reconhecê-las no mundo. Elas aparecem como leituras em nossos instrumentos ou, de outro modo, afetam nossos sentidos. E, usando as equações da física, como a lei da gravitação de Newton, podemos prever o que vai acontecer com grande precisão (embora, estritamente falando, a lei de Newton tenha sido substituída pela relatividade geral, ela ainda é geralmente usada por ser suficientemente precisa para a maioria dos propósitos). É essa capacidade preditiva que nos permitiu manipular o mundo natural de maneiras extraordinárias, levando à revolução tecnológica que transformou nosso planeta.
Podemos formular isso de modo aproximado (...) dizendo que a física não nos diz o que a matéria é, mas apenas o que ela faz. Pense num elétron. O que a física nos diz sobre um elétron? A física nos diz que um elétron tem massa e carga negativa (entre outras propriedades). Como a física caracteriza massa e carga negativa? A massa é caracterizada em termos da disposição de atrair outras coisas com massa (é o que chamamos de “gravidade”) e em termos da disposição de resistir à aceleração (quanto mais massa algo tem, mais difícil é fazê-lo mover-se, parar de se mover ou mudar de velocidade). A carga negativa é caracterizada em termos da disposição de repelir outras coisas com carga negativa e de atrair coisas com carga positiva. Note que tudo isso diz respeito ao comportamento do elétron, ao que ele faz em relação a outras partículas físicas. E o mesmo vale para tudo o mais que a física nos diz sobre o elétron. A física se limita a nos dizer apenas o que um elétron faz.»
— Philip Goff, Galileo’s error, cap. 4 (traduzido).
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Can socialism be scientifically disproved? doi.org/10.1093/cje/beab008
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Replying to @_annaarj7 @kakauxtl
O cara fica larpando FAVELA AMIGA
O QUÃO INÚTIL C TEM Q SER PRA SER ASSIM😭😭😭😭😭






















