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☦️ Ein feste Burg ist unser Gott | Maronite

Joined December 2022
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مَنْ رَاقَبَ النَّاسَ مَاتَ غَمًّا ... وَفَازَ بِاللَّذَّةِ الجَسُورُ Quem se obsessa pelas pessoas morre de angústia... enquanto o de espírito livre conquista o prazer.
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Caralho, esse maluco é realmente um aliado no campo inimigo
Cleitinho (Republicanos) conseguiu BARRAR patrocínio de R$ 32 MILHÕES do GOVERNO ESTADUAL que seria destinado a clubes de futebol como Cruzeiro e Atlético após a saída das BETS do Brasil.
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"America is over."
I hate to say it, but America is over. The communists and jihadists are going to open our borders and replace our votes with votes from illegals aliens. We now have reps who openly speak about their hatred of America, their love of communism and their support for sharia law. We won’t be able to undo the damage they cause on our country come 2028. America 250 was a funeral. The American Dream is dead.
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>seja o papa >declare que a extrema-direita não é coisa de Deus >eles começam a perder em todo canto do mundo
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''Ah, o PT manipula as eleições fraudando as urnas''. O pessoal do PT contando pro Haddad que ele vai ter que perder as eleições.
O mais surreal do argumento de que o PT consegue manipular a urnas é deixar o Haddad perder 2 vezes numa situação dessa. O Haddad teria que repensar as amizades...
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"Na fenomenologia, era só Tung Tung Sahur e Eu" - Heidegger sobre Sahur
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Estou passando um vale, peço orações.
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sexo eh daora mas consumir mídias
sexo eh daora mas o cinema francês
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It is a good thing to not anachronically presuppose dogmatic definitions, the mythologies of doctrines, when reading the books of the Holy Scriptures; e.g., we shouldn't be reading the defined doctrine of "transubstantiation" into Chapter 6 of the Gospel of John.
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Pior que homens no geral tem um ressentimento de inveja genuíno por mulheres. O Cidade das Damas continua muito atual. Historicamente, o valor de muitos homens foi construído em cima da ideia de provedor, protetor ou detentor exclusivo do saber e do poder. Quando as
A maioria parte das críticas à ela é só ressentimento e inveja masculina
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mulheres ocupam esses espaços por mérito próprio, alguns homens sentem isso não como igualdade, mas como uma perda de território ou uma desvalorização de sua própria identidade, ou seja, é o esvaziamento da sua propriedade identidade ao qual era sustentado no tu.
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alguns recebidos
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Quase mil comentários xingando o cara pq ele falou o básico. Os cara não leem biblia.
Não tem como ser católico sem ser espiritualmente judeu, e nem desvincular o cristianismo do judaísmo. A salvação vem dos judeus.
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O Filioque: duas tradições legítimas que precisam reconhecer suas diferenças “As Igrejas da Reforma assumiram o credo em sua forma ocidental, isto é, com o acréscimo do filioque. Em nosso século, o filioque voltou a ser defendido expressamente sobretudo por Karl Barth . Somente o atual debate ecumênico voltou a dinamizar essa questão. Esse debate levou à recomendação de que as Igrejas do Ocidente restabeleçam o texto originário e eliminem o filioque do credo, criando assim as condições indispensáveis para um novo diálogo sobre o Espírito Santo. Contudo, essa proposta só poderia ser realizada se, ao mesmo tempo, o Oriente cristão admitisse que o filioque não é herético em seu conteúdo, mas teologicamente legítimo. Assim, Oriente e Ocidente deveriam reconhecer como legítimas suas respectivas tradições. Se isso ocorresse, certamente já não haveria razão alguma para que o Ocidente renunciasse à sua tradição confessional. E, inversamente, o Ocidente não teria por que impor sua tradição ao Oriente. Semelhante unidade na diversidade é, em nossa modesta opinião, uma meta ecumênica mais adequada que a unidade confessional monolítica. Para alcançar essa meta, porém, é necessário aprofundar consideravelmente o diálogo entre Oriente e Ocidente sobre os motivos teológicos ocultos por trás da recepção ou da rejeição do filioque. Como evidenciou a controvérsia neopalamita, o que está em jogo no filioque não é um problema teológico abstrato e alheio à vida, mas a relação entre a Trindade econômica e a Trindade imanente ou, mais concretamente, o modo de ação do Espírito Santo nos crentes e na Igreja. Do que foi dito decorre uma dupla tarefa para o futuro diálogo ecumênico sobre o filioque: por um lado, reconhecer que no Oriente e no Ocidente cristãos existem, sobre a base de uma fé comum, duas tradições diferentes, ambas legítimas e, portanto, capazes de se reconhecer e complementar mutuamente, mas não suprassumíveis uma na outra. Trata-se de teologias e fórmulas complementares. A preocupação essencial do filioque é dupla: assegurar a consubstancialidade (homooúsios) do Pai e do Filho e pôr em relevo que, segundo a Escritura, o Espírito Santo é sempre também o Espírito de Jesus Cristo, o Espírito do Filho. Por sua vez, o Oriente empenha-se mais que o Ocidente em salvaguardar a monarquia do Pai e acentuar a liberdade de ação do Espírito Santo. As preocupações da teologia oriental e as da teologia ocidental não se contradizem, embora até agora não tenha sido possível «suprassumir» (aufheben) ambas numa única teologia do Espírito Santo. Por isso, o Oriente e o Ocidente cristãos têm, por outro lado, problemas diferentes com suas respectivas tradições, problemas que devem ser elucidados no diálogo. O Oriente deixa em aberto em seu credo a relação do Espírito com o Filho; o Ocidente mal dispõe de meios conceituais para distinguir a relação do Espírito com o Filho da relação do Espírito com o Pai. No pano de fundo de tudo isso encontra-se a pergunta pela relação entre a ação econômico-salvífica do Espírito Santo enquanto Espírito de Jesus Cristo e seu ser intratrinitário. O diálogo sobre as diferentes fórmulas do passado deve desenvolver-se, portanto, com os olhos voltados para o futuro, a fim de propiciar o esclarecimento dos problemas pendentes de ambas as partes. Somente o futuro mostrará se, como resultado desse diálogo, é possível encontrar uma nova fórmula comum, que assuma ambas as tradições e, ao mesmo tempo, ajude a avançar. Seria concebível, por exemplo, a fórmula: qui ex patre per filium procedit (que procede do Pai pelo Filho). Mais importante que uma fórmula unitária é a unidade quanto ao conteúdo. Não temos dúvida de que tal unidade, apesar de todas as diferenças nas imagens, nos conceitos e nas ênfases, já existe atualmente e de que a divergência das teologias nessa questão de modo algum constitui uma diferença que separe as Igrejas. Mais importante, porém, que encontrar uma nova fórmula comum é que os mal-entendidos do passado ofereçam ocasião para esclarecer e enriquecer a própria tradição, escutando as preocupações da outra tradição, a fim de aprofundar assim a afinidade já existente quanto ao conteúdo e tomar consciência mais clara dela. Não se trata de uma disputa inútil sobre palavras, mas de alcançar uma compreensão mais profunda de nossa salvação, a saber, da questão de como a salvação de Jesus Cristo nos é comunicada também por meio do Espírito Santo. É o próprio Espírito Santo o dom salvífico? Ou o dom salvífico é um dom — ora criado, ora incriado — distinto do doador? De que modo somos incorporados à vida do Deus trino? Essas são perguntas sobre as quais verdadeiramente vale a pena discutir. Uma eliminação precipitada do filioque poderia facilmente levar à tentação de deixar os problemas como estão, em vez de encaminhá-los para uma solução.” — Walter Kasper, O Deus de Jesus Cristo pp. 253-254
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Inclusive é engraçado, tem nego dizendo que a judecidade de Cristo era um acidente sem necessidade real para o valor revelativo da Palavra.
Um tweet desse gerando tanta confusão kkkkkkk
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«Por isso, pode-se deixar a Karl Barth a palavra final sobre a doutrina da kénosis e suas consequências para a teologia. Ele não deseja «falar de modo algum de dois ‘estados’ sucessivos — status — de Jesus Cristo», «mas de dois lados, direções ou formas daquilo que aconteceu em Jesus Cristo para a reconciliação dos homens com Deus». «Abaixamento» e «exaltação» descrevem apenas o duplo agir de Jesus Cristo, o conteúdo concreto de sua obra... Somente na manifestação que Deus faz de si e a partir de sua palavra aprendemos a compreender e a repetir que ele pode entregar-se até o abandono por Deus sem abandonar a si mesmo como Deus, porque, como Deus, é tão interior ao mundo que criou quanto superior a ele. «Ele assume como seu o ser do homem em contradição com ele; mas não participa dessa contradição.» Ao tornar-se homem, entra numa terra estranha e nisso permanece fiel a si mesmo. «Nele não há paradoxo, antinomia nem divisão»: ao «fazer isso, demonstra-nos precisamente que pode fazê-lo, que fazê-lo está inteiramente em sua natureza. Revela-se então precisamente mais soberano, maior, mais rico do que antes pensávamos». Tudo depende de seu amor intratrinitário, que, somente ele, explica «que um ato de obediência não precise ser estranho ao próprio Deus». «A relação intradivina entre aquele que governa e ordena em majestade e aquele que obedece em humildade torna-se, na obra de reconciliação do mundo com Deus, idêntica à relação tão inteiramente diferente entre Deus e uma de suas criaturas, um homem». Uma vez percebido que também a kénosis extrema, como possibilidade no amor eterno de Deus, é abrangida por ele e por ele assumida, também a oposição entre uma theologia crucis e uma theologia gloriae — sem que ambas possam confundir-se — é fundamentalmente superada.» —Hans Urs von Balthasar - Teologie Der Drei Tage (II, 6).
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Ele só está repetindo isso: «Através de Cristo e em Cristo, somos todos descendentes espirituais de Abraão. O antissemitismo é inadmissível. Espiritualmente, todos somos semitas.» —S.S. Papa Pio XI - La Documentation Catholique, A propos de L'Antisémitisme.
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"Os samaritanos haviam sido excluídos da família israelita (cf. Esd 4:1s.; Jo 4:9; 8:48). Apesar disso, Jesus passou algum tempo com eles (Jo 4:3-42) e lhes atribuiu o papel de representantes do comportamento cristão em suas parábolas (Lc 10:33; 17:16). Jesus escolheu um apóstolo entre os publicanos e comeu com eles e com pessoas de sua condição (Mt 9:9-13). Mais tarde, Pedro também aprendeu que não podemos considerar nenhuma pessoa contaminada ou impura (cf. At 10:1-11, 18). Em todos esses casos, não é tanto a categoria do sagrado que o cristianismo abole, mas a do profano. A declaração mais importante do Senhor a respeito dessa questão é, sem dúvida, sua observação sobre os juramentos (Mt 5:33-37; cf. Tg 5:12). Um juramento é uma palavra sagrada. Entre tantas outras palavras que pronunciamos, o juramento possui uma qualidade privilegiada. É uma palavra profundamente séria, enquanto as demais palavras talvez não sejam tão sérias assim. Jesus, porém, não apenas rejeita toda uma casuística ligada aos diferentes tipos de juramento, mas proíbe qualquer forma de juramento: «Eu, porém, vos digo que não jureis de modo algum». Ele próprio explica claramente o sentido dessa proibição. Não devemos conceder privilégio especial a uma palavra por considerá-la sagrada; todas as nossas palavras devem ser verdadeiras e refletir a simplicidade do coração. «Seja a vossa linguagem: Sim? Sim; Não? Não. Tudo o que vai além disso vem do Maligno» (cf. Mt 5:37). As primeiras gerações cristãs permaneceram fiéis a esse ideal absoluto: «Consideramos um ato de irreverência deixar de dizer a verdade em todas as coisas».¹¹ Não existe palavra profana. É precisamente por isso que se considera que alguém profana a palavra quando mente. Mais tarde, contudo, as pessoas passaram a distinguir e justificar a prestação de juramentos — inclusive com algum respaldo nas Escrituras, que ofereciam certo apoio a essa prática. Mas sempre houve cristãos, e não apenas entre as seitas, que tomaram o Evangelho ao pé da letra.¹² Todo o Sermão da Montanha anuncia um passo para além das perspectivas éticas e religiosas da Lei mosaica. Trata-se de uma transcendência que é também um «cumprimento». Em outras palavras, nunca há apenas uma parte da vida ou determinado tipo de atividade em que os fiéis devam refletir a face de Deus; devem fazê-lo em todas as suas atividades e, antes de tudo, na dimensão oculta do coração. São chamados a cultivar um verdadeiro espírito de fraternidade (Mt 5:21-26); pureza interior (5:27s.); perdão e amor incondicional (5:38-48); esmola, oração e jejum «em segredo» (6:1-18)... e, por fim, a oração não está vinculada a um lugar: ela se integra à totalidade da vida. [...] Ele se ofereceu como o dom sempre vivo e vivificante, que substitui a função do templo.¹³ Foi precisamente por esse motivo que foi condenado e entregue à morte; e de sua morte brotou a nossa vida: «Nós o ouvimos dizer: “Destruirei este templo feito por mãos humanas e, em três dias, construirei outro, não feito por mãos humanas”» (Mc 14:58). Ele se referia ao santuário de seu corpo (Jo 2:21). Já havia declarado à mulher samaritana: «Está chegando a hora em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai... \[mas\] os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade» (4:21, 23)." - At the Heart of Christian Worship, Yves Congar
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“No cristianismo, particularmente na exegese alemã, inglesa e americana, muito antes do período hitlerista, já havia uma nova abertura à autonomia do Antigo Testamento e à sua concordância com o Novo Testamento. Reconhecia-se também a importância dos rabinos para a compreensão do Novo Testamento. E, em comparação com o mundo greco-helenístico, começara-se a enfatizar os aspectos vigorosos do pensamento hebraico: seu maior dinamismo histórico, sua orientação holística, sua atitude fiel e positiva diante do mundo, do corpo e da vida, sua fome e sede de justiça, sua orientação para a vinda do Reino de Deus. Tudo isso contribuiu para tornar obsoletas as incrustações neoplatônicas, neoaristotélicas e neoescolásticas do cristianismo. Para a Igreja Católica oficial, a declaração sobre os judeus do Concílio Vaticano II representou a descoberta ou redescoberta do judaísmo e dos judeus, tanto em sua própria realidade quanto em seu significado para a Igreja.” — Hans Kung, Christians and Jews, From Anti-Semitism to Theological Dialogue · p. 13
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''A ideia básica de Ser e Tempo é extremamente simples. O livro se chama Ser e Tempo. A tese é: o Ser é tempo! É só isso. O que significa “ser” para um ser humano é existir temporalmente no intervalo entre o nascimento e a morte. O Ser é tempo, e o tempo é finito: termina com a
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